PORN

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Pornografia online vicia, altera seu jeito de fazer sexo e pode causar impotência. Melhor ler isto antes de apertar aquele play.

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Um cara jovem, bonito, conquistador, que namora a Scarlett Johansson, mas prefere ver pornografia online. Parece filme, e é: Como Não Perder Essa Mulher estreia em dezembro. Mas, Scarlett à parte, o enredo não está tão longe da realidade. Com a banda larga e bundas variadas a alguns cliques de distância, todo mundo já deu uma espiadinha. O problema é que muitos não querem fazer outra coisa. Cada vez mais gente abre mão de uma pessoa real para passar horas se masturbando na frente de uma tela.

O sexo solitário sempre teve sua graça – um estudo recente da Universidade de Cambridge concluiu que pornografia é tão viciante quanto drogas. Mas por que só agora aparecem os viciados? A resposta está na melhor ferramenta já criada na história da humanidade para estoque, distribuição e consumo de pornografia: a internet.

Até o advento da rede mundial de computadores, você precisava ir a uma banca de jornal para comprar uma revista de mulher pelada. Se havia certo constrangimento em tirar um filme pornô na locadora, imagine alugar vários. Hoje, você assiste no celular tudo que tinha na locadora – e muito, mas muito mais. Tara por animais, anões, amputações, fezes, palhaços. Na rede, os seus desejos mais íntimos encontram uma via de expressão. E ninguém precisa ficar sabendo.

DARWINISMO E ONANISMO

A biologia evolutiva explica por que alguns não conseguem trocar sites pornô por nada neste mundo. A masturbação surgiu para que o estoque de sêmen fosse renovado, e assim uma semente mais jovem e competitiva pudesse brigar com a de outros machos. A pornografia simula e acelera esse processo: seu cérebro acredita que, a cada novo vídeo, uma fêmea diferente está sendo fecundada. Essa é a razão pela qual os homens são maioria nesse mundo. É difícil ter uma estatística exata, mas estima-se que 70% do público dos sites adultos é masculino. As mulheres ficariam com os 30% restantes – um número que vem crescendo.

O curioso é que a masturbação não vem de um instinto animal, mas da imaginação humana. Sabemos disso graças a abnegadas como a antropóloga E.D. Starin, que passou cinco anos na Gâmbia observando macacos e registrou apenas cinco casos de masturbação com ejaculação. Detalhe: os machos estavam em contato visual com outras fêmeas, algumas delas copulando com outros machos – uma versão selvagem do Xvideos.

Ou seja, por mais que chimpanzés cocem a virilha no zoológico e constranjam visitas escolares, o homem ainda é o único animal que se masturba de forma consciente, para atingir o orgasmo. Jesse Bering, doutor em psicologia e autor do recém-lançado Devassos por Natureza: Provocações Sobre Sexo e a Condição Humana, contexto é fundamental. “Da próxima vez que você se sentir no clima, deite na cama, apague a luz, não pense em nada e não veja nada. Em seguida tente só com o toque atingir o clímax.” Acredite, não é tão fácil. É a cognição humana que faz com que um adulto se masturbe a cada 72 horas – em média, com ampla e folclórica variação. O problema é quando a cognição vira compulsão.

CINCO SENTIDOS CONTRA UM

O estudo de Cambridge, citado no começo do texto, mostrou que o pornô vicia da mesma maneira que algumas substâncias, desregulando o cérebro. Quando um vídeo proporciona prazer, esse prazer leva você a buscar outro vídeo. Cada novo clique é um estímulo para o centro de recompensa, que se torna dependente dessa anestesia constante. “A pornografia, como o álcool e as drogas, enfraquece nossa capacidade de enfrentar certos tipos de sofrimento (…) ela reduz a nossa capacidade de tolerar nossos dois humores ambíguos e oscilantes: a preocupação e o tédio”, escreve o filósofo Alain de Botton em Como Pensar Mais Sobre Sexo. Longas maratonas no PornTube podem ser uma fuga de problemas.

Outra coisa: chega uma hora em que os vídeos corriqueiros não são mais suficientes. Você não se excita mais vendo o papai-e-mamãe de sempre, nem o mamãe-e-mamãe ou papai-e-papai. Como nas drogas, você vai desenvolvendo uma tolerância e precisa de mais para se satisfazer. Logo, logo, o sujeito está indo atrás de coisas pesadas e ilegais, como cenas reais de estupro e pedofilia. E é aí que muitos decidem procurar ajuda.

Há algum tempo, já existem grupos de apoio para usuários compulsivos de pornografia, mas agora surgem na internet grandes fóruns para discutir o tema e buscar soluções – nem que seja encontrar disposição para ir ao supermercado ou ao banco. O maior portal sobre o tema se chama yourbrainonporn.com e lá você encontra de estudos científicos a depoimentos informais. Gary Wilson, o psiquiatra por trás da ideia, chegou a dar uma palestra no TED sobre os efeitos da pornografia no cérebro – cujo vídeo alcançou uma audiência digna de hit pornô, 2 milhões de acessos. “As pessoas estão começando a questionar se é isso que elas querem para as suas vidas. Muitas chegam à conclusão de que pornografia demais é um atraso”, diz Wilson. O psiquiatra também atribui à pornografia mudanças de etiqueta (“nossas avós não faziam sexo oral e anal como se faz hoje”) e estética: “Depilações radicais, cirurgias íntimas e clareamento dos genitais, antes restritos a atrizes pornô, passaram a fazer parte do cotidiano”.

Mas o vício em pornografia pode estar trazendo problemas mais graves: disfunção erétil e dificuldade para ejacular têm complicado a vida de homens cada vez mais jovens. E há casos de quem não consegue, ou nem faz mais questão, de conhecer uma pessoa real ou sair de casa. Para a filósofa Márcia Tiburi, isso acontece porque é mais fácil se relacionar com um avatar: “Uma pessoa concreta me obriga a tomar posição, a reagir, a interagir. Uma imagem é só um objeto que se submete à manipulação”.

JUSTIÇA COM AS PRÓPRIAS MÃOS

Quer dizer que fizemos a Revolução Sexual para ir para casa fazer sexo com nós mesmos? O futuro é um quarto escuro iluminado pela tela de um tablet trepidante? Calma. Não há nada de errado com a masturbação, nem com pornografia, desde que elas não afetem a sua vida (ver teste ao lado).

Aliás, tirando quem realmente tem um problema sério, o que mais se observa é uma tentativa do “uso consciente” dos sites adultos. Sabe a tendência que já se espalhou de dar um tempo nas redes sociais? Pois é, muitos jovens têm chegado à conclusão que, assim como o uso exagerado do Facebook e Twitter, a pornografia está tirando um tempo precioso de suas vidas. Passar a noite de vídeo em vídeo pode ser prazeroso no curto prazo, mas vale a exaustão do dia seguinte? “Do modo como é hoje, a pornografia pede que deixemos para trás nossa ética, nosso senso estético e nossa inteligência”, constata Alain de Botton. Vem daí aquela sensação de repugnância e derrota quando a euforia chega ao fim. Mas não precisa jogar o computador fora, abandonar tudo e ir morar numa montanha. Assim como com outras tentações, você precisa estar consciente do risco que corre e simplesmente apreciar com moderação. “Acho que essa reflexão acerca do nosso comportamento é mais enriquecedora que o resultado de qualquer estudo”, diz Wilson.

O certo é que a pornografia nunca vai acabar. Ela é fundamental na vida sexual de quem menos se imagina. No livro Bunny Tales – Behind Closed Doors at the Playboy Mansion (“Contos da Coelhinha – Atrás de Portas Fechadas na Mansão da Playboy”, sem edição brasileira), a modelo Izabella St. James conta como foi ser parte do harém do fundador da Playboy. Aos 78 anos, Hugh Hefner ainda realizava orgias todas as quartas e sextas. E, na hora de finalizar, dispensava as namoradas: gozava assistindo vídeos.

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 brothers


A internet é pornô

30% de tudo que circula na rede é pornografia

12 min é o tempo médio que uma pessoa passa num site de pornografia

Entre os usuários de sites pornô 70% são homens / 30% mulheres
O portal pornô Xvideos tem o triplo de acessos que o site da CNN   

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Amor nos tempos do chifre

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Estamos traindo mais. Mas a culpa não é só nossa. O mundo mudou – e nos deu novas maneiras de olhar para o lado sem culpa ou medo das consequências. Vivemos o… Amor nos tempos do chifre.


A cidade de Nova York entrou em rebuliço quando um outdoor apareceu em plena Times Square, em julho de 2008, com os seguintes dizeres: Life is short. Have an affair (Traduzindo: “A vida é curta. Tenha um caso”). A gritaria dos donos de prédios da região e da mídia americana foi tanta, que o cartaz acabou retirado 3 dias depois. Era um anúncio do site Ashley Madison, uma comunidade virtual canadense para pessoas casadas e interessadas em arrumar amantes. Na opinião dos queixosos, um estímulo à infidelidade não podia ficar exposto ali, pra todo mundo ver (ainda mais daquele jeito, ilustrado com uma foto nada decorosa de um casal em um quarto de hotel). Desde então, anúncios da Ashley Madison já foram recusados pela rede de TV americana NBC, pelo portal MSN e pela Liga de Futebol Americano (não fosse o veto, espectadores do Super Bowl veriam o slogan Who are you doing after the game?, algo como “Quem você vai pegar depois do jogo?”).

A revolta dos americanos não prejudicou em nada o boom que o Ashley Madison viveu nos últimos tempos. O site tem 3,5 milhões de usuários – 70% deles cadastrados nos últimos dois anos. Eles vasculham os perfis uns dos outros e paqueram por mensagens. E prepare-se, leitor, porque a empresa conta com o lançamento de uma versão do site para o Brasil ainda em 2009. (Por enquanto, cerca de 50 membros cadastrados no site canadense declaram morar aqui.) Esse sucesso é exemplo da nova era de infidelidade em que vivemos. A traição é hoje alimentada não só por nossos desejos mas também pela mudança recente no comportamento das mulheres, pelo avanço da tecnologia e por uma mãozinha da medicina. Goste ou não o pessoal da Times Square, os chifres estão mesmo na moda – e parece que para ficar.

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Convenhamos, pular a cerca sempre foi um hábito da humanidade. Einstein era adepto da prática, e até contava sobre as “outras” para a família. O casal Sartre e Simone de Beauvoir vivia em harmonia com seus amores “contingentes”, nome que davam aos casinhos. Mas parece que o velho ditado “Se não é corno, já foi ou será” fica cada vez mais verdadeiro. Estudos mostram que estamos traindo mais. E não tem álibi que desminta isso.

Repare no comportamento dos brasileiros. Em 2008, 68% dos homens e 42% das mulheres confessaram já ter traído o parceiro de namoro ou casamento, segundo um estudo feito com 8 237 pessoas em 10 capitais do país pela psiquiatra Carmita Abdo, professora da Faculdade de Medicina da USP. Em 2003, os infiéis eram 51% dos homens e 26% das mulheres. Isso não significa que deu a louca nos brasileiros. O mesmo aconteceu nos EUA. Lá, 21% dos homens e 11% das mulheres assumiam ter traído em 1991. Quinze anos depois, eram respectivamente 23% e 17%, segundo entrevistas feitas pela Universidade de Chicago e analisadas por David Atkins, professor de psiquiatria da Universidade de Washington. O que explica o aumento? “A vontade de trair sempre existiu”, diz a antropóloga Helen Fisher, professora da Universidade Rutgers, nos EUA, e autora de vários livros sobre amor, sexo e casamento. “As circunstâncias para isso é que estão mais propícias no mundo moderno.” Para entender que circunstâncias são essas, vamos começar pela trajetória de uma das principais protagonistas do surto da infidelidade: a mulher.


A morte da Amélia

As conquistas das mulheres nos últimos anos são de dar inveja a qualquer feminista queimadora de sutiãs. Elas consolidaram seu espaço no mercado de trabalho. Tornaram-se independentes de seus maridos. Diminuíram o número de filhos grudados na barra da saia. (A taxa média de natalidade por brasileira, de 3 filhos em 1991, já caiu para menos de 2). O pacote que resultou foi uma mulher mais autônoma e livre para tomar suas decisões – inclusive sobre com quem dormir a cada noite. É claro que elas também podiam trair quando ficavam com a barriga no fogão. Mas suas opções estavam restritas ao marido da vizinha, ao verdureiro ou aos frequentadores do clube. Já em uma empresa, há muito mais caças (e caçadores) no jogo. Esse novo status também deu à mulher mais poder de barganha. Na equação independência + dinheiro + opções de relacionamento que o emprego garantiu às mulheres, o resultado só poderia ser uma baita dor na cabeça nos homens. É por isso que comportamentos antes tolerados sem qualquer reclamação – do imperdível futebolzinho à safadeza aberta – podem hoje detonar a busca por outro companheiro. “O comportamento comum da mulher é trair só quando seu relacionamento está com problemas”, diz Carmita Abdo.

Essa alergia ao homem chato aparece principalmente nas gerações mais jovens. Quase metade das brasileiras de até 25 anos entrevistadas diz já ter traído. São mulheres recém-casadas ou que ainda namoram. No caso das namoradas, o que as fez ouvir o diabinho da tentação, segundo Carmita, foi a falta de resposta para a perguntinha que todo homem odeia ouvir: “Para onde vai nosso relacionamento?” No das casadas, o motivo geralmente é a decepção com o namorado que virou sapo depois do casório. Frustradas, todas acabaram nos braços de outro alguém.

