Amor nos tempos do chifre

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Estamos traindo mais. Mas a culpa não é só nossa. O mundo mudou – e nos deu novas maneiras de olhar para o lado sem culpa ou medo das consequências. Vivemos o… Amor nos tempos do chifre.


A cidade de Nova York entrou em rebuliço quando um outdoor apareceu em plena Times Square, em julho de 2008, com os seguintes dizeres: Life is short. Have an affair (Traduzindo: “A vida é curta. Tenha um caso”). A gritaria dos donos de prédios da região e da mídia americana foi tanta, que o cartaz acabou retirado 3 dias depois. Era um anúncio do site Ashley Madison, uma comunidade virtual canadense para pessoas casadas e interessadas em arrumar amantes. Na opinião dos queixosos, um estímulo à infidelidade não podia ficar exposto ali, pra todo mundo ver (ainda mais daquele jeito, ilustrado com uma foto nada decorosa de um casal em um quarto de hotel). Desde então, anúncios da Ashley Madison já foram recusados pela rede de TV americana NBC, pelo portal MSN e pela Liga de Futebol Americano (não fosse o veto, espectadores do Super Bowl veriam o slogan Who are you doing after the game?, algo como “Quem você vai pegar depois do jogo?”).

A revolta dos americanos não prejudicou em nada o boom que o Ashley Madison viveu nos últimos tempos. O site tem 3,5 milhões de usuários – 70% deles cadastrados nos últimos dois anos. Eles vasculham os perfis uns dos outros e paqueram por mensagens. E prepare-se, leitor, porque a empresa conta com o lançamento de uma versão do site para o Brasil ainda em 2009. (Por enquanto, cerca de 50 membros cadastrados no site canadense declaram morar aqui.) Esse sucesso é exemplo da nova era de infidelidade em que vivemos. A traição é hoje alimentada não só por nossos desejos mas também pela mudança recente no comportamento das mulheres, pelo avanço da tecnologia e por uma mãozinha da medicina. Goste ou não o pessoal da Times Square, os chifres estão mesmo na moda – e parece que para ficar.

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brothers

Convenhamos, pular a cerca sempre foi um hábito da humanidade. Einstein era adepto da prática, e até contava sobre as “outras” para a família. O casal Sartre e Simone de Beauvoir vivia em harmonia com seus amores “contingentes”, nome que davam aos casinhos. Mas parece que o velho ditado “Se não é corno, já foi ou será” fica cada vez mais verdadeiro. Estudos mostram que estamos traindo mais. E não tem álibi que desminta isso.

Repare no comportamento dos brasileiros. Em 2008, 68% dos homens e 42% das mulheres confessaram já ter traído o parceiro de namoro ou casamento, segundo um estudo feito com 8 237 pessoas em 10 capitais do país pela psiquiatra Carmita Abdo, professora da Faculdade de Medicina da USP. Em 2003, os infiéis eram 51% dos homens e 26% das mulheres. Isso não significa que deu a louca nos brasileiros. O mesmo aconteceu nos EUA. Lá, 21% dos homens e 11% das mulheres assumiam ter traído em 1991. Quinze anos depois, eram respectivamente 23% e 17%, segundo entrevistas feitas pela Universidade de Chicago e analisadas por David Atkins, professor de psiquiatria da Universidade de Washington. O que explica o aumento? “A vontade de trair sempre existiu”, diz a antropóloga Helen Fisher, professora da Universidade Rutgers, nos EUA, e autora de vários livros sobre amor, sexo e casamento. “As circunstâncias para isso é que estão mais propícias no mundo moderno.” Para entender que circunstâncias são essas, vamos começar pela trajetória de uma das principais protagonistas do surto da infidelidade: a mulher.


A morte da Amélia

As conquistas das mulheres nos últimos anos são de dar inveja a qualquer feminista queimadora de sutiãs. Elas consolidaram seu espaço no mercado de trabalho. Tornaram-se independentes de seus maridos. Diminuíram o número de filhos grudados na barra da saia. (A taxa média de natalidade por brasileira, de 3 filhos em 1991, já caiu para menos de 2). O pacote que resultou foi uma mulher mais autônoma e livre para tomar suas decisões – inclusive sobre com quem dormir a cada noite. É claro que elas também podiam trair quando ficavam com a barriga no fogão. Mas suas opções estavam restritas ao marido da vizinha, ao verdureiro ou aos frequentadores do clube. Já em uma empresa, há muito mais caças (e caçadores) no jogo. Esse novo status também deu à mulher mais poder de barganha. Na equação independência + dinheiro + opções de relacionamento que o emprego garantiu às mulheres, o resultado só poderia ser uma baita dor na cabeça nos homens. É por isso que comportamentos antes tolerados sem qualquer reclamação – do imperdível futebolzinho à safadeza aberta – podem hoje detonar a busca por outro companheiro. “O comportamento comum da mulher é trair só quando seu relacionamento está com problemas”, diz Carmita Abdo.

Essa alergia ao homem chato aparece principalmente nas gerações mais jovens. Quase metade das brasileiras de até 25 anos entrevistadas diz já ter traído. São mulheres recém-casadas ou que ainda namoram. No caso das namoradas, o que as fez ouvir o diabinho da tentação, segundo Carmita, foi a falta de resposta para a perguntinha que todo homem odeia ouvir: “Para onde vai nosso relacionamento?” No das casadas, o motivo geralmente é a decepção com o namorado que virou sapo depois do casório. Frustradas, todas acabaram nos braços de outro alguém.

Oi, quer tc?
A tecnologia é uma maravilha da modernidade, certo? Se você respondeu “sim”, talvez nunca tenha percebido o quanto ela ajuda a criar galhos na sua cabeça. Veja o caso do celular. Antes de ele aparecer, falar com a outra ou o outro dava um trabalhão. Um homem tinha de sussurrar no telefone do trabalho, esperar a esposa ir ao banheiro para ligar de casa ou gastar um saco de fichas no orelhão. A chegada do celular libertou os pombinhos clandestinos. Tem equilibrista de mulheres que anda até com vários aparelhos, um para cada amor.

E a internet, então? Comunidades virtuais como orkut são um ambiente propício para conhecer gente interessante (ou interessada em aprontar). Sem falar nas declaradamente mal-intencionadas, como o polêmico Ashley Madison e uma versão tupiniquim mais humilde, chamada Só Casados – inaugurado em janeiro, o site tem 173 membros. Como cereja do bolo, a web é o berço de empresas como a Alibi Network, que inventam mil e uma desculpas para você se encontrar com a filial sem indispor a matriz. Por tudo isso, a internet é ponto de partida para marinheiros de primeira viagem no jogo da traição. É acessível a qualquer hora, dispensa o gasto com um drink no primeiro encontro, e permite que você coloque um pezinho na água pra ver se gosta da coisa. Ah, e o mais bacana: você pode fingir que é mais jovem, mais magro, mais atraente. “Trair não é uma decisão fácil. A internet ajuda quem precisa tomar coragem”, diz Mirian Goldenberg, antropóloga estudiosa das relações extraconjugais há duas décadas.

A grande dúvida é: um flerte online é traição? Parece que muita gente diria que sim, a contar pela oferta de softwares que ajudam os ciumentos a descobrir tudo o que o companheiro faz na web – os programas copiam conversas de bate-papo, sites, senhas de e-mail. Crime consumado ou não, o que se sabe é que um comportamento online promíscuo pode, sim, contaminar a vida real. Em uma pesquisa realizada nos EUA, 30% dos entrevistados responderam que traíram fora da internet depois de manter encontros sexuais virtuais e consumir avidamente pornografia online. A quantidade de material adulto disponível, aliás, explodiu com a internet. E sabe-se que a pornografia tem, sim, relação com a infidelidade: nos EUA, quem assiste a vídeos pornográficos tem 2,2 mais chances de trair, estatisticamente, do que aqueles que não veem. “Essa relação parece ser mais forte principalmente entre os rapazes, maiores consumidores desse tipo de material”, diz o professor David Atkins, da Universidade de Washington, em um estudo sobre o assunto. Talvez esse efeito tenha dado um empurrãozinho aos índices de traição de homens americanos de até 25 anos. Entre 1991 e 2006, a porcentagem deles que assumiu já ter tido um caso subiu de 13% para 19%. É, a juventude está ficando mais assanhada. E o engraçado é que os velhinhos também.

Velhice transviada
Há 10 anos foi lançada no mercado a primeira droga contra a disfunção erétil. De lá pra cá, só o Viagra já foi usado por 35 milhões de homens no mundo, uma safra que ganhou uma segunda chance no amor. “Entre 20 e 30% dos que haviam perdido a atividade sexual conseguiram recuperá-la. Não só pelo efeito físico das drogas mas também pela confiança que elas geraram”, diz Renato Maia Guimarães, presidente da Associação Internacional de Gerontologia e Geriatria. Alguns deles não evitaram um escorregão. Em 2003, 55% dos homens brasileiros acima de 61 anos admitiam ter tido um caso. Em 2008, foram 66%.