Oi, quer tc?
A tecnologia é uma maravilha da modernidade, certo? Se você respondeu “sim”, talvez nunca tenha percebido o quanto ela ajuda a criar galhos na sua cabeça. Veja o caso do celular. Antes de ele aparecer, falar com a outra ou o outro dava um trabalhão. Um homem tinha de sussurrar no telefone do trabalho, esperar a esposa ir ao banheiro para ligar de casa ou gastar um saco de fichas no orelhão. A chegada do celular libertou os pombinhos clandestinos. Tem equilibrista de mulheres que anda até com vários aparelhos, um para cada amor.

E a internet, então? Comunidades virtuais como orkut são um ambiente propício para conhecer gente interessante (ou interessada em aprontar). Sem falar nas declaradamente mal-intencionadas, como o polêmico Ashley Madison e uma versão tupiniquim mais humilde, chamada Só Casados – inaugurado em janeiro, o site tem 173 membros. Como cereja do bolo, a web é o berço de empresas como a Alibi Network, que inventam mil e uma desculpas para você se encontrar com a filial sem indispor a matriz. Por tudo isso, a internet é ponto de partida para marinheiros de primeira viagem no jogo da traição. É acessível a qualquer hora, dispensa o gasto com um drink no primeiro encontro, e permite que você coloque um pezinho na água pra ver se gosta da coisa. Ah, e o mais bacana: você pode fingir que é mais jovem, mais magro, mais atraente. “Trair não é uma decisão fácil. A internet ajuda quem precisa tomar coragem”, diz Mirian Goldenberg, antropóloga estudiosa das relações extraconjugais há duas décadas.

A grande dúvida é: um flerte online é traição? Parece que muita gente diria que sim, a contar pela oferta de softwares que ajudam os ciumentos a descobrir tudo o que o companheiro faz na web – os programas copiam conversas de bate-papo, sites, senhas de e-mail. Crime consumado ou não, o que se sabe é que um comportamento online promíscuo pode, sim, contaminar a vida real. Em uma pesquisa realizada nos EUA, 30% dos entrevistados responderam que traíram fora da internet depois de manter encontros sexuais virtuais e consumir avidamente pornografia online. A quantidade de material adulto disponível, aliás, explodiu com a internet. E sabe-se que a pornografia tem, sim, relação com a infidelidade: nos EUA, quem assiste a vídeos pornográficos tem 2,2 mais chances de trair, estatisticamente, do que aqueles que não veem. “Essa relação parece ser mais forte principalmente entre os rapazes, maiores consumidores desse tipo de material”, diz o professor David Atkins, da Universidade de Washington, em um estudo sobre o assunto. Talvez esse efeito tenha dado um empurrãozinho aos índices de traição de homens americanos de até 25 anos. Entre 1991 e 2006, a porcentagem deles que assumiu já ter tido um caso subiu de 13% para 19%. É, a juventude está ficando mais assanhada. E o engraçado é que os velhinhos também.

Velhice transviada
Há 10 anos foi lançada no mercado a primeira droga contra a disfunção erétil. De lá pra cá, só o Viagra já foi usado por 35 milhões de homens no mundo, uma safra que ganhou uma segunda chance no amor. “Entre 20 e 30% dos que haviam perdido a atividade sexual conseguiram recuperá-la. Não só pelo efeito físico das drogas mas também pela confiança que elas geraram”, diz Renato Maia Guimarães, presidente da Associação Internacional de Gerontologia e Geriatria. Alguns deles não evitaram um escorregão. Em 2003, 55% dos homens brasileiros acima de 61 anos admitiam ter tido um caso. Em 2008, foram 66%.

Essa potência para satisfazer duas (ou mais) mulheres não é só atribuída às pílulas. Hábitos mais conscientes de alimentação, a difusão da educação e melhores condições econômicas têm contribuído para o nosso bem-estar – desde 1997, a esperança de vida do homem brasileiro passou de 66,5 anos para 69. Tratamentos mais eficazes no controle de doenças como diabetes, que podem causar a impotência, também trouxeram sua contribuição. E vale lembrar que o mar está para peixe. Na terceira idade, há 1,3 mulher para cada homem. Isso significa um mercado de 2,4 milhões de brasileiras completamente livres e desimpedidas para amar.

Mas, se estamos numa carreira desabalada rumo a um mundo de chifrudos, existe um jeito de apertar o freio? Para responder isso, primeiro é preciso entender por quê, biologicamente, traímos.


Chifre: é da sua cabeça

Temos 3 circuitos no cérebro responsáveis por detonar hormônios que geram desejo, amor romântico e apego. Cada um deles é independente dos outros e funciona quando bem quer – e é por isso que uma mulher pode amar seu marido, ter uma atração fulminante por um colega de trabalho e se sentir tão próxima daquele ex-namorado, tudo ao mesmo tempo agora. “O amor volúvel é parte do plano da natureza”, escreve Helen Fisher em seu livro Por Que Amamos. Para a antropóloga, essa seria uma estratégia evolutiva para que tenhamos mais descendentes. Os homens estariam liberados para espalhar por aí os bilhões de espermatozóides que produzem por mês, e as mulheres poderiam conseguir proteção e comida extras para seus filhos com o apoio de um amante.

Ok, o cérebro nos liberou para chifrar. Mas ainda há muita discussão sobre como o corpo influencia nossa fidelidade. Um estudo feito em 2008 pelo Instituto Karolinska, em Estocolmo, indica que a variante de um gene, presente em 2 de cada 5 homens, os predisporia a ter relacionamentos turbulentos – o que poderia gerar a traição. Uma pesquisa recém-divulgada pela Universidade do Texas diz que mulheres com maior nível de estradiol – hormônio ligado à fertilidade – são mais autoconfiantes e se satisfazem menos com os parceiros. São análises que tentam desvendar um assunto ainda nebuloso.

Mas voltemos à questão do freio. A resposta pode ser simples: amor. Um estudo da Universidade McGill, em Montreal, mostrou que mulheres tendem inconscientemente a proteger seu relacionamento quando sentem que podem se interessar por outro. O teste era simples: 150 pessoas foram convidadas a pensar em alguém atraente. Logo depois, participaram de um jogo que consistia em preencher letras que faltavam em palavras, como THR_AT. Nesse caso, a maioria das mulheres escreveu THREAT, ou “ameaça” em inglês. Os homens escreveram THROAT, ou “garganta”. Durante a dinâmica, respostas como essas (LO_AL virou LOYAL, “fiel”, para elas e LOCAL, “local”, para eles) mostraram que pensar em pessoas atraentes dispara um sinal de alerta na mente das mulheres. Mas os homens também fazem bonito. Os que estão apaixonados são os que encaram por menos tempo fotos de belas mulheres, segundo uma pesquisa da Universidade da Flórida. Outro ponto positivo: a fidelidade ainda é tida como um valor importante. Ela foi apontada pelos brasileiros como o principal item para um casamento feliz, segundo o Instituto Datafolha. Pode ser uma esperança para os casais nesses tempos do chifre.

Treído pelo avanço das mulheres

O rapaz comemorou quando sua namorada conseguiu um bom emprego. Mas, de repente, ela passou a viajar a trabalho e fazer hora extra. Foi assim que ele veio parar aqui.

Traída pela tecnologia

Enquanto encerava o chão, cozinhava e lavava a roupa, seu marido navegava na internet e conhecia mulheres. Quando ela percebeu, ele já estava em outra.

Traída pela medicina

O marido dela andava sempre cabisbaixo. Até que experimentou uma pílula muito potente. Ele ganhou tanta energia que começou a passar horas e horas fora de casa. E ela ficou só.

Crime…

Quantos pulam a cerca no Brasil, por idade26 a 40 anos -  Homens – 67% – Mulheres – 46%

41 a 50 anos – Homens – 71% – Mulheres – 33%

51 a 60 anos – Homens – 71% – Mulheres – 29%

Fonte: Carmita Abdo. Entrevistados: 8237 pessoas em 10 cidades.

…E castigo
Onde enganar a patroa (ou o patrão) pode ser perigoso

Brasil
Pasmem. Adultério por aqui era crime até 2005. Na verdade, a lei já havia caído em desuso lá pelos anos 60, mas previa expressamente: pena de detenção de 15 dias a 6 meses.

EUA
Traição significa multa e detenção em alguns estados, como Michigan. Lá, um juiz polemizou ao dizer, em 2006, que a interpretação da lei poderia dar até prisão perpétua aos infiéis.

Coreia do Sul
Quem trai pode ficar na cadeia por até dois anos. Em dezembro, Ok So-ri, uma atriz de novelas famosa no país, pegou 8 meses de detenção, mas ganhou liberdade condicional.

Paquistão
Desde 2000, os adúlteros não são mais criminosos. Mas grupos religiosos islâmicos ainda aplicam, clandestinamente, sua pena: apedrejamento até a morte.

Fonte: Luiz Flávio Gomes, professor de direito penal; Consulado dos EUA; Embaixada da Coreia do Sul; Consulado do Paquistão.

Liberou geral
Os mais jovens e os mais velhos estão perdendo os pudores no Brasil

Quantos traíam (2003)

Até 25 anos

2,5 em cada 10 mulheres
4,5 em cada 10 homens

Acima de 61 anos
2 em cada 10 mulheres

5,5 em cada 10 homens

Quantos traem (2008)

Até 25 anos
4,9 em cada 10 mulheres
6,5 em cada 10 homens

Acima de 61 anos
2,1 em cada 10 mulheres
6,6 em cada 10 homens

Fonte: Carmita Abdo.

Entrevistados em 2003: 7 103 pessoas em 18 cidades.

Entrevistados em 2008: 8237 pessoas em 10 cidades.

Garota engole o celular para o namorado não ler as mensagens comprometedoras

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Namorado contou como a tragédia aconteceu; médicos estão curiosos para saber o que tem nas mensagens

A paulista Adriana Andrade, 19 anos, que mora na zona leste de São Paulo, foi submetida a uma cirurgia de emergência, após engolir um aparelho celular, para o namorado não ler as mensagens de texto que poderiam comprometer o relacionamento dos dois.
O namorado, Renato Rodrigues Reto, contou que a jovem negou entregar o aparelho para ele ler as mensagens, se mostrando bastante nervosa ela saiu correndo com o celular na mão, mas quando percebeu que o namorado iria alcança-la, para tomar o celular, resolveu engolir o aparelho.
“Não acreditei no que vi, ela colocou o celular na boca e engoliu”, disse Renato, assustado e curioso para saber o que tem no celular da namorada.
Segundo os médicos, Adriana não corre risco de vida, nem de morte, mas deverá ficar alguns dias sendo observada no hospital. Os médicos também estão curiosos para saber que tipo de mensagem de texto a jovem esconde do namorado.

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brothers

O Mal Eletrônico

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Guarda com toda a diligência o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Pv. 4:23

É inegável o poder dos meios de comunicação para utilizar a informação e o conhecimento tanto com objetivos nobres como educar, conscientizar e formar opinião, como também com objetivos não tão nobres, como manipular o seu público alvo no sentido de incutir valores culturais, formar e modificar imagens de instituições e indivíduos, criar e destruir hábitos de consumo. Neste sentido, a mídia é verdadeiramente um agente social poderoso, em função da credibilidade, da aceitação e da autoridade com que alcança a maioria dos lares, sobretudo nas regiões urbanas. Por esse motivo, ela já foi considerada como o quarto poder social.

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Por refletir a ideologia socialmente dominante; que hoje não é mais ditada pelos donos do capital, mas pelos donos do conhecimento tecnológico, a mídia secular tende a expressar de forma imediata quaisquer mudanças ocorridas nesta base ideológica, sejam elas de cunho científico, econômico ou cultural. Esta ideologia é traduzida no processo de veiculação para uma linguagem adequada ao seu público alvo, quer de forma direta, através da informação jornalística, quer de forma indireta, através da sua inserção em roteiros de programas de televisão como humorísticos e telenovelas. Os  costumes de uma sociedade refletem sem dúvida os seus valores filosóficos, religiosos e morais.

De todos os meios de comunicação de massa, o mais poderoso é sem dúvida a televisão. As famílias modernas das classes de baixa a média renda, têm na televisão muitas vezes a sua única forma de entretenimento. Passam diante da televisão um tempo significativo de suas vidas; recebendo de forma passiva e alienada, diariamente nesse processo, uma enxurrada de informação. Esta informação é altamente seletiva e manipulativa e impõe um padrão de vida e felicidade a ser alcançado, com objetivos e ideais muitas vezes de realização naturalmente inviável ou indesejada, mas tornados possíveis e necessários por esse veículo de comunicação.

A violência, a miséria, a prostituição e o grotesco, são mazelas que sempre existiram, mas se acham extensivamente disseminadas na sociedade pós-moderna. Não são somente toleradas, mas também economicamente exploradas, de forma aberta e intensiva. Em nossa cultura atual, as mazelas sociais são normalmente transformadas em objeto de consumo, por um processo mórbido que primeiro banaliza a realidade, depois a glamoriza e em seguida a transforma em produtos comercializados através das mídias artística e de comunicação. Um exemplo emblemático e recente disto foi a elevação em 2009, pelo governo do Rio de Janeiro, dos chamados bailes funk, à categoria de cultura popular, proibindo a repressão policial até então praticada. Estes bailes, que como é de conhecimento geral, fazem apologia à prostituição, ao tráfico de drogas e à pedofilia, são agora incensados como a mais legítima forma de manifestação cultural de periferia.