Essa potência para satisfazer duas (ou mais) mulheres não é só atribuída às pílulas. Hábitos mais conscientes de alimentação, a difusão da educação e melhores condições econômicas têm contribuído para o nosso bem-estar – desde 1997, a esperança de vida do homem brasileiro passou de 66,5 anos para 69. Tratamentos mais eficazes no controle de doenças como diabetes, que podem causar a impotência, também trouxeram sua contribuição. E vale lembrar que o mar está para peixe. Na terceira idade, há 1,3 mulher para cada homem. Isso significa um mercado de 2,4 milhões de brasileiras completamente livres e desimpedidas para amar.

Mas, se estamos numa carreira desabalada rumo a um mundo de chifrudos, existe um jeito de apertar o freio? Para responder isso, primeiro é preciso entender por quê, biologicamente, traímos.


Chifre: é da sua cabeça

Temos 3 circuitos no cérebro responsáveis por detonar hormônios que geram desejo, amor romântico e apego. Cada um deles é independente dos outros e funciona quando bem quer – e é por isso que uma mulher pode amar seu marido, ter uma atração fulminante por um colega de trabalho e se sentir tão próxima daquele ex-namorado, tudo ao mesmo tempo agora. “O amor volúvel é parte do plano da natureza”, escreve Helen Fisher em seu livro Por Que Amamos. Para a antropóloga, essa seria uma estratégia evolutiva para que tenhamos mais descendentes. Os homens estariam liberados para espalhar por aí os bilhões de espermatozóides que produzem por mês, e as mulheres poderiam conseguir proteção e comida extras para seus filhos com o apoio de um amante.

Ok, o cérebro nos liberou para chifrar. Mas ainda há muita discussão sobre como o corpo influencia nossa fidelidade. Um estudo feito em 2008 pelo Instituto Karolinska, em Estocolmo, indica que a variante de um gene, presente em 2 de cada 5 homens, os predisporia a ter relacionamentos turbulentos – o que poderia gerar a traição. Uma pesquisa recém-divulgada pela Universidade do Texas diz que mulheres com maior nível de estradiol – hormônio ligado à fertilidade – são mais autoconfiantes e se satisfazem menos com os parceiros. São análises que tentam desvendar um assunto ainda nebuloso.

Mas voltemos à questão do freio. A resposta pode ser simples: amor. Um estudo da Universidade McGill, em Montreal, mostrou que mulheres tendem inconscientemente a proteger seu relacionamento quando sentem que podem se interessar por outro. O teste era simples: 150 pessoas foram convidadas a pensar em alguém atraente. Logo depois, participaram de um jogo que consistia em preencher letras que faltavam em palavras, como THR_AT. Nesse caso, a maioria das mulheres escreveu THREAT, ou “ameaça” em inglês. Os homens escreveram THROAT, ou “garganta”. Durante a dinâmica, respostas como essas (LO_AL virou LOYAL, “fiel”, para elas e LOCAL, “local”, para eles) mostraram que pensar em pessoas atraentes dispara um sinal de alerta na mente das mulheres. Mas os homens também fazem bonito. Os que estão apaixonados são os que encaram por menos tempo fotos de belas mulheres, segundo uma pesquisa da Universidade da Flórida. Outro ponto positivo: a fidelidade ainda é tida como um valor importante. Ela foi apontada pelos brasileiros como o principal item para um casamento feliz, segundo o Instituto Datafolha. Pode ser uma esperança para os casais nesses tempos do chifre.

Treído pelo avanço das mulheres

O rapaz comemorou quando sua namorada conseguiu um bom emprego. Mas, de repente, ela passou a viajar a trabalho e fazer hora extra. Foi assim que ele veio parar aqui.

Traída pela tecnologia

Enquanto encerava o chão, cozinhava e lavava a roupa, seu marido navegava na internet e conhecia mulheres. Quando ela percebeu, ele já estava em outra.

Traída pela medicina

O marido dela andava sempre cabisbaixo. Até que experimentou uma pílula muito potente. Ele ganhou tanta energia que começou a passar horas e horas fora de casa. E ela ficou só.

Crime…

Quantos pulam a cerca no Brasil, por idade26 a 40 anos -  Homens – 67% – Mulheres – 46%

41 a 50 anos – Homens – 71% – Mulheres – 33%

51 a 60 anos – Homens – 71% – Mulheres – 29%

Fonte: Carmita Abdo. Entrevistados: 8237 pessoas em 10 cidades.

…E castigo
Onde enganar a patroa (ou o patrão) pode ser perigoso

Brasil
Pasmem. Adultério por aqui era crime até 2005. Na verdade, a lei já havia caído em desuso lá pelos anos 60, mas previa expressamente: pena de detenção de 15 dias a 6 meses.

EUA
Traição significa multa e detenção em alguns estados, como Michigan. Lá, um juiz polemizou ao dizer, em 2006, que a interpretação da lei poderia dar até prisão perpétua aos infiéis.