O formato dos telejornais, intencionalmente ou não, impede a reflexão sobre o conteúdo das notícias divulgadas, evitando assim a formação de um senso crítico profundo e consequente pelo telespectador.  Dessa forma, a capacidade de mobilização do público desta mídia torna-se superficial e limitada a simples expressões de opiniões esparsas que não produzem nenhuma ação efetiva relacionada aos problemas apresentados. Os programas de entretenimento, ao contrário, são os que recebem maior profundidade e tempo disponível na grade de programação. De todos os programas veiculados pela televisão entretanto, a telenovela  e seus congêneres, como os soap operas americanos, são sem dúvida os de maior poder de influência, e talvez menos nocivos apenas que os chamados reality shows.

A primeira telenovela da televisão brasileira foi ao ar em 1951, na Rede Tupi, pouco mais de um ano após a primeira transmissão desta midia no Brasil. Baseada nas radionovelas, a teledramaturgia deste período se caracterizava pelo estilo folhetinesco. Como programação diária ela entrou no cotidiano brasileiro em 1963 e já em 1964, tornou-se o programa de maior audiência, com O Direito de Nascer, também da Rede Tupi. As emissoras descobriram então o potencial comercial do gênero e passaram a investir maciçamento em instalações e equipamentos. Até o final dos anos 60 entretanto a telenovela não era uma representação da realidade brasileira, e inspirava-se nos melodramas mexicanos, cubanos e argentinos.

A telenovela assumiu um estilo brasileiro a partir da produção Beto Rockfeller, de 1968, da TV Tupi. Nesta telenovela, o personagem principal encarnava um malandro brasileiro, inteligente, criativo e amoral. Esta telenovela inaugurou uma fórmula que depois se tornaria popular, de que é sempre possível a ascenção social de pessoas de uma classe social humilde, através do relacionamento com pessoas de classes mais abastadas. Beto Rockfeller foi o marco que associou a telenovela à modernização econômica e cultural do Brasil, passando a se tornar a principal vitrine de novos modelos de comportamento social, da mesma forma que um desfile de modas é uma vitrine das tendências mais atuais da moda em geral.

Os roteiros de telenovelas normalmente associam os novos modelos de comportamento social apresentados a personagens socialmente bem sucedidos, cultos e glamurosos, reforçando assim a mensagem de que os papéis que eles representam são intrinsecamente positivos e portanto, modelos a serem imitados. Expressar um comportamento contrário a estes modelos significa, da mesma forma que usar uma roupa que está em desacordo com as tendências dos figurinos atuais, correr o risco de ser tachado de alienado, retrógrado, conservador e moralista. Hoje, a telenovela é responsável pela sustentação econômica e pela maior parte dos lucros das emissoras de televisão. A identificação garante o sucesso do gênero junto ao público, cuja vida está sendo representada.

Nas telenovelas, o comportamento humano é tratado de forma absolutamente amoral, sendo recriminados apenas os comportamentos considerados antisociais, como roubos, agressões, abusos de crianças e adolescentes, etc. Neste sentido, o novo modelo cultural reflete o que Zygmunt Bauman chama de modernidade líquida, um tempo em que as transformações de identidade são absorvidas como fases de um imenso oceano cultural. É válido fazer tudo aquilo que traz mais sucesso e o que proporciona mais prazer e conforto para cada um.

Em seu trabalho de doutorado, o mestre em educação Marcus Tavares categorizou os relacionamentos das telenovelas seguindo os perfis de seus personagens, abrangendo as treze produções que a Rede Globo exibiu entre 2000 a 2008 .
Marcos identificou neste estudo, trinta e dois casos de “mais de um casamento ou relação estável”, vinte e nove casos de “relacionamentos curtos e descartáveis, com filhos fora do casamento”, onze casos de relacionamento estável ou extraconjugal com traição masculina, onze casos de relacionamento amoroso entre membros de uma mesma família, como primos e cunhados  e treze casos de prostituição por prazer ou “necessidade” financeira.

Os produtores e autores de telenovelas costumam se isentar de qualquer responsabilidade pela influência e formação de paradigmas comportamentais em seu público, afirmando que são meros cronistas sociais, ou sejam, mostram apenas a realidade social em que vivemos. Esta postura entretanto esconde, ou negligencia o fato de que os meios de comunicação em geral e em especial a televisão, são poderosos agentes reforçadores desta realidade que afirmam apenas retratar. A telenovela, por sua grande popularidade, talvez seja o gênero televisivo de maior potencial neste sentido, por ser um programa religiosamente assistido todos os dias por milhões de famílias. A sua influência perniciosa é maior sobretudo entre crianças, adolescentes e jovens.

Dessa forma, como agente veiculador de valores culturais, a televisão poderia agir no sentido de combater esta mesma degradação espiritual da sociedade que ela retroalimenta, recuperando os valores cristãos, caso evidentemente isto não contrariasse os interesses ideológicos sócio-econômicos que norteiam a sua programação. A televisão, como outros meios de comunicação, poderia estimular em seu público por exemplo, o senso crítico e a mobilização comunitária, em prol do bem comum. Entretanto, isto tornaria o público alvo desta mídia refratário à sua influência. A passividade do público é na verdade um elemento fundamental para a difusão e a assimilação dos valores culturais impostos pelo modelo ideológico que sustenta os meios de comunicação em geral.

Além disso, a alegação dos autores de telenovelas de que apenas representam a realidade em que vivemos é apenas uma meia-verdade, considerando-se as inúmeras distorções da realidade que são apresentadas nas tramas da teledramartugia. A seguir, aponto alguns exemplos destas distorções e fantasias:

a) As religiões em geral são inseridas nas telenovelas como temas exóticos, quando não criticadas diretamente por intolerância e preconceito em relação aos novos valores culturais. Quando tratadas seriamente, são sempre apresentadas de forma “pluralista” ou “ecumênica”, deixando claro o não reconhecimento de qualquer prevalência dos princípios cristãos, embora o cristianismo seja a religião com maior número de adeptos no país. Não há nenhuma reverência ( e nem mesmo referência) a Deus e o comportamento religioso é normalmente tratado como tacanho e bitolado, quando não abertamente ridicularizado.
b) A super-representação de brancos em relação a negros e pardos é um exemplo gritante da maneira como, por omissão, as telenovelas contribuem para a reprodução da discriminação social. Embora constituam mais de 40% da população economicamente ativa brasileira, na história da teledramaturgia brasileira, o afro-descendente é minoria absoluta nos elencos.
c) Já em relação à realidade sócio-econômica, o que ocorre é uma sub-representação da pobreza e mesmo da miséria que ainda imperam na maior parte do país. Sobre este fato, o diretor Walter Avancini afirmou, em 2001: “A novela continua atendendo a códigos de linguagem, gostos e ambições da classe média. A classe trabalhadora é apresentada como caricata”.
d) Muitas telenovelas apresentam ainda a velha fórmula que transmite a idéia fantasiosa de que é comum a ascenção social de pessoas pobres através de um relacionamento romântico com pessoas ricas, que não por acaso, são os protagonistas da história. Neste sentido, a telenovela veio a se tornar uma espécie de fábula moderna, alimentando a imaginação de jovens românticas e despertando uma admiração cada vez maior pelas pessoas de classes sociais abastadas.

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A sociedade de consumo trata a informação, a produção artística e a mensagem religiosa como produtos de consumo, a serem adquiridos como tal pelos consumidores, dos quais se espera uma assimilação acrítica destes produtos e da propaganda comercial que os acompanha. O cidadão urbano de nosso tempo é bombardeado a todo instante por um volumoso conteúdo de informações e idéias, transmitido através da mídia artítistica e de comunicação, e consome este conteúdo de forma como foi condicionado, ou seja, do modo mais passivo possível. No modelo cultural estabelecido pelo domínio científico e tecnológico, as mazelas sociais são tratadas de forma a criar na sociedade uma postura de conformismo e acomodação. A responsabilidade pelos problemas sociais é assim transferida às autoridades constituídas, eximindo a sociedade civil de qualquer co-participação nesta responsabilidade.

A formação cultural desta atitude do individuo como espectador passivo da mídia artística e de comunicação contribuem para a formação no cristão, de uma atitude semelhante em relação à igreja, que ele vê apenas em sua dimensão espiritual, não percebendo que como corpo de Cristo, cabe à igreja a construção do Reino de Deus no mundo. O cristão incauto, que ainda não amadureceu ou não despertou do sono espiritual, carece de sabedoria e discernimento e se acostuma assim a ver a si mesmo apenas como estrangeiro e forasteiro no mundo, anelando a cada dia pela vinda de Cristo, que irá arrebatá-lo e levá-lo para a sua morada celestial.

Entretanto, ele se esquece de que a sua morada definitiva será neste mundo e não em outro mundo, pois é aqui que Deus construirá os novos céus e a nova terra de que falam as Escrituras. Esta atitude conformista é em sua essência anticristã, pois é Paulo que exorta cada cristão a ser “sal da terra”,  ou seja, agente de transformação do mundo e a não se conformar com o mundo, mas a se transformar pela renovação de sua mente, de forma a se tornar um realizador da “boa e perfeita vontade de Deus”.

Esta condição se manifesta claramente no comportamento dos cristãos em suas igrejas, onde ao invés de assumirem sua posição como servos do corpo de Cristo; obreiros fieís capazes de renúncia e cooperação, guerreiros e atalaias alertas, comportam-se como meros assistentes de cultos, recreando a si próprios em adoração carnal e louvores e que de forma alguma agradam a Deus. Esquecem-se ou ignoram que o espírito deve ser a sentinela permanente da alma, guardando a mente e o coração de toda má influência mundana e espiritual.

Permitem que seus filhos passem horas e horas à frente da televisão e dos games eletrônicos, assimilando os valores transmitidos, em geral de forma subjacente. Entretanto, queixam-se mais tarde que estas mesmas crianças e adolescentes, se recusam a obedecê-los nas coisas mais simples e a compartilhar seus valores cristãos. Nunca me canso de repetir o dramático apelo de Paulo aos Efésios, que ecoa ainda em nosso tempo porque a nós também é dirigido:

“Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará.Portanto, vede diligentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, usando bem cada oportunidade, porquanto os dias são maus.” Efésios 5:14-16

Logo após estes versos, Paulo exorta os efésios a não se embriagarem com vinho, “no qual há devassidão”, mas com o Espírito, falando uns aos outros “em salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor”. Creio que a maioria dos cristãos já abandonou o hábito de se embriagar com vinho físico, mas ainda se embriagam de vinhos mais sutis, que entorpecem a mente e o corrompem o coração.

fonte: http://portasabertas.com/televisao.php

Metade dos pastores evangélicos nunca leu a Bíblia toda, aponta estudo

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Cerca de 50,68% dos pastores e líderes nunca leram a Bíblia Sagrada por inteira pelo menos uma vez. O resultado é fruto de uma pesquisa feita pelo atual editor e jornalista da Abba Press & Sociedade Bíblica Ibero-Americana Oswaldo Paião, com 1255 entrevistados de diversas denominações, sendo que 835 participaram de um painel de aprofundamento. O motivo é a falta de tempo, apontaram os entrevistados.

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Oswaldo conta que a pesquisa se deu através de uma amostragem confiável e que foi delimitada. Segundo ele a falta de tempo e ênfase na pregação expositiva são os principais impedimentos. “A falta de uma disciplina pessoal para determinar uma leitura sistemática, reflexiva e contínua das escrituras sagradas e pressão por parte do povo, que hoje em dia cobra por respostas rápidas, positivas e soluções instantâneas para problemas urgentes, sobretudo os ligados a finanças, saúde e vida sentimental”, enumera Oswaldo.

A maioria dos pastores corre o dia todo para resolver os problemas práticos e urgentes dos membros de suas igrejas e os pessoais. Outros precisam complementar a renda familiar e acaba tendo outra atividade, fora a agenda lotada de compromisso. Os pastores da atualidade, em geral, segundo Paião, são mais temáticos, superficiais, carregam na retórica, usam (conscientemente ou não) elementos da neurolinguística, motivação coletiva, força do pensamento positivo e outras muletas didáticas e psicológicas. Oswaldo arrisca dizer que muitos ‘pastores precisam rever seus conceitos teológicos e eclesiológicos, sem falar de ética e moral, simplesmente ao ler com atenção e reflexão os livros de Romanos, Hebreus e Gálatas. E antes de ficarem tocando Shofar e criando misticismo, deveriam ler a Torá com toda a atenção, reverência e senso crítico’.

Fonte: Creio / Gospel+

O comércio de crack, Drauzio Varella

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Folha de São Paulo


A dependência química não é mero hábito de pessoas sem força de vontade para livrar-se dela


A DISSEMINAÇÃO vertiginosa da epidemia de crack deixa a sociedade perplexa. Tememos por nossos filhos, pela violência que caminha no rastro da droga, lamentamos o destino dos farrapos humanos que perambulam pela cidade, mas nos sentimos impotentes para lidar com problema social de tamanha complexidade.
Diante desse desafio, a única saída que fomos capazes de encontrar é a de reprimir. Partimos do princípio que se prendermos todos os traficantes, as drogas ilícitas desaparecerão ou chegarão aos centros urbanos a preços proibitivos.
Alguém já disse que todo problema complexo admite uma solução simples; sempre errada. Pretender acabar com o crack por meio da repressão é ingenuidade. Gastamos fortunas para conseguir o quê? Cadeias lotadas, polícia corrompida, violência urbana, judiciário sobrecarregado, traficantes poderosos, mortes de adolescentes e droga barata. Barata como nunca.

Tratar o uso de crack como simples caso de polícia é política pública destinada ao fracasso. É enxugar gelo, como disse um delegado.
Os jornalistas Mario Cesar Carvalho e Laura Capriglione publicaram neste jornal (caderno Ilustríssima de 23/6/10) uma das análises mais brilhantes que já li sobre a epidemia de crack no Brasil. Para eles, é impossível compreender como uma droga com tal poder destrutivo se espalhou pelo país sem analisar os dados econômicos envolvidos em seu comércio. Estão certíssimos.

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Citando dados da Polícia Federal enviados à ONU, os autores fazem a seguinte análise: “um grama de cocaína vale R$ 6 no atacado e R$ 25 no varejo, gerando um lucro de 300%. O lucro do crack é menor, de 200% -o traficante graúdo pega o grama por R$ 4 e o revende por R$ 12. O que faz toda a diferença do crack é o tamanho da clientela em potencial. As classes C, D e E correspondem a 84% da população do país (162 milhões de pessoas)…”
Segundo os dois jornalistas, as propriedades farmacológicas da cocaína fumada sob a forma de crack, causadoras da sensação imediata de prazer intenso que leva ao uso compulsivo, e a liquidez espantosa que o crack encontra nas ruas completam o quadro.
Há mais um detalhe a considerar. No comércio de qualquer mercadoria, os custos para transportá-la do centro de produção ao de consumo são cruciais para o sucesso das vendas. No caso das drogas ilícitas, esse gasto é irrelevante.

Se um traficante pagar 2 mil dólares por quilo de cocaína pura na Bolívia, e um piloto cobrar a quantia absurda de 500 mil dólares para transportar 500 quilos para os Estados Unidos num voo clandestino, que diferença fará? O preço final aumentará apenas 1.000 dólares por quilo, que será vendido por 30 mil dólares em Nova York.
É impossível eliminar do mercado um produto com essas características, comercializado por capitalistas selvagens que não recolhem impostos nem reconhecem direitos trabalhistas, com poder suficiente para corromper a sociedade e condenar à morte os que lhes prejudiquem os negócios.

Veja os americanos, leitor. Investiram na guerra contra as drogas mais do que a soma gasta por todos os países reunidos, e qual foi o resultado? São os maiores consumidores do mundo.
O que fazer, então? Cruzar os braços?
A forma mais sensata de enfrentá-lo é reduzir o número de usuários. Dependência química não é mero hábito de pessoas sem força de vontade para livrar-se dela, é uma doença grave que modifica o funcionamento do cérebro. Nós, médicos, devemos confessar nossa ignorância: não sabemos tratá-la porque nos falta experiência clínica e conhecimento teórico. Só recentemente a comunidade científica começa a se interessar pelo tema.
É preciso oferecer ao craqueiro uma alternativa de vida para tirá-lo das ruas. Além disso, criar novos centros de recuperação formados por equipes multidisciplinares de profissionais bem pagos, dispostos a aprender a lidar com os dependentes, a conduzir pesquisas e a definir estratégias baseadas em evidências capazes de ajudar os inúmeros usuários dispostos a escapar do inferno em que vivem.
O dependente de crack deve receber apoio social e deve ser tratado com critérios semelhantes aos que usamos no caso dos hipertensos, dos diabéticos, dos portadores de câncer, Aids e de outras doenças crônicas.

O melhor teste para descobrir se uma sociedade é justa

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O filósofo americano John Rawls investigou a justiça social. E criou uma teoria simplesmente brilhante

O filósofo americano John Rawls (1921-2002) se debruçou sobre esta pergunta. Em 1971, Rawls publicou um livro aclamado: “A Teoria da Justiça”.

A idéia central de Rawls era a seguinte: uma sociedade justa é aquela na qual, por conhecê-la e confiar nela, você aceitaria ser colocado de maneira randômica, aleatória. Você estaria coberto pelo que Rawls chamou de “véu de ignorância” em relação à posição que lhe dariam, mas isso não seria um problema, uma vez que a sociedade é justa.

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Mais de quarenta anos depois do lançamento da obra-prima de Rawls, dois acadêmicos americanos usaram sua fórmula para fazer um estudo. Um deles é Dan Ariely, da Universidade Duke, especializado em comportamento econômico. O outro é Mike Norton, professor da Harvard Business School.


Eles ouviram pessoas de diferentes classes sociais. Pediram a elas que imaginassem uma sociedade dividida em cinco fatias de 20%. E perguntaram qual a fatia de riqueza que elas supunham que estava concentrada em cada pedaço.

“As pessoas erraram completamente”, escreveu num artigo Ariely. “A realidade é que os 40% de baixo têm 0,3% da riqueza. Quase nada. Os 20% de cima têm 84%.”

Em seguida, eles aplicaram o “véu de ignorância de Rawls”. Como deveria ser a divisão da riqueza para que eles se sentissem seguros caso fossem colocados ao acaso na sociedade?

Veio então a maior surpresa dos dois acadêmicos: 94% dos entrevistados descreveram uma divisão que corresponde à escandinava, tão criticada pelos conservadores dos Estados Unidos por seu elevado nível de bem-estar social, e não à americana. Na Escandinávia, os 20% de cima têm 32% da riqueza. (Disse algumas vezes já e vou repetir: o modelo escandinavo é o mais interessante que existe no mundo, um tipo de capitalismo extremamente avançado do ponto de vista social.)

“Isso me levou a pensar”, escreveu Ariely. “O que fazer quando num estudo você descobre que as pessoas querem um determinado tipo de sociedade, mas ao olhar para a classe política parece que ninguém quer isso?”

Bem, uma das respostas à questão está na eclosão de protestos nos Estados Unidos. Os “99%” do movimento Ocupe Wall Street estão esperneando por uma sociedade mais justa, que se encaixe na tese do “véu de ignorância” de Rawls.

Os 99% não são representados nem pelos democratas e nem, muito menos, pelos republicanos. Barack Obama e Mitt Romney jamais aceitariam ser colocados aleatoriamente na sociedade americana tal como é. As chances de que eles terminassem num lugar bem diferente daquele que ocupam seriam enormes. Talvez eles tivessem que dormir em carros ou em barracas, depois de perder a casa na crise econômica, como acontece hoje com milhões de americanos.

Para usar o método de Rawls, eis aí a demonstração do que é uma sociedade injusta.



Gêmeos siameses ligados pelo tronco não querem se separar

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Os gêmeos siameses Shivanath and Shivram Sahu nasceram ligados pelo tronco, em Chhattisgarh (India). Eles têm quatro braços, duas pernas e a chance de se separarem.

Mas, depois de 12 anos realizando todas as atividades juntos, como tomar banho,  alimentar-se e até mesmo andar em uma bicicleta adaptada para ir à escola – eles se recusam a ser separados.


Barcroft Media/Other Images

Para alguns moradores de Balodabazar Lavan, o vilarejo onde os irmãos moram, os xifópagos são a encarnação de uma divindade. Os garotos compartilham o mesmo estômago, mas possuem cérebros, corações e pulmões independentes. Eles desenvolveram um modo próprio para subir escadas e caminhar que se assemelha ao de uma aranha. (Veja o vídeo aqui)

O médico que fez o parto dos gêmeos disse que eles não poderiam ser separados. Porém, recentemente, um pediatra renomado analisou as imagens de Shivanath e Shivram e disse ser possível fazer uma cirurgia para reverter a situação.

Barcroft Media/Other Images

Até os pais das crianças são veementemente contrários à operação. Eles dizem que os filhos viverão por toda a vida ligados um ao outro. Shivanth e Shivram têm duas irmãs sem anomalias.

(Texto: Ana Clara Otoni)

http://oglobo.globo.com/

10 coisas que deixam uma mulher com ciúmes

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Se você estiver em um relacionamento, ou desejar estar em um, é bom estar ciente das coisas que deixam as mulheres com ciúmes. Claro, elas variam de uma pessoa para a outra, já que nem todo mundo é igual. Mas é importante estar ciente de alguns sentimentos e ações que muitas vezes criam esse sentimento. Deste modo você poderá evitá-las e manter seu relacionamento em equilíbrio.



Link desta notícia        Mulher corta pedaço do nariz do marido a facada por ciúmes

Insegurança

A insegurança é a causa mais comum de ciúmes em homens e mulheres. Quando uma mulher é extremamente insegura, ela não é capaz de acreditar, lá no fundo, que seu marido ou namorado poderia estar realmente interessado nela. Essa insegurança se manifestará quando o vir interagindo com outras mulheres e, uma vez que ela tem tanta certeza de que não é digna do seu amor, será necessário apenas uma pequena e inofensiva reação para convencê-la de que ele está interessado em outra pessoa. Quanto mais insegura for a mulher, mais propensa estará ao ciúme.

Carência

Algumas mulheres precisam de muita atenção e carinho. Isso pode ser resultado de insegurança ou apenas uma característica pessoal. Algumas pessoas precisam de mais atenção do que outras, o que pode causar ciúmes, pois se você estiver dando atenção a uma pessoa, não poderá dá-la a outra. Então, uma mulher particularmente carente não vai gostar que a atenção do seu namorado seja monopolizada por ninguém e se o for, ela ficará com ciúmes.

Superioridade percebida

Se uma mulher estiver com um homem que ela acredita ser substancialmente superior a ela – financeira ou visualmente -, poderá ficar com ciúmes quando estiver ao seu lado. Isso ocorre porque sua atratividade percebida faz com que ela se sinta pouco atraente e esses sentimentos se manifestarão como ciúme.

Amigas

Muitas mulheres têm ciúmes das amigas de seus namorados. Isso acontece principalmente se existir um passado romântico entre o namorado e a amiga em questão. Esse ciúme é causado pelo relacionamento próximo de que alguns homens disfrutam com suas amigas. Algumas namoradas inseguras ficarão com ciúmes daquilo que perceberem como intimidade emocional.

Questão de confiança

Algumas mulheres têm dificuldade para confiar em seus parceiros. Isso acontece porque, muitas vezes, foram traídas no passado, seja por um namorado, marido ou até mesmo um membro da família ou amigo próximo. Uma vez que essa confiança sofreu danos, é muito difícil recuperá-la. Se uma mulher não confia em seu namorado, estará mais propensa a ter ciúmes.

Falta de informação

O ciúme pode vir da falta de informação. Se, por exemplo, uma mulher vir fotos de seu namorado com outra mulher em um site de rede social, poderá ter ciúmes se não souber quem é ela. Isso ocorre porque a imaginação corre solta. Se ela não souber que a mulher é irmã, namorada do melhor amigo ou companheira de trabalho, então poderá criar histórias e ligações devido à falta de informação.

Falta de conexão

As mulheres podem ficar com ciúmes se seus parceiros não passarem tempo suficiente com elas. Se você não passar bastante tempo com sua namorada, estará deixando de cultivar uma conexão entre vocês. Conforme essa conexão fica mais fraca, sua namorada pode ficar insegura, o que se manifestará como ciúme. Assim, certifique-se de ter tempo para ela se estiver viajando com frequência, trabalhando muito ou ocupado com algum projeto.

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Interpretações de comportamentos

O ciúme vem da maneira como uma pessoa interpreta o comportamento de outra. Uma mulher pode ficar com ciúmes unicamente por causa da forma como interpreta a maneira como seu marido olhou ou falou com alguém. Essa interpretação vem dela e não do comportamento do cônjuge.

Suposições razoáveis

O ciúme nem sempre é razoável. Se o namorado de uma mulher for sempre inacessível e constantemente chegar tarde em casa cheirando a perfume de outra pessoa, ela provavelmente ficará com ciúmes. No entanto, esse ciúme é razoável, especialmente se ele não puder fornecer uma razão para não ter atendido o telefone ou não souber explicar a origem do perfume. Tenha em mente que, enquanto o ciúme vier da insegurança, isso não significa que seja sempre errado e irracional.

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No dia da mentira, Jesus confronta os relativistas

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O relativismo e a verdade

[...] Sempre tem havido pessoas que usam sua mente de outra maneira. Alguns afirmam que não há realidade objetiva e conhecível fora de nós mesmos. Dizem que nosso pensar não produz conhecimento confiável de Deus ou de qualquer outra coisa fora de nós. Em vez disso, nossas observações e pensamentos apenas fazem surgir expressões de preferências e perspectivas pessoais. Então, o pensar não nos leva à verdade, ou à beleza, ou à bondade válidas universalmente e definidas pela natureza e a vontade de Deus. O pensar nos leva apenas a expressões do que sentimos e percebemos. Mas essas expressões não correspondem à verdade universalmente válida, fora de nós mesmos.

Um nome para essa maneira de ver o mundo é relativismo. Nesse ponto de vista, a verdade, quando a palavra é usada de alguma maneira, não se refere a afirmações universalmente verdadeiras sobre Deus, o homem e a vida. Pode referir-se à integridade íntima de você mesmo – agir de acordo com o mundo como você o vê.

[...]

O que é relativismo?