Coreia do Sul
Quem trai pode ficar na cadeia por até dois anos. Em dezembro, Ok So-ri, uma atriz de novelas famosa no país, pegou 8 meses de detenção, mas ganhou liberdade condicional.

Paquistão
Desde 2000, os adúlteros não são mais criminosos. Mas grupos religiosos islâmicos ainda aplicam, clandestinamente, sua pena: apedrejamento até a morte.

Fonte: Luiz Flávio Gomes, professor de direito penal; Consulado dos EUA; Embaixada da Coreia do Sul; Consulado do Paquistão.

Liberou geral
Os mais jovens e os mais velhos estão perdendo os pudores no Brasil

Quantos traíam (2003)

Até 25 anos

2,5 em cada 10 mulheres
4,5 em cada 10 homens

Acima de 61 anos
2 em cada 10 mulheres

5,5 em cada 10 homens

Quantos traem (2008)

Até 25 anos
4,9 em cada 10 mulheres
6,5 em cada 10 homens

Acima de 61 anos
2,1 em cada 10 mulheres
6,6 em cada 10 homens

Fonte: Carmita Abdo.

Entrevistados em 2003: 7 103 pessoas em 18 cidades.

Entrevistados em 2008: 8237 pessoas em 10 cidades.

Gêmeos siameses ligados pelo tronco não querem se separar

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Os gêmeos siameses Shivanath and Shivram Sahu nasceram ligados pelo tronco, em Chhattisgarh (India). Eles têm quatro braços, duas pernas e a chance de se separarem.

Mas, depois de 12 anos realizando todas as atividades juntos, como tomar banho,  alimentar-se e até mesmo andar em uma bicicleta adaptada para ir à escola – eles se recusam a ser separados.


Barcroft Media/Other Images

Para alguns moradores de Balodabazar Lavan, o vilarejo onde os irmãos moram, os xifópagos são a encarnação de uma divindade. Os garotos compartilham o mesmo estômago, mas possuem cérebros, corações e pulmões independentes. Eles desenvolveram um modo próprio para subir escadas e caminhar que se assemelha ao de uma aranha. (Veja o vídeo aqui)

O médico que fez o parto dos gêmeos disse que eles não poderiam ser separados. Porém, recentemente, um pediatra renomado analisou as imagens de Shivanath e Shivram e disse ser possível fazer uma cirurgia para reverter a situação.

Barcroft Media/Other Images

Até os pais das crianças são veementemente contrários à operação. Eles dizem que os filhos viverão por toda a vida ligados um ao outro. Shivanth e Shivram têm duas irmãs sem anomalias.

(Texto: Ana Clara Otoni)

http://oglobo.globo.com/

10 coisas que deixam uma mulher com ciúmes

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Se você estiver em um relacionamento, ou desejar estar em um, é bom estar ciente das coisas que deixam as mulheres com ciúmes. Claro, elas variam de uma pessoa para a outra, já que nem todo mundo é igual. Mas é importante estar ciente de alguns sentimentos e ações que muitas vezes criam esse sentimento. Deste modo você poderá evitá-las e manter seu relacionamento em equilíbrio.



Link desta notícia        Mulher corta pedaço do nariz do marido a facada por ciúmes

Insegurança

A insegurança é a causa mais comum de ciúmes em homens e mulheres. Quando uma mulher é extremamente insegura, ela não é capaz de acreditar, lá no fundo, que seu marido ou namorado poderia estar realmente interessado nela. Essa insegurança se manifestará quando o vir interagindo com outras mulheres e, uma vez que ela tem tanta certeza de que não é digna do seu amor, será necessário apenas uma pequena e inofensiva reação para convencê-la de que ele está interessado em outra pessoa. Quanto mais insegura for a mulher, mais propensa estará ao ciúme.

Carência

Algumas mulheres precisam de muita atenção e carinho. Isso pode ser resultado de insegurança ou apenas uma característica pessoal. Algumas pessoas precisam de mais atenção do que outras, o que pode causar ciúmes, pois se você estiver dando atenção a uma pessoa, não poderá dá-la a outra. Então, uma mulher particularmente carente não vai gostar que a atenção do seu namorado seja monopolizada por ninguém e se o for, ela ficará com ciúmes.

Superioridade percebida

Se uma mulher estiver com um homem que ela acredita ser substancialmente superior a ela – financeira ou visualmente -, poderá ficar com ciúmes quando estiver ao seu lado. Isso ocorre porque sua atratividade percebida faz com que ela se sinta pouco atraente e esses sentimentos se manifestarão como ciúme.

Amigas

Muitas mulheres têm ciúmes das amigas de seus namorados. Isso acontece principalmente se existir um passado romântico entre o namorado e a amiga em questão. Esse ciúme é causado pelo relacionamento próximo de que alguns homens disfrutam com suas amigas. Algumas namoradas inseguras ficarão com ciúmes daquilo que perceberem como intimidade emocional.