Então, o que é a maneira relativa de pensar que comumente chamamos de relativismo? Estamos lidando com relativismo se uma pessoa diz uma destas quatro coisas:

  • • Não há nenhum padrão objetivo e externo de medir a veracidade ou a falsidade de uma afirmação.
  • • Pode existir um padrão externo, mas não podemos saber se ele existe.
  • • Há um padrão objetivo; sabemos que ele existe, mas ninguém pode descobrir o que ele significa; por isso, não pode funcionar como um padrão universalmente válido.
  • • Pode haver um padrão externo e objetivo, mas não me preocupo com o que ele é. Não me submeterei a ele. Não basearei minhas convicções nele. Criarei meus próprios padrões.

[...] Considere a afirmação: “Relações sexuais entre dois homens são erradas”. Duas pessoas podem discordar nisso e não ser relativistas. Ambas podem dizer: “Há um padrão externo e objetivo para avaliar essa afirmação, ou seja, a vontade revelada de Deus na Bíblia cristã, inspirada”. Um pode dizer que a Bíblia ensina que isso é errado; e a outra pode dizer que a Bíblia o permite. Isso não seria relativismo.

O relativismo entra em cena quando alguém diz: “Não há nenhum padrão objetivo, externo e conhecível que determina o certo e o errado e seja válido para todas as pessoas. Portanto, sua afirmação de que relações sexuais entre dois homens são erradas é relativa ao seu padrão de medida, mas você não pode afirmar que os outros devem se submeter a esse padrão de avaliação”. Isto é a essência do relativismo: nenhum padrão de verdadeiro e falso, certo e errado, bom e mau, bonito e feio pode prevalecer sobre qualquer outro padrão. Nenhum padrão é válido para todas as pessoas.

A essência do relativismo

O que isso sugere a respeito da verdade? Os relativistas podem inferir disso que não existe tal coisa como a verdade. A verdade é apenas uma categorização simplória, prejudicial e criadora de confusão, pois não existem padrões externos e objetivos que sejam válidos para todos. Ou eles podem continuar usando a palavra verdade, mas o fazem apenas significando aquilo que se conforma às suas preferências subjetivas. Você pode preferir a Bíblia, ou o Alcorão, ou o Livro de Mórmon, ou o Pequeno Livro Vermelho, de Mao Tsé-tung, ou os ditados de Confúcio, ou a filosofia de Ayn Rand, ou seus próprios desejos imediatos, ou qualquer outro de inúmeros padrões. Nesse caso, ouviremos a linguagem de “verdade para você, mas não para mim”. Sendo assim, estamos lidando como o relativismo.

[...]

Jesus enfrenta os relativistas

O que devemos fazer com isso? Por que tenho admitido que essa é uma péssima maneira de ver o mundo? Comecemos nossa avaliação do relativismo com uma interação entre Jesus e alguns relativistas clássicos – não relativistas auto-conscientes e experimentados, mas apenas relativistas práticos, que é o tipo mais comum que prevalece em qualquer época, e não somente nesta época. É proveitoso observar Jesus enfrentando os relativistas. Considere Mateus 21.23-27:

Tendo Jesus chegado ao templo, estando já ensinando, acercaram-se dele os principais sacerdotes e os anciãos do povo, perguntando: Com que autoridade fazes estas coisas? E quem te deu essa autoridade? E Jesus lhes respondeu: Eu também vos farei uma pergunta; se me responderdes, também eu vos direi com que autoridade faço estas coisas. Donde era o batismo de João, do céu ou dos homens? E discorriam entre si: Se dissermos: do céu, ele nos dirá: Então, por que não acreditastes nele? E, se dissermos: dos homens, é para temer o povo, porque todos consideram João como profeta. Então, responderam a Jesus: Não sabemos. E ele, por sua vez: Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas.

[...] Mateus 21.23-27 é um quadro do que se tornou a mente humana escravizada pelo pecado. Os anciãos e os principais sacerdotes não usaram sua mente para formular uma resposta verdadeira para a pergunta de Jesus. Como eles usaram sua mente? Oh! eles a usaram com muito cuidado! Nesta passagem bíblica, o que vemos não são homens que deviam usar sua mente no servir à verdade, mas não a usaram de modo algum. Não. Eles usaram a mente de maneira astuta. E Mateus nos faz ver as operações interiores da mente deles. Todos nós pensamos. A diferença é se pensamos a serviço da verdade ou se pensamos da maneira como os principais sacerdotes e os anciãos pensaram.

Raciocínio cuidadoso para ocultar a verdade

Eles raciocinam com cuidado: “Se dissermos isto, então aquilo nos acontecerá. Se dissermos esta outra coisa, então aquela outra coisa nos acontecerá”. Eles estavam raciocinando com cuidado. Por quê? Porque a verdade estava em jogo? Não, porque o ego e a vida deles estava em jogo. Não queriam ser envergonhados. Não queriam ser atacados.

[...]

Então, o que aconteceu com a mente e sua auxiliadora, a linguagem, nesta passagem de Mateus 21.23-27? A mente se tornou o escravo sagaz e evasivo das paixões dos sacerdotes e anciãos. E a linguagem fez a obra astuciosa de encobrir a corrupção. No caso deles, a verdade era irrelevante em guiar o que diziam. Não importava se o batismo de João era do céu ou do homem. O que importava era que não fossem envergonhados, nem atacados. De modo semelhante, usamos nossa linguagem para encobrir nossa indiferença para com a verdade e nossa lealdade aos deuses do orgulho e do conforto. E dizemos: “Não sabemos”.

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Esta conversa acabou

A resposta de  Jesus  é  categoricamente  relevante para sabermos como lidar com essa duplicidade. Ele disse: “Nem eu vos digo com que autoridade faço estas coisas”. Em outras palavras: “Esta conversa acabou. Não tenho conversas sérias com pessoas como vocês”. Jesus abomina esse tipo de prostituição arrogante e covarde dos gloriosos dons de pensar e de falar humanos.

Disse antes que esta passagem revela as sementes do relativismo. O que pretendia dizer era isto: uma semente do relativismo é o profundo desejo pecaminoso dos homens de não serem governados por Deus ou por qualquer padrão que afirma a autoridade de Deus. Essa rebelião estabelecida no ser mais profundo do homem pode se expressar de muitas maneiras. Uma delas é apenas dizer: “Deus, não me sujeito aos teus padrões. Eu crio o meu próprio padrão”. Outra maneira sutil e mais comum de rebelar-se é dizer: “Os padrões de Deus não existem”. Ou: “Os padrões de Deus não podem ser conhecidos. Ou seja, não há nenhum padrão válido universalmente para julgar meu comportamento. Portanto, estou livre de autoridade fora de mim mesmo. Posso fazer como eu quero”. Essas são as sementes do relativismo. São a fonte do relativismo.

Ninguém é relativista no banco

O relativismo não é um sistema filosófico coerente. Está crivado de contradições – tanto lógicas como experienciais. Os alunos de faculdade sabem que algo é suspeito quando alguém afirma que a verdade é que todas as verdades são relativas. Eles podem não citar a lei da não-contradição, mas estão envolvidos por ela e podem sentir seu cheiro no ar. Afirmar a verdade com uma afirmação que anula a verdade é auto-contraditório. Mas, se você não está afirmando que a sua defesa do relativismo é verdadeira, por que espera que eu lhe dê ouvidos?

Todo homem de negócios sabe que os relativistas filosóficos deixam seu relativismo à porta quando vão ao banco e lêem a linguagem do contrato que estão para assinar. As pessoas não abraçam o relativismo porque ele é filosoficamente satisfatório. Elas o abraçam porque ele é física e emocionalmente satisfatório. Provê a cobertura que elas necessitam em momentos cruciais de sua vida, para fazerem o que querem sem a intromissão dos absolutos.

Isso é o que vemos nos principais sacerdotes e nos anciãos. Eles não se preocupavam com a verdade. Preocupavam-se com sua vida. Portanto, usaram as criadas da verdade dadas por Deus – o pensamento e a linguagem e prostituíram-nas como servas de autoproteção. Racionaram uma maneira de escapar e usaram a linguagem para evitar vergonha e ferimentos. Auto-engrandecimento é a raiz mais profunda do relativismo.

Por: John Piper; Texto retirado do capítulo 7 do livro “Pense“, da Editora Fiel.


Italiano inova experimento de Coca-Cola com Mentos

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Já era conhecido o experimento que mistura Coca-Cola com Mentos. Um italiano resolveu inovar e adicionou nutella. E uma camisinha.
O resultado não é apenas engraçado. Debochado até. Mas ajuda as pessoas a se lembrarem do efeito dos refrigerantes no estômago.

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http://catracalivre.com.br

Motorista raivoso vira hit na internet

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Segundo o hinduísmo, o karma seria o efeito de nossas ações no futuro, podendo ser logo após o ato ou até em outras reencarnações. O karma instantâneo, por sua vez, seria a reação imediata ao ato. O termo é bastante usado para quem faz uma merda bobagem e acaba por sofrer as consequências ali mesmo, na frente de todo mundo.

Um motorista um tanto quanto raivoso nos Estados Unidos acabou virando na semana passada um exemplo claro do karma instantâneo. O resultado foi um vídeo que viralizou e já tem mais de 8 milhões de visualizações.

O vídeo foi postado na quarta-feira passada e mostra um jovem guiando uma caminhonete e querendo forçar a ultrapassagem sobre uma motorista, que filma toda a ação. Após ultrapassar à direita, o rapaz expressa todo o seu descontentamento mostrando o dedo médio para a motorista. E aí vem o castigo: ele perde o controle da caminhonete e bate em uma placa de trânsito.

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A reação da motorista que filmou tudo é cair na risada. Acho que todo mundo que pega um idiota pela frente no trânsito entenderia a situação, não é mesmo?

Em entrevista para a CBS, ela disse que se sentiu um pouco mal por rir da cara do sujeito, mas que foi a reação imediata porque foi “meio engraçado”. Ela ainda informou que o motorista da caminhonete foi preso por direção perigosa e por não estar usando cinto de segurança.


fonte http://hashtag.blogfolha.uol.com.br

CASA for Children

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The mission of the National Court Appointed Special Advocate (CASA) Association, together with its state and local members, is to support and promote court-appointed volunteer advocacy so that every abused or neglected child can be safe, establish permanence and have the opportunity to thrive. Read more about us.

What is CASA for Children?

Every day in this country, 1,900 children become victims of abuse or neglect, and four of them will die. Every day. Court Appointed Special Advocates (CASA) for Children is a network of 933 community-based programs that recruit, train and support citizen-volunteers to advocate for the best interests of abused and neglected children in courtrooms and communities. Volunteer advocates—empowered directly by the courts—offer judges the critical information they need to ensure that each child’s rights and needs are being attended to while in foster care.

Volunteers stay with children until they are placed in loving permanent homes. For many abused children, a CASA volunteer is the only constant adult presence in their lives.


http://www.casaforchildren.org

Duas ideias erradas que você tem sobre sua capacidade de julgamento

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julgando

A gente pode admitir que é ruim em esporte, que não tem o menor talento musical ou que tem gosto duvidoso para escolher roupas, mas uma qualidade dificilmente abriríamos mão de defender sem falsa modéstia: nossa inteligência. Se você concorda com isso, leitor, este post pode abalar um pouco suas estruturas. Porque ele tem o objetivo de provar que você não é tão esperto quanto pensa. Não leve para o lado pessoal, estamos todos nessa – incluindo Einstein e Stephen Hawking.

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É que nossos cérebros estão cheios de noções preconcebidas e padrões de pensamento que nos influenciam sem que percebamos. Como explica o livro “Você não é tão esperto quanto pensa”, do jornalista David McRaney (Editora Leya), somos cheios de crenças que parecem boas no papel, mas desmoronam na prática – e, mesmo quando elas desmoronam, nós tendemos a não notar. Temos esse desejo profundo de estarmos sempre certos e nos vermos sob uma luz positiva em termos morais e comportamentais – e isso norteia em muito a forma como a nossa mente funciona. Quer ver como? Leia dois exemplos tirados do livro:

1. A ideia errada: “Minhas opiniões são o resultado de anos de análise racional de objetiva dos fatos”.

A verdade: Suas opiniões são resultado de anos em que você prestou atenção a informações que confirmavam o que você acreditava. :/

Imagine a situação: você está de bobeira em casa e, em vez de ficar navegando para sempre pelo catálogo do Netflix, resolve realmente assistir a um filme e escolhe algum clássico oitentista, tipo “Os goonies”. Você vê e, no dia seguinte, encontra por acaso um texto que faz alguma referência ao filme. Coincidência engraçada, justo agora. Dois dias depois, vê um comercial na TV dizendo que vão exibir o filme naquela tarde. Eita. Para completar, um amigo seu, que não sabia que você havia assistido ao filme nos últimos dias, posta no Facebook uma matéria que fala sobre um dos atores que estavam lá. Gente, será que é o universo tentando te mandar uma mensagem? Seria legal (e estranho), mas não. Trata-se simplesmente de um negócio chamado “viés da confirmação”.

Você lê vários textos fazendo referência a várias coisas todos os dias, o Facebook está lotado de posts com notícias sobre pessoas famosas, os canais de TV estão sempre transmitindo algum filme. Mas, porque “Os goonies” estava na sua cabeça, você estava mais sensível a coisas que lhe fizessem referência e descartou as outras. Antes disso, você provavelmente passou várias vezes por conversas e textos e vídeos que mencionassem algo relacionado ao filme, mas na época tudo passou despercebido.

Algo parecido acontece em relação a outros temas – incluindo os que envolvem ideologias. É por causa desse viés que teorias da conspiração se mantêm: se você procurar APENAS provas de que o homem não foi à Lua, que a Avril Lavigne e a Anitta morreram e foram substituídas ou que o governo federal tem um plano de ocupação comunista no país, você vai encontrar.

Essa tendência também foi a responsável por fazer com que os apoiadores de Barack Obama comprassem livros que o retratavam de uma forma positiva durante a época da eleição presidencial norte-americana de 2008, enquanto aqueles que não o curtiam compraram livros que o mostravam de uma forma negativa. O pesquisador Valdis Krebs chegou a essa conclusão analisando tendências de compras na Amazon e o comportamento de pessoas nas redes sociais, e continuou o estudo por anos, chegando à conclusão de que as pessoas compravam livros para ter a confirmação de suas ideias, não para obter novas. A tendência dos humanos é querer estar certo sobre como veem o mundo, então procuram informações que confirmam suas crenças e evitam provas e opiniões que as contradizem.

Confirmando isso, um estudo de 2009 da Universidade de Ohio mostrou que pessoas passam 36% mais tempo lendo um ensaio se ele se alinha com sua opinião. Em outras palavras, prestamos mais atenção a materiais que validem nossa visão de mundo – até que ficamos tão confiantes dela que ninguém consegue nos fazer mudar de ideia. E isso é bem ruim. “Na ciência, você se aproxima mais da verdade ao procurar evidências contrárias. O mesmo método talvez devesse ser usado para formar suas opiniões”, diz David McRaney.

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2. A ideia errada: Você entende como o mundo funciona baseando-se em estatísticas e fatos selecionados a partir de muitos exemplos.

A verdade: Sentimos informar, mas a sua visão de mundo não foi construída de forma tão ciente e cuidadosa. Na verdade, você é mais propenso a acreditar que algo é senso comum se puder encontrar só um exemplo disso e muito menos propenso a acreditar em algo que nunca viu antes.

Essa tendência se chama “heurística da disponibilidade” e é bastante usada por políticos, como quando eles contam, em um discurso, alguma anedota envolvendo uma situação que é familiar aos ouvintes. Ao fazer isso, eles estão apostando que aqueles que os ouvem entenderão esse exemplo como um indicativo de que existem muitos outros casos semelhantes.

É o mesmo princípio que faz as pessoas acharem, logo após algum caso envolvendo um atirador em uma escola, por exemplo, que isso virou uma espécie de “epidemia” – e faz com que os pais ignorem que seus filhos têm três vezes mais chance de serem atingidos por um raio do que receber um tiro de um colega. Na época em que aconteceu o caso de Columbine, uma pesquisa feita por Barry Glassner, autor do livro “Cultura do Medo”, mostrou que a violência nas escolas tinha caído 30% e que era mais fácil um estudante levar um tiro antes desse caso acontecer. Mas ninguém deu atenção a isso, já que haviam acabado de testemunhar a tragédia. A frase “só acredito vendo” também está relacionada à heurística da disponibilidade. Ter visto ou ouvido um caso que comprove uma ideia torna você muito mais propenso a adotá-la do que ler por alto outros 10 fatos distantes que provem o contrário. “Você não pensa em estatísticas, pensa em exemplos, em histórias”, escreve David McRaney.

Essa tendência foi apontada em 1973, no estudo dos pesquisadores Amos Tverksy e Daniel Kahneman. Os voluntários ouviram uma gravação com nomes de homens sendo ditos em voz alta, sendo 19 deles de pessoas famosas e 20 de desconhecidos. O estudo foi repetido depois com nomes de mulheres. Depois, eles tiveram de lembrar o máximo de nomes possível ou identificá-los a partir de um banco de palavras. Cerca de 66% das pessoas se lembraram dos nomes de pessoas famosas com maior frequência que os nomes desconhecidos e 80% disseram que a lista tinha mais nomes de famosos do que de não-famosos. Para os autores, isso mostrou que, quanto mais disponível estiver a informação, mais rápido você a processa e, assim, mais acredita nela e maior sua tendência a ignorar outras informações que a contradigam.

fonte: http://super.abril.com.br/blogs

Com duras críticas às igrejas no Brasil, pastor David Owuor diz que o país “é o número 1 do mundo em pecado” e que “no reino de Deus, não haverá cristão moderno”

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O pastor queniano David Owuor afirmou que o Brasil é o país “número 1 em pecado”, e fez duras críticas às roupas curtas das mulheres e à homossexualidade, num sermão apocalíptico que alertou sobre a volta iminente de Jesus para buscar a igreja.

David esteve no Brasil para uma visita a São Paulo, Rio de Janeiro e Campo Grande (MS), onde ministrou na Conferência de Arrependimento e Santidade e a Preparação para a Vinda do Messias, abrangendo vários temas relacionados com a igreja cristã contemporânea.

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Conhecido como “profeta da chuva”, David Owuor é um cientista médico que abandonou a carreira acadêmica para se dedicar-se ao ministério evangelístico. Durante suas pregações ao redor do mundo, ele tem feito críticas sérias e graves ao que chama de “apostasia da igreja”, além de protagonizar cenas de orações por chuva em locais de seca. Num dos vídeos que circulam na internet, o pastor “determina” aos céus que se abra e libere chuva, e logo após o término das orações, uma chuva de mais de uma hora atinge o local.

No sermão em Campo Grande, o “profeta da chuva” disse que as “manchas da igreja” têm influência direta na situação atual da sociedade brasileira: “Escolhi Campo Grande porque Jesus falou comigo. Agora, com a minha chegada, vocês estarão prontos para receber o Messias. Vocês devem sair do pecado e se arrepender para recebê-lo”, afirmou.

Para David Owuor, as igrejas “pararam no tempo” e deixaram a sociedade servir de influência: “Como é possível a Igreja alegrar-se com o mundo, enquanto o relógio já mudou? [...] Ovelhas são ovelhas, e sempre vão obedecer. Como querer repreender o pecado, se você está no pecado?”, disse o pastor, direcionando boa parte de suas críticas aos líderes evangélicos, de acordo com informações do Campo Grande News.

A teologia da prosperidade, amplamente difundida no país através das igrejas neopentecostais, foi alvo de severos apontamentos por parte de David Owuor: “Não existe um contrato entre o senhor Jesus Cristo de que garanta segurança e prosperidade. [O Evangelho] não é dê e receberá em dobro”, afirmou, acrescentando que os “falsos apóstolos” têm pregado a necessidade de enriquecimento para manter os fiéis nessa busca insensata: “São esses que pregam no púlpito e, em seguida, bebem e fumam”, comentou.

Os hábitos ligados ao figurino adotado pelas mulheres também foram alvo do pastor, que adotou postura bastante rígida: “Vim para varrer as minissaias, calças apertadas, mentiras, falsidade, prosperidade, fumo e a bebida. Se esforcem para viver em paz com todos os homens e serem santos [...] Porque ainda temos meninas no culto com saias curtas e calças apertadas, que vão para mostrar a silhueta?”, questionou.

“Quando cheguei ao Brasil e entrei no carro, queria fechar os olhos para não ver. Se você olhar o vestido das mulheres, você verá que o Brasil foi para o inferno”, disse o pastor.

A questão da homossexualidade também foi abordada pelo pastor, que seguiu a linha já pregada por boa parte dos líderes cristãos no Brasil, apesar de usar um tom mais agudo em suas palavras: “No reino de Deus, não haverá cristão moderno”, afirmou, fazendo referência à necessidade de a igreja se manter pregando contra a homossexualidade.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

5 coisas surpreendentes que manipulam seu humor diariamente

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A maioria das pessoas gosta de acreditar que tem uma compreensão básica sobre o por quê elas sentem o que sentem. Porém, na vida real, não é bem isso que acontece. Você pode até ter a sensação de que está no controle de suas emoções (a maioria justamente precisa dessa farsa para continuar vivendo), mas na realidade seus sentimentos são ditados pelo mundo exterior de maneiras que você pode considerar bizarras e chocantes.

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Veja nossa lista de 5 coisas surpreendentes que manipulam seu humor diariamente:

5. Fazer uma pessoa se sentir mais confiante a transforma em um babaca imprudente

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Não é preciso possuir um talento especial para conseguir identificar uma pessoa confiante. Pessoas assim andam com o peito estufado, fazem grandes gestos com as mãos e preenchem o máximo de espaço possível em um ambiente. Tudo sobre a sua postura, a linguagem corporal e o jeito como se comportam deixam claro o recado que querem passar: “eu sou o centro do universo! Pare imediatamente o que está fazendo e perceba a minha presença!”.

Da mesma forma, você não precisa ser um gênio para reconhecer pessoas tímidas, que tentam fazer o máximo possível para serem notadas o mínimo possível. Elas estão ali em um canto, olhando para baixo e tentando encontrar um lugar para se esconder. Mas, apesar dessas diferenças gritantes – acredite ou não –, você pode realmente mudar a atitude de uma pessoa em relação ao mundo, forçando a sua linguagem corporal em uma direção ou na outra.

Pesquisadores realizaram um experimento, publicado na revista científica “Psychological Science”, em que um grupo de indivíduos fez alguns exercícios de alongamento, sob o pretexto de que eles realmente estavam estudando os efeitos do alongamento no corpo humano. Em seguida, os cientistas selecionaram as pessoas pesquisadas aleatoriamente para que adotassem posturas largas ou contraídas.

Antes do início do exercício, os participantes foram informados de que receberiam 4 dólares pela participação, mas após os exercícios de alongamento, os pesquisadores deliberadamente os pagaram 8 dólares a mais, de forma que parecesse um erro (por conter uma nota de 5 dólares a mais do que o combinado). 78% das pessoas que receberam instruções de adotar uma postura mais expandida, com uma posição do corpo mais confiante, ficaram com o dinheiro extra. Apenas 38% das pessoas do outro grupo decidiram não devolver a nota de 5 dólares a mais.

Este efeito também pode explicar outro fenômeno que conhecemos muito bem: por que as pessoas que dirigem caminhonetes enormes são tão imprudentes e insuportáveis na estrada. Em outro experimento, pesquisadores recrutaram 71 indivíduos e os colocaram em simuladores de condução realistas, alguns com bancos largos e espaçosos, como em uma grande caminhonete, e outros em assentos apertados como em um Gol, Palio ou outro carro popular.

Como era de se esperar, os motoristas sentados nos bancos maiores apresentaram uma tendência a conduzir de forma mais imprudente e se mostraram mais propensos a atropelar alguém e fugir sem socorrer a vítima, em vez de parar para socorrê-la, como mandavam as regras.

Depois, para confrontar esses dados e descobrir se o sentimento de impunidade relacionado ao tamanho do automóvel realmente acontecia na vida real, os pesquisadores monitoraram casos reais de infrações de estacionamento em fila dupla na cidade de Nova York durante os dias úteis, do meio dia às sete da noite.

Eles constataram que o simples fato de uma pessoa conduzir um carro grande aumentava a probabilidade de ela estacionar em fila dupla
de 51 a gritantes 71%. Mesmo quando os pesquisadores levaram em conta o fato de os motoristas de carros maiores poderem ter mais dificuldade em encontrar vagas de estacionamento grandes o suficiente para seus carros, eles ainda encontraram uma forte relação entre o tamanho do automóvel e a possibilidade de ser babaca no trânsito.

4. Dias cinzentos ou ensolarados te afetam mais do que você imagina

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Todo mundo adora um dia ensolarado – a não ser que você seja um vampiro, um cogumelo ou algo assim – e perde um pouco a vontade de viver quando se depara com uma manhã fria e cinzenta. Ok, isso é meio que conhecimento geral, mas a realidade é que a luz do sol possui um papel muito maior no dia a dia da sociedade do que você provavelmente imagina.

Você já fez uma compra incrivelmente estúpida, como um par de cuecas com entrada USB, e depois de um tempo ficou se perguntando como foi possível ter sido convencido a adquirir tal produto? Isso provavelmente aconteceu em um dia ensolarado. Estudos descobriram que um clima agradável pode prejudicar a sua capacidade de julgamento, torná-lo temporariamente mais burro e mais suscetível a ser enganado.

Em um estudo, 122 estudantes foram abordados em dias ensolarados ou nublados e tiveram a tarefa de preencher uma pesquisa sobre um assunto urgente. Em dias de sol, os alunos foram mais facilmente persuadidos por argumentos fracos, como se o clima agradável de fato fosse capaz de nos fazer sentir mais positivos e otimistas em relação a tudo.

Você obtém os mesmos resultados quando tenta convidar alguém para sair com você. Em outro experimento, os pesquisadores pediram para homens atraentes aleatórios abordarem 500 mulheres em dias nublados e em dias ensolarados para convidá-las a sair à noite para beber. Como esperado, as mulheres se mostraram mais receptivas e aceitaram mais convites nos dias de sol do que nos nublados.

E essa história fica cada vez mais estranha. Se você é garçom, tente desenhar um pequeno sol na parte inferior da conta do seu cliente. É isso mesmo: basta ver o desenho de um sol que as pessoas ficam instantaneamente mais generosas e dão gorjetas maiores – independentemente se o sol está realmente brilhando lá fora ou não.

Mas espere, ainda há mais: os pesquisadores também notaram que as bolsas de valores são especialmente ativas em dias ensolarados. E não é apenas a Wall Street – eles rastrearam as 26 principais bolsas de valores ao redor do mundo ao longo de 15 (!) anos e encontraram o mesmo padrão. A razão vem do mesmo fator psicológico do tempo bom: os comerciantes, por mais conservadores que sejam, se sentem mais dispostos a assumir riscos, porque, afinal, está um dia tão bonito lá fora! Nada pode dar errado em um dia tão bonito.