Questão de confiança

Algumas mulheres têm dificuldade para confiar em seus parceiros. Isso acontece porque, muitas vezes, foram traídas no passado, seja por um namorado, marido ou até mesmo um membro da família ou amigo próximo. Uma vez que essa confiança sofreu danos, é muito difícil recuperá-la. Se uma mulher não confia em seu namorado, estará mais propensa a ter ciúmes.

Falta de informação

O ciúme pode vir da falta de informação. Se, por exemplo, uma mulher vir fotos de seu namorado com outra mulher em um site de rede social, poderá ter ciúmes se não souber quem é ela. Isso ocorre porque a imaginação corre solta. Se ela não souber que a mulher é irmã, namorada do melhor amigo ou companheira de trabalho, então poderá criar histórias e ligações devido à falta de informação.

Falta de conexão

As mulheres podem ficar com ciúmes se seus parceiros não passarem tempo suficiente com elas. Se você não passar bastante tempo com sua namorada, estará deixando de cultivar uma conexão entre vocês. Conforme essa conexão fica mais fraca, sua namorada pode ficar insegura, o que se manifestará como ciúme. Assim, certifique-se de ter tempo para ela se estiver viajando com frequência, trabalhando muito ou ocupado com algum projeto.

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Interpretações de comportamentos

O ciúme vem da maneira como uma pessoa interpreta o comportamento de outra. Uma mulher pode ficar com ciúmes unicamente por causa da forma como interpreta a maneira como seu marido olhou ou falou com alguém. Essa interpretação vem dela e não do comportamento do cônjuge.

Suposições razoáveis

O ciúme nem sempre é razoável. Se o namorado de uma mulher for sempre inacessível e constantemente chegar tarde em casa cheirando a perfume de outra pessoa, ela provavelmente ficará com ciúmes. No entanto, esse ciúme é razoável, especialmente se ele não puder fornecer uma razão para não ter atendido o telefone ou não souber explicar a origem do perfume. Tenha em mente que, enquanto o ciúme vier da insegurança, isso não significa que seja sempre errado e irracional.

http://www.ehow.com.br

O Mal Eletrônico

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Guarda com toda a diligência o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Pv. 4:23

É inegável o poder dos meios de comunicação para utilizar a informação e o conhecimento tanto com objetivos nobres como educar, conscientizar e formar opinião, como também com objetivos não tão nobres, como manipular o seu público alvo no sentido de incutir valores culturais, formar e modificar imagens de instituições e indivíduos, criar e destruir hábitos de consumo. Neste sentido, a mídia é verdadeiramente um agente social poderoso, em função da credibilidade, da aceitação e da autoridade com que alcança a maioria dos lares, sobretudo nas regiões urbanas. Por esse motivo, ela já foi considerada como o quarto poder social.

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Por refletir a ideologia socialmente dominante; que hoje não é mais ditada pelos donos do capital, mas pelos donos do conhecimento tecnológico, a mídia secular tende a expressar de forma imediata quaisquer mudanças ocorridas nesta base ideológica, sejam elas de cunho científico, econômico ou cultural. Esta ideologia é traduzida no processo de veiculação para uma linguagem adequada ao seu público alvo, quer de forma direta, através da informação jornalística, quer de forma indireta, através da sua inserção em roteiros de programas de televisão como humorísticos e telenovelas. Os  costumes de uma sociedade refletem sem dúvida os seus valores filosóficos, religiosos e morais.

De todos os meios de comunicação de massa, o mais poderoso é sem dúvida a televisão. As famílias modernas das classes de baixa a média renda, têm na televisão muitas vezes a sua única forma de entretenimento. Passam diante da televisão um tempo significativo de suas vidas; recebendo de forma passiva e alienada, diariamente nesse processo, uma enxurrada de informação. Esta informação é altamente seletiva e manipulativa e impõe um padrão de vida e felicidade a ser alcançado, com objetivos e ideais muitas vezes de realização naturalmente inviável ou indesejada, mas tornados possíveis e necessários por esse veículo de comunicação.

A violência, a miséria, a prostituição e o grotesco, são mazelas que sempre existiram, mas se acham extensivamente disseminadas na sociedade pós-moderna. Não são somente toleradas, mas também economicamente exploradas, de forma aberta e intensiva. Em nossa cultura atual, as mazelas sociais são normalmente transformadas em objeto de consumo, por um processo mórbido que primeiro banaliza a realidade, depois a glamoriza e em seguida a transforma em produtos comercializados através das mídias artística e de comunicação. Um exemplo emblemático e recente disto foi a elevação em 2009, pelo governo do Rio de Janeiro, dos chamados bailes funk, à categoria de cultura popular, proibindo a repressão policial até então praticada. Estes bailes, que como é de conhecimento geral, fazem apologia à prostituição, ao tráfico de drogas e à pedofilia, são agora incensados como a mais legítima forma de manifestação cultural de periferia.