3. Só de pensar em dinheiro você fica deprimido e antiético

Stressed Over Money

Você já se perguntou por que as pessoas que são obcecadas com dinheiro são muitas vezes miseráveis, apesar de terem muita grana? Claro, há exceções, mas muitas vezes parece que quem se importa muito com isso tende a se transformar em “lobos de Wall Street”.

Experimentos mostram que, por algum motivo qualquer, o simples fato de pensar em dinheiro já faz as pessoas se tornarem infelizes (e, ocasionalmente, um pouco malignas). E nem entraremos no mérito de que passar o dia inteiro contemplando as suas economias acaba arruinando o seu humor – isso seria óbvio. As experiências mostram que até um lembrete momentâneo e subconsciente de que o dinheiro existe já é suficiente para escurecer os espíritos da maioria das pessoas.

Em um estudo, pesquisadores pediram a um grupo de participantes que preenchesse um pequeno questionário. Depois, eles receberam uma barra de chocolate de recompensa. Para metade dos participantes, o questionário veio com a imagem de uma moeda ou uma cédula, que rapidamente remetia à ideia de dinheiro.

Embora aquilo não fosse dinheiro de verdade e ninguém tivesse dito que os participantes receberiam algum dinheiro real, as pessoas que vislumbraram a imagem relataram ter tido menos prazer ao comer o chocolate do que aquelas que não haviam visto o dinheiro. A sensação gostosa de comer chocolate não deu tanto prazer após os participantes observarem uma mera lembrança de que o dinheiro existe.

Em outro experimento, cientistas dividiram 50 cobaias em dois grupos. O primeiro foi exposto a uma variedade de frases e estímulos relacionados ao dinheiro, bem como diversas outras frases neutras, enquanto a segunda equipe foi exposta exclusivamente a estímulos neutros. Em seguida, todos os participantes tiveram de avaliar qual seria a probabilidade de eles próprios cometerem uma variedade de atos moralmente questionáveis, como, por exemplo, furtos de material de escritório. Os indivíduos que tinham sido expostos aos estímulos monetários, que incluíam coisas muito simples, como palavras e imagens relacionadas ao dinheiro, se mostraram mais dispostos a se envolverem em comportamentos desonestos.

Os especialistas teorizam que o pensamento sobre dinheiro provoca em nós uma condição fisiológica chamada de “quadro de decisão de negócios”. Sempre que o tema de dinheiro surge, nosso cérebro entra em modo egoísta, resultando em uma elevação do instinto que todos nós temos (apesar de muitas vezes tentarmos escondê-lo) de que a única coisa que importa no mundo sou eu, e o resto do mundo que se exploda.

2. Olhar para a cor verde te deixa mais criativo

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Então você finalmente decidiu começar a escrever aquele livro cuja história você tem desenvolvido na sua cabeça nos últimos anos. Qual lugar você imagina que seja perfeito para que finalmente você dê à luz sua obra-prima? Uma idílica casa no campo, com uma gramado verdinho que se estende até o horizonte, onde até a água do lago é meio verde parece ser o local ideal, não?

Sim, e a ciência explica por quê. Aparentemente, se refugiar na natureza pode ter mais benefícios para a sua criatividade do que apenas a paz do interior e o canto dos pássaros. Você já deve ter lido sobre as diversas e esquisitas formas pelas quais as cores controlam a sua mente (senão, confira nosso link abaixo), especificamente as cores vermelha e azul, que afetam tudo, desde a forma como você faz em um teste até quão rápido você se cura de um ferimento. Mas, como se vê, isso não é tudo – há outras tonalidades neste espectro de cores que fazem coisas estranhas com o seu cérebro: ficar exposto à cor verde aparentemente pode torná-lo mais criativo.

Em um estudo, os pesquisadores deram uma série de testes criativos aos participantes de um grupo depois de tê-los exposto à cor verde durante apenas dois segundos, enquanto a outra equipe foi exposta a cores diferentes, como branco, cinza, vermelho e azul.

Em um experimento, os participantes tiveram o desafio de inventar o maior número de usos criativos que conseguissem para uma lata dentro de dois minutos, enquanto em outro, os participantes tiveram de desenvolver o máximo possível de formas diferentes a partir de uma determinada forma geométrica.

Embora os participantes não tivessem sido informados sobre as intenções dos pesquisadores, em todos os casos, os que haviam sido expostos à cor verde apresentaram um desempenho superior no quesito criatividade do que os outros.

Os cientistas chamaram esse fenômeno de “o efeito verde” (talvez se eles plantassem mais algumas árvores ao redor de seus laboratórios eles teriam sido capazes de encontrar um nome mais criativo), e ele parece estar relacionado com o fato de que o verde é a cor da natureza e nossos cérebros evoluíram para trabalhar mais soltos em um ambiente com uma visão calma de árvores e grama.

1. Usar as teclas do lado direito do teclado te faz mais feliz

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E agora chegamos ao tópico tão bizarro que a ciência não tem sequer um palpite lógico do porquê ele ocorre. Em vários experimentos, os participantes relataram se sentir mais felizes quando pensavam em palavras que são digitadas no lado direito do teclado. E não, não tem nada a ver com o fato de os indivíduos serem destros ou canhotos – funciona em ambas as situações.

Em uma pesquisa em particular, os participantes do estudo observaram uma lista de palavras aleatórias e as avaliaram como sendo positivas ou negativas, levando em consideração a forma como as palavras os fizeram sentir (estranho? Sim, mas os resultados são ainda mais perturbadores). E para ter certeza de que isso não acontecia exclusivamente com o idioma inglês, os pesquisadores criaram listas semelhantes em espanhol e em holandês.

Nas três línguas, os participantes do teste analisaram todos os vocábulos e chegaram à conclusão de que as palavras que você digita no lado direito do teclado do seu computador são, de alguma forma, mais positivas do que aquelas formadas no lado da mão esquerda. O efeito foi tão evidente que cada letra extra do lado direito do teclado QWERTY que aparecia na palavra elevava o sentimento de positividade em 4%.

O que diabos está acontecendo aqui? Bem, os pesquisadores realmente não sabem. Como dissemos, a resposta óbvia seria a de que a maioria das pessoas é destra e, por isso, preferem as palavras que são mais fáceis de digitar com a mão dominante. Mas esta não é uma boa explicação, uma vez que foram obtidos os mesmos resultados com canhotos.

Outro argumento que contraria esta hipótese é que dificilmente as pessoas param para analisar onde ficam as letras de uma palavra no teclado (sem olhar para ele, você saberia que “estrada” pode ser inteiramente escrita só com a mão esquerda, enquanto você provavelmente escreve “monopólio” apenas com sua mão direita?).

Outra teoria é de que o inventor do teclado QWERTY falava inglês e inconscientemente posicionou todas as letras positivas para a direita, mas isso também não deve ter influência alguma, já que o mesmo efeito foi observado com palavras em espanhol e holandês.

E a situação ainda fica mais bizarra do que isso. O “efeito QWERTY”, como os pesquisadores estão optando por chamá-lo, foi testado ao extremo quando os cientistas criaram mais de 1.600 palavras sem sentido e, em seguida, pediram para 800 indivíduos que haviam participado do teste anterior avaliá-las. As palavras em que predominavam letras do lado direito do teclado ainda foram avaliadas mais positivamente do que os vocábulos com mais teclas do lado esquerdo, embora as pessoas nunca tivessem visto essas palavras antes na vida, muito menos as digitado para saber em que parte do teclado ficam. [Cracked]

Via http://hypescience.com

Autor: Jéssica Maes – Jornalista de 22 anos, acompanha mais seriados do que deveria, é abastecida por doces e livros e, não importa o que digam, sempre acreditou em Severus Snape.

A ciência da fé

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A ciência se curvou aos fatos: dezenas de estudos mostram que fiéis são mais felizes, vivem mais e são mais agradáveis. Mas também não há mais dúvidas de que é possível reproduzir esses efeitos em ateus e pessoas sem religião. Acredite.

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“Como você professa sua fé?”, pergunta o médico Paulo de Tarso Lima a seus pacientes na primeira consulta. Conversar sobre isso virou rotina no setor de oncologia em um dos mais conceituados hospitais do Brasil, o Albert Einstein, em São Paulo, onde Lima é coordenador do Serviço de Medicina Integrativa. Se o doente vai à missa, ele anota na receita: aumentar a frequência aos cultos. Se deseja a visita de um padre, rabino ou pastor, o hospital manda chamar. Se quiser meditar, professores de ioga são convocados. No hospital, a fé é uma arma no tratamento de doenças graves.

A Santa Casa de Porto Alegre também trabalha nesse sentido. O hospital está realizando uma pesquisa inédita, em parceria com a Universidade Duke, nos Estados Unidos, para mensurar os benefícios biológicos da fé. O objetivo é descobrir se os pacientes espiritualizados submetidos à cirurgia de ponte de safena têm menos inflamações no pós-operatório – hipótese já levantada por outros estudos. “Existe um marcador de inflamação que parece apresentar menores níveis em religiosos”, explica o cardiologista Mauro Pontes, coordenador do Centro de Pesquisa do Hospital São Francisco, um dos sete hospitais do complexo Santa Casa da capital gaúcha.

Hoje, as principais faculdades de medicina americanas dedicam uma disciplina exclusiva ao assunto. E, na última década, uma série de estudos mostrou que os benefícios da fé à saúde têm embasamento científico. Devotos vivem mais e são mais felizes que a média da população. Após o diagnóstico de uma doença, apresentam níveis menores de estresse e menos inflamações. “O paciente com fé tem mais recursos internos para lidar com a doença”, diz Paulo Lima. Fé tem uma participação especial no que médicos e terapeutas chamam de coping: a capacidade humana de superar adversidades. “Não posso prescrever bem-estar, mas posso estimular que o paciente vá em busca de serenidade para encarar um momento difícil”, explica o médico. É por isso que mais profissionais têm defendido essa relação. “Atender às necessidades espirituais tem de ser, sim, tarefa do médico”, defende o cirurgião cardíaco Fernando Lucchese, que está escrevendo o livro A Revolução Espiritual com o psiquiatra americano Harold Koenig, autoridade no assunto.

Há um século, o canadense William Osler, ícone da medicina moderna, já defendia isso. Em 1910, ele escreveu um artigo cheio de floreios elogiosos às crenças das pessoas: “a fé despeja uma inesgotável torrente de energia”.

A designer Juliana Lammel, 33 anos, vivenciou isso. Em 2005, cansada de tantas operações sem sucesso para corrigir um estreitamento no ureter, canal que liga os rins à bexiga, ela resolveu fazer uma cirurgia espiritual, mesmo sem ter nenhuma ligação com o espiritismo. “Para mim, era sinônimo de filme de fantasma”, lembra. Ela topou – e sem ceticismo. Para ter resultado, Juliana teria de acreditar piamente, já que o tratamento espírita exige fé do paciente.

Uma vez por semana, por um mês, na mesma hora, ela deitava na própria cama por 30 minutos, ao mesmo tempo em que o grupo espírita fazia a concentração. Ela em São Paulo, eles no Rio de Janeiro. No fim, Juliana voltou ao médico com novos exames. Ele viu os resultados e não conseguia explicar por que os componentes alterados do rim tinham voltado a níveis quase normais. Juliana foi operada mesmo assim, mas o procedimento foi bem menos agressivo do que o previsto, graças, segundo ela, à cirurgia espiritual. O episódio mudou a forma como a designer lida com a fé. “Antes, me forçava a acreditar em algo. Depois disso, passei a acreditar de verdade”.

Vantagens no dia a dia

Uma das maiores pesquisas feitas até hoje, divulgada em 2009, revisou 42 estudos sobre o papel da espiritualidade na saúde, que envolveram mais de 126 mil pessoas. O resultado mostrou que quem frequenta cultos religiosos pelo menos uma vez por semana tem 29% mais chances de aumentar seus anos de vida em relação àqueles que não frequentam. Não é intervenção divina. Não é feitiçaria. É comportamento. Os entrevistados que são religiosos apresentaram um comprometimento maior com a própria saúde. Iam mais ao dentista, tomavam direitinho remédios prescritos, bebiam e fumavam menos. A pesquisa confirmou ainda os dados de um estudo populacional feito em 2001 pelo Centro Nacional de Adição e Abuso de Drogas dos EUA: adultos que não consideram religião importante em suas vidas consomem muito mais álcool e drogas do que os que acham os credos relevantes. É a versão real dos Simpsons e seus exageros estereotipados. Homer faz pouco de qualquer fé, é obeso e alcoólatra. Já seu vizinho, o carola Ned Flanders, é regrado, tem saúde perfeita e corpo sarado.

Andar na linha é mais comum entre os crentes, e a razão está no poder de autocontrole, dizem os cientistas. É o que defende o psicólogo Michael McCullough. Professor da Universidade de Miami e parceiro de Harold Koenig em pesquisas sobre espiritualidade, ele diz que a fé facilita a árdua tarefa de adiar recompensas, algo fundamental para muita coisa, de fazer dieta a estudar para concursos.

A fé também tem uma relação íntima com a felicidade. Um estudo feito na Europa mostrou que pessoas espiritualizadas se dizem mais satisfeitas do que aquelas que não se consideram como tal. Parte disso se explica na natureza de ateus e céticos em geral. Quem não acredita em nada pode ter mais propensão ao pessimismo porque faz uma leitura objetiva da vida, sem crer em algo divino que mude as coisas. Por outro lado, a certeza da existência de uma recompensa divina muda a vida das pessoas. E não é questão somente de otimismo. Tem algo pragmático aí.

Religiões estimulam algo essencial para o ser humano: o espírito de comunidade. Devotos normalmente não estão sozinhos, o que ajuda nos problemas da vida. Para Andrew Clark, um dos autores desse estudo europeu e professor da Escola de Economia de Paris, as religiões ajudam as pessoas a superar choques ou a pelo menos não se desesperar tanto com os tropeços da vida. Por exemplo, segundo a pesquisa, a queda no indicador de bem-estar foi menor entre os desempregados religiosos do que entre os não religiosos. “A religião oferece ‘proteção’ contra o desemprego”, diz Clark. Na hora do aperto, há sempre alguém para estender a mão. Outra pesquisa, feita pela Universidade de Michigan, EUA, comparou duas formas de amparo recebidas por idosos: o oferecido pelas igrejas e o proporcionado por serviços sociais estatais. A discrepância a favor do suporte religioso foi tão significativa que o autor do estudo, o gerontologista Neal Krause, acredita haver algo de único nesse tipo de apoio.

Até mesmo os ateus são beneficiados pelo espírito solidário oferecido pelas instituições religiosas. Um estudo feito por Clark investigou o efeito da religiosidade dos outros sobre o bem-estar de uma comunidade. A descoberta foi intrigante. As pessoas sem religião de regiões de maioria ateia são menos felizes do que aquelas sem religião de áreas onde a maior parte da população professa uma fé. “Isso não é nada bom para os ateus: eles parecem menos felizes e também fazem os outros menos felizes”, concluiu Clark. A explicação para isso pode estar na compaixão incentivada pelas religiões. A escritora e ex-freira inglesa Karen Armstrong, autora de mais de 20 livros sobre o tema, acredita que o princípio da compaixão está no centro de todas as tradições religiosas. É ela que nos leva a pensar no próximo e a fazer de tudo para aliviar o sofrimento e as angústias dele.

Antônio Gilberto Lehnen, 78 anos de catolicismo ativo, sentiu os efeitos dessa rede de apoio após enfrentar duas cirurgias que quase lhe custaram a vida. Aos 67 anos, ele teve de passar por um transplante cardíaco. Na lista de espera por um novo coração, sem saber ao certo se aguentaria, sua atitude era de gratidão. “Lembro de ele me dizer, com toda a tranquilidade: ‘Planeja tudo aqui que o papai do céu está cuidando de mim’. Era uma atitude confiante”, lembra o cirurgião Fernando Lucchese, que fez a operação. Antônio é grato até hoje. “Não sei quem foi o doador, mas não deixo nem um dia de rezar por ele e pela felicidade da sua família”, diz.

O que é a fé

Na Antiguidade, as religiões eram essenciais para unir uma comunidade. “Nas sociedades primitivas, a religião sempre exigiu tanto esforço (de união) que não pode ser encarada só como um acidente evolutivo”, diz Nicholas Wade, autor de The Faith Instinct (“O instinto da fé”, sem edição no Brasil). Essa união foi questão de sobrevivência por milênios. É o que afirma Karen Armstrong em Os 12 Passos para uma Vida de Compaixão. Organizado em pequenos grupos, o homem primitivo precisava partilhar os parcos recursos a mão. Muito antes do surgimento das grandes religiões, altruísmo e generosidade já eram características primordiais a um bom líder tribal.

A genética também ajuda a explicar a origem da fé. O geneticista americano Dean Hamer causou rebuliço no meio científico em 2004 ao anunciar a descoberta dos genes da fé – ou, como ele preferiu chamar, o gene de Deus. Batizado de VMAT2, trata-se de um conjunto de genes que ativam substâncias químicas que dão significado às nossas experiências. Eles atuam no cérebro regulando a ação dos neurotransmissores dopamina, ligada ao humor, e serotonina, relacionada ao prazer. Durante a meditação, por exemplo, esses neurotransmissores alteram o estado de consciência. “Somos programados geneticamente para ter experiências místicas. Elas levam as pessoas para algo novo, ouvem Deus falar com elas”, explica Hamer. O pesquisador aplicou um questionário para medir o grau de espiritualidade em um grupo de 1.001 voluntários. Desenvolvido pelo psiquiatra Robert Cloninger, da Universidade de Washington, o levantamento trazia perguntas ligadas a crenças e rituais. Hamer avaliou os genes dos voluntários e percebeu que as diferenças nas respostas estavam relacionadas com as variações no gene de Deus. Essas variações explicariam por que algumas pessoas são mais espiritualizadas que outras.

Dá para visualizar isso, literalmente. Exames de neuroimagem mostram a atividade de crenças espirituais no cérebro. O time de cientistas liderado por Andrew Newberg, professor da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, e autor do livro How God Changes Your Brain (“como Deus muda o seu cérebro”, sem edição no Brasil), demonstrou que Deus é parte da nossa consciência: quanto mais pensamos nele, mais nossos circuitos neurais são alterados. No primeiro de seus estudos a respeito, Newberg avaliou o impacto da fé ao analisar imagens cerebrais de freiras rezando e budistas meditando. Ele detectou aumento de atividade em áreas relacionadas às emoções e ao comportamento e redução na zona que dá senso de quem somos. A diminuição de trabalho nessa região específica, segundo Newberg, representa a possibilidade de atingir com a meditação um estado em que se perde a noção de individualidade, espaço e tempo. “Você se torna um único ser com Deus ou com o Universo”, escreveu. É o mesmo efeito descrito por Hamer. A ciência não pode provar que Deus existe, mas consegue medir os efeitos da crença no divino nas pessoas.

Seria possível, então, transformar esses efeitos da fé em um botão no cérebro, que poderíamos ativar quando quiséssemos? O canadense Michael Persinger quis provar que sim ao criar o “capacete de Deus”. Trata-se de um aparelho que estimula uma área específica do cérebro, onde nascem pensamentos místicos e espirituais. Persinger queria saber se dava para simular a sensação de uma prece intensa ou da meditação apenas estimulando essa região cerebral. Ele recrutou voluntários religiosos e não religiosos para o teste. Depois de ficarem uma hora com o capacete, quatro de cada cinco pacientes relataram sentir um estado de transe, com uma sensação de deslocamento para fora do corpo. A maioria dessas pessoas tinha uma predisposição à fé, mas, mesmo assim, o aparelho conseguiu simular experiências religiosas em laboratório. Ou seja, com ele não é preciso rezar para sentir os mesmos efeitos benéficos descritos na reportagem. Da mesma forma que não é preciso seguir uma religião para ter esses benefícios.
Como trabalhar sua fé

Que fique claro, fé e religião são coisas diferentes. A religião é uma maneira institucionalizada para se praticar a fé, por meio de regras específicas e dogmas. Já a fé é algo pessoal, ligado à espiritualidade, à busca para compreender as respostas a grandes questões sobre a vida, o Universo e tudo mais. Isso pode ou não levar a rituais religiosos. Você pode buscar essas respostas pulando sete ondinhas, acendendo velas, consultando o horóscopo da Susan Miller, pregando faixas de Santo Expedito ou investigando quilos de livros de física quântica. Cada um tem seu jeito próprio.

Vale até ficar louco de cogumelo. Foi o que Roland Griffiths, professor da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, propôs. Sua equipe deu a 36 voluntários cápsulas com altas doses de psilocibina, substância presente em cogumelos alucinógenos. O grupo deitou em sofás com olhos vendados ao som de música clássica. Depois de uma sessão de seis horas, passado o efeito, a maioria relatou ter experimentado uma forte conexão com os outros, um sentimento de união, amor e paz. Até aí, parecia papo de doidão. Mas o professor voltou a falar com os voluntários um ano depois. Eles disseram que se sentiam diferentes. A experiência os tornou pessoas melhores, o que foi confirmado pelas famílias deles. “Se a psilocibina pode causar sensações místicas idênticas àquelas que ocorrem naturalmente, isso prova que esse tipo de experiência é biologicamente normal”, disse Griffiths no fórum de palestras TED. Mais que isso: talvez, drogas alucinógenas tenham benefícios.

Mesmo sem cogumelos alucinógenos ou um capacete de Deus, é possível atingir artificialmente as benesses da fé. Cientistas garantem que basta ter uma forte crença em algo – e nem precisa ser uma divindade ou força superior. Pode ser qualquer coisa realmente importante para a pessoa. “Se para os crentes é Deus, para os ateus pode ser família ou amigos”, diz Michael Shermer, diretor da Sociedade Cética e autor do livro The Believing Brain (“o cérebro crente”, sem edição no Brasil). “Teoricamente, um ateu pode ter uma poderosa experiência mística”, endossa Andrew Newberg. O pai do gene de Deus, Dean Hamer, segue a mesma linha. “Algumas das pessoas mais espiritualizadas que conheço não acreditam em divindade nenhuma”, escreveu no trabalho em que relatou a descoberta genética. Outra grande autoridade no assunto, o psicólogo Kenneth Pargament, do Instituto de Espiritualidade e Saúde do Centro Médico do Texas, sugere cultivar a espiritualidade exercitando o que ele chama de santificação ateísta. Significa dar a algo importante da vida um status sagrado, mesmo sem acreditar em Deus. A foto do seu filho quando bebê pode ser muito mais sagrada para você que a imagem de Santo Antônio, por exemplo.

Não se trata de banalizar a sacralização, mas o contrário: exercitar a fé dessa forma é uma postura antibanalização da vida, qualquer aspecto pode assumir um caráter divino. E esse hábito de sacralizar aspectos do cotidiano é capaz até de alterar nosso comportamento, segundo uma pesquisa que acompanhou recém-casados. Os casais que consideravam o casamento e o sexo sagrados estavam mais felizes – e transavam mais! No trabalho é a mesma história. Outro estudo, realizado no ano passado, avaliou 200 mães de família que haviam acabado de concluir uma pós-graduação. Apesar da dupla jornada, aquelas que encaravam a carreira como parte de algo maior (e não só a fonte de renda para pagar as contas do mês) se disseram muito mais felizes profissionalmente – e menos cansadas.

Em tese, portanto, é possível usufruir de benefícios semelhantes aos proporcionados pelas crenças divinas apenas focando as energias naquilo que faz bem a você. O psicólogo Elisha Goldstein, autor do best-seller The Now Effect (“o efeito ‘agora’”, sem edição no Brasil), desenvolveu um método que consiste em cultivar momentos sagrados. Primeiro, você escolhe objetos que trazem boas lembranças. Valem fotos de infância, o relógio do avô, uma carta de amor, o primeiro gibi. Todos os dias, preste atenção a esse amuleto por no mínimo cinco minutos. Deixe que os pensamentos invadam sua mente. Relaxe. Após três semanas, avalie suas emoções. Segundo Goldstein, os voluntários que participaram do experimento relataram sentimentos de gratidão, humildade e empatia. Isso porque eles se reconectaram àquilo que realmente importa. Consequentemente, se sentiram menos ansiosos e pessimistas e mais dispostos a ajudar quem precisa. Isso sem ter de orar ou meditar seguindo preceitos religiosos.


Esses benefícios dependem da intensidade da crença. Quem vai à igreja e fica jogando Candy Crush Saga no celular dificilmente vai usufruir das vantagens da fé. Newberg resolveu passar isso a limpo e pediu a um grupo de ateus que pensassem em Deus. Nenhuma mudança significativa ocorreu. Para eles, não fazia o menor sentido. Então, o melhor é se engajar em atividades em que você realmente acredita. Se seu negócio não é integrar uma igreja, o psicólogo Michael McCullough lembra que algumas ONGs têm regras de conduta e convivência semelhantes, reproduzindo os mesmos mecanismos das religiões que incentivam compaixão, autocontrole, senso de comunidade e comportamento ético.

Da mesma forma que é possível ter os benefícios da fé mesmo sem religião, há ocasiões em que ela faz mal – e nem precisamos entrar no mérito das guerras religiosas. Atribuir a Deus poderes milagrosos pode levar pacientes a abandonar tratamentos. Há também um outro componente preocupante. Em algumas pessoas, ocorre o que os especialistas chamam de conflito religioso, sentimento que leva a acreditar que a doença ou os sofrimentos são punição divina. Nesses casos, a religião tem um efeito desastroso. Um estudo publicado na revista científica americana Archives of Internal Medicine mostrou que esse conflito está associado a depressão, ansiedade e maior índice de mortalidade. Se fosse bom, fé cega não teria esse nome.

via  http://super.abril.com.br

Para saber mais
12 Passos para uma Vida de Compaixão
Karen Armstrong, Cia. das Letras, 2012

Religião para Ateus

Alain de Botton, Intrínseca, 2011

Você deve conversar com estranhos no ônibus?

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Será que conversar com estranhos em ônibus, trens ou metrôs pode fazer diferença no nosso humor? Em busca desta resposta, psicólogos da Universidade de Chicago (EUA) fizeram um divertido estudo comportamental: reuniram vários voluntários em estações de metrô da cidade e pediram a eles que simplesmente dessem uma chance à interação social.

Segundo os pesquisadores, falar com desconhecidos quase sempre resulta em alegria. O sentimento de leveza após trocar palavras com o passageiro sentado ao