O formato dos telejornais, intencionalmente ou não, impede a reflexão sobre o conteúdo das notícias divulgadas, evitando assim a formação de um senso crítico profundo e consequente pelo telespectador.  Dessa forma, a capacidade de mobilização do público desta mídia torna-se superficial e limitada a simples expressões de opiniões esparsas que não produzem nenhuma ação efetiva relacionada aos problemas apresentados. Os programas de entretenimento, ao contrário, são os que recebem maior profundidade e tempo disponível na grade de programação. De todos os programas veiculados pela televisão entretanto, a telenovela  e seus congêneres, como os soap operas americanos, são sem dúvida os de maior poder de influência, e talvez menos nocivos apenas que os chamados reality shows.

A primeira telenovela da televisão brasileira foi ao ar em 1951, na Rede Tupi, pouco mais de um ano após a primeira transmissão desta midia no Brasil. Baseada nas radionovelas, a teledramaturgia deste período se caracterizava pelo estilo folhetinesco. Como programação diária ela entrou no cotidiano brasileiro em 1963 e já em 1964, tornou-se o programa de maior audiência, com O Direito de Nascer, também da Rede Tupi. As emissoras descobriram então o potencial comercial do gênero e passaram a investir maciçamento em instalações e equipamentos. Até o final dos anos 60 entretanto a telenovela não era uma representação da realidade brasileira, e inspirava-se nos melodramas mexicanos, cubanos e argentinos.

A telenovela assumiu um estilo brasileiro a partir da produção Beto Rockfeller, de 1968, da TV Tupi. Nesta telenovela, o personagem principal encarnava um malandro brasileiro, inteligente, criativo e amoral. Esta telenovela inaugurou uma fórmula que depois se tornaria popular, de que é sempre possível a ascenção social de pessoas de uma classe social humilde, através do relacionamento com pessoas de classes mais abastadas. Beto Rockfeller foi o marco que associou a telenovela à modernização econômica e cultural do Brasil, passando a se tornar a principal vitrine de novos modelos de comportamento social, da mesma forma que um desfile de modas é uma vitrine das tendências mais atuais da moda em geral.

Os roteiros de telenovelas normalmente associam os novos modelos de comportamento social apresentados a personagens socialmente bem sucedidos, cultos e glamurosos, reforçando assim a mensagem de que os papéis que eles representam são intrinsecamente positivos e portanto, modelos a serem imitados. Expressar um comportamento contrário a estes modelos significa, da mesma forma que usar uma roupa que está em desacordo com as tendências dos figurinos atuais, correr o risco de ser tachado de alienado, retrógrado, conservador e moralista. Hoje, a telenovela é responsável pela sustentação econômica e pela maior parte dos lucros das emissoras de televisão. A identificação garante o sucesso do gênero junto ao público, cuja vida está sendo representada.

Nas telenovelas, o comportamento humano é tratado de forma absolutamente amoral, sendo recriminados apenas os comportamentos considerados antisociais, como roubos, agressões, abusos de crianças e adolescentes, etc. Neste sentido, o novo modelo cultural reflete o que Zygmunt Bauman chama de modernidade líquida, um tempo em que as transformações de identidade são absorvidas como fases de um imenso oceano cultural. É válido fazer tudo aquilo que traz mais sucesso e o que proporciona mais prazer e conforto para cada um.

Em seu trabalho de doutorado, o mestre em educação Marcus Tavares categorizou os relacionamentos das telenovelas seguindo os perfis de seus personagens, abrangendo as treze produções que a Rede Globo exibiu entre 2000 a 2008 .
Marcos identificou neste estudo, trinta e dois casos de “mais de um casamento ou relação estável”, vinte e nove casos de “relacionamentos curtos e descartáveis, com filhos fora do casamento”, onze casos de relacionamento estável ou extraconjugal com traição masculina, onze casos de relacionamento amoroso entre membros de uma mesma família, como primos e cunhados  e treze casos de prostituição por prazer ou “necessidade” financeira.

Os produtores e autores de telenovelas costumam se isentar de qualquer responsabilidade pela influência e formação de paradigmas comportamentais em seu público, afirmando que são meros cronistas sociais, ou sejam, mostram apenas a realidade social em que vivemos. Esta postura entretanto esconde, ou negligencia o fato de que os meios de comunicação em geral e em especial a televisão, são poderosos agentes reforçadores desta realidade que afirmam apenas retratar. A telenovela, por sua grande popularidade, talvez seja o gênero televisivo de maior potencial neste sentido, por ser um programa religiosamente assistido todos os dias por milhões de famílias. A sua influência perniciosa é maior sobretudo entre crianças, adolescentes e jovens.

Dessa forma, como agente veiculador de valores culturais, a televisão poderia agir no sentido de combater esta mesma degradação espiritual da sociedade que ela retroalimenta, recuperando os valores cristãos, caso evidentemente isto não contrariasse os interesses ideológicos sócio-econômicos que norteiam a sua programação. A televisão, como outros meios de comunicação, poderia estimular em seu público por exemplo, o senso crítico e a mobilização comunitária, em prol do bem comum. Entretanto, isto tornaria o público alvo desta mídia refratário à sua influência. A passividade do público é na verdade um elemento fundamental para a difusão e a assimilação dos valores culturais impostos pelo modelo ideológico que sustenta os meios de comunicação em geral.

Além disso, a alegação dos autores de telenovelas de que apenas representam a realidade em que vivemos é apenas uma meia-verdade, considerando-se as inúmeras distorções da realidade que são apresentadas nas tramas da teledramartugia. A seguir, aponto alguns exemplos destas distorções e fantasias:

a) As religiões em geral são inseridas nas telenovelas como temas exóticos, quando não criticadas diretamente por intolerância e preconceito em relação aos novos valores culturais. Quando tratadas seriamente, são sempre apresentadas de forma “pluralista” ou “ecumênica”, deixando claro o não reconhecimento de qualquer prevalência dos princípios cristãos, embora o cristianismo seja a religião com maior número de adeptos no país. Não há nenhuma reverência ( e nem mesmo referência) a Deus e o comportamento religioso é normalmente tratado como tacanho e bitolado, quando não abertamente ridicularizado.
b) A super-representação de brancos em relação a negros e pardos é um exemplo gritante da maneira como, por omissão, as telenovelas contribuem para a reprodução da discriminação social. Embora constituam mais de 40% da população economicamente ativa brasileira, na história da teledramaturgia brasileira, o afro-descendente é minoria absoluta nos elencos.
c) Já em relação à realidade sócio-econômica, o que ocorre é uma sub-representação da pobreza e mesmo da miséria que ainda imperam na maior parte do país. Sobre este fato, o diretor Walter Avancini afirmou, em 2001: “A novela continua atendendo a códigos de linguagem, gostos e ambições da classe média. A classe trabalhadora é apresentada como caricata”.
d) Muitas telenovelas apresentam ainda a velha fórmula que transmite a idéia fantasiosa de que é comum a ascenção social de pessoas pobres através de um relacionamento romântico com pessoas ricas, que não por acaso, são os protagonistas da história. Neste sentido, a telenovela veio a se tornar uma espécie de fábula moderna, alimentando a imaginação de jovens românticas e despertando uma admiração cada vez maior pelas pessoas de classes sociais abastadas.

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brothers

A sociedade de consumo trata a informação, a produção artística e a mensagem religiosa como produtos de consumo, a serem adquiridos como tal pelos consumidores, dos quais se espera uma assimilação acrítica destes produtos e da propaganda comercial que os acompanha. O cidadão urbano de nosso tempo é bombardeado a todo instante por um volumoso conteúdo de informações e idéias, transmitido através da mídia artítistica e de comunicação, e consome este conteúdo de forma como foi condicionado, ou seja, do modo mais passivo possível. No modelo cultural estabelecido pelo domínio científico e tecnológico, as mazelas sociais são tratadas de forma a criar na sociedade uma postura de conformismo e acomodação. A responsabilidade pelos problemas sociais é assim transferida às autoridades constituídas, eximindo a sociedade civil de qualquer co-participação nesta responsabilidade.

A formação cultural desta atitude do individuo como espectador passivo da mídia artística e de comunicação contribuem para a formação no cristão, de uma atitude semelhante em relação à igreja, que ele vê apenas em sua dimensão espiritual, não percebendo que como corpo de Cristo, cabe à igreja a construção do Reino de Deus no mundo. O cristão incauto, que ainda não amadureceu ou não despertou do sono espiritual, carece de sabedoria e discernimento e se acostuma assim a ver a si mesmo apenas como estrangeiro e forasteiro no mundo, anelando a cada dia pela vinda de Cristo, que irá arrebatá-lo e levá-lo para a sua morada celestial.

Entretanto, ele se esquece de que a sua morada definitiva será neste mundo e não em outro mundo, pois é aqui que Deus construirá os novos céus e a nova terra de que falam as Escrituras. Esta atitude conformista é em sua essência anticristã, pois é Paulo que exorta cada cristão a ser “sal da terra”,  ou seja, agente de transformação do mundo e a não se conformar com o mundo, mas a se transformar pela renovação de sua mente, de forma a se tornar um realizador da “boa e perfeita vontade de Deus”.

Esta condição se manifesta claramente no comportamento dos cristãos em suas igrejas, onde ao invés de assumirem sua posição como servos do corpo de Cristo; obreiros fieís capazes de renúncia e cooperação, guerreiros e atalaias alertas, comportam-se como meros assistentes de cultos, recreando a si próprios em adoração carnal e louvores e que de forma alguma agradam a Deus. Esquecem-se ou ignoram que o espírito deve ser a sentinela permanente da alma, guardando a mente e o coração de toda má influência mundana e espiritual.

Permitem que seus filhos passem horas e horas à frente da televisão e dos games eletrônicos, assimilando os valores transmitidos, em geral de forma subjacente. Entretanto, queixam-se mais tarde que estas mesmas crianças e adolescentes, se recusam a obedecê-los nas coisas mais simples e a compartilhar seus valores cristãos. Nunca me canso de repetir o dramático apelo de Paulo aos Efésios, que ecoa ainda em nosso tempo porque a nós também é dirigido:

“Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará.Portanto, vede diligentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, usando bem cada oportunidade, porquanto os dias são maus.” Efésios 5:14-16

Logo após estes versos, Paulo exorta os efésios a não se embriagarem com vinho, “no qual há devassidão”, mas com o Espírito, falando uns aos outros “em salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor”. Creio que a maioria dos cristãos já abandonou o hábito de se embriagar com vinho físico, mas ainda se embriagam de vinhos mais sutis, que entorpecem a mente e o corrompem o coração.

fonte: http://portasabertas.com/televisao.php

Metade dos pastores evangélicos nunca leu a Bíblia toda, aponta estudo

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Cerca de 50,68% dos pastores e líderes nunca leram a Bíblia Sagrada por inteira pelo menos uma vez. O resultado é fruto de uma pesquisa feita pelo atual editor e jornalista da Abba Press & Sociedade Bíblica Ibero-Americana Oswaldo Paião, com 1255 entrevistados de diversas denominações, sendo que 835 participaram de um painel de aprofundamento. O motivo é a falta de tempo, apontaram os entrevistados.

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Oswaldo conta que a pesquisa se deu através de uma amostragem confiável e que foi delimitada. Segundo ele a falta de tempo e ênfase na pregação expositiva são os principais impedimentos. “A falta de uma disciplina pessoal para determinar uma leitura sistemática, reflexiva e contínua das escrituras sagradas e pressão por parte do povo, que hoje em dia cobra por respostas rápidas, positivas e soluções instantâneas para problemas urgentes, sobretudo os ligados a finanças, saúde e vida sentimental”, enumera Oswaldo.

A maioria dos pastores corre o dia todo para resolver os problemas práticos e urgentes dos membros de suas igrejas e os pessoais. Outros precisam complementar a renda familiar e acaba tendo outra atividade, fora a agenda lotada de compromisso. Os pastores da atualidade, em geral, segundo Paião, são mais temáticos, superficiais, carregam na retórica, usam (conscientemente ou não) elementos da neurolinguística, motivação coletiva, força do pensamento positivo e outras muletas didáticas e psicológicas. Oswaldo arrisca dizer que muitos ‘pastores precisam rever seus conceitos teológicos e eclesiológicos, sem falar de ética e moral, simplesmente ao ler com atenção e reflexão os livros de Romanos, Hebreus e Gálatas. E antes de ficarem tocando Shofar e criando misticismo, deveriam ler a Torá com toda a atenção, reverência e senso crítico’.

Fonte: Creio / Gospel+

Garota engole o celular para o namorado não ler as mensagens comprometedoras

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Namorado contou como a tragédia aconteceu; médicos estão curiosos para saber o que tem nas mensagens

A paulista Adriana Andrade, 19 anos, que mora na zona leste de São Paulo, foi submetida a uma cirurgia de emergência, após engolir um aparelho celular, para o namorado não ler as mensagens de texto que poderiam comprometer o relacionamento dos dois.
O namorado, Renato Rodrigues Reto, contou que a jovem negou entregar o aparelho para ele ler as mensagens, se mostrando bastante nervosa ela saiu correndo com o celular na mão, mas quando percebeu que o namorado iria alcança-la, para tomar o celular, resolveu engolir o aparelho.
“Não acreditei no que vi, ela colocou o celular na boca e engoliu”, disse Renato, assustado e curioso para saber o que tem no celular da namorada.
Segundo os médicos, Adriana não corre risco de vida, nem de morte, mas deverá ficar alguns dias sendo observada no hospital. Os médicos também estão curiosos para saber que tipo de mensagem de texto a jovem esconde do namorado.

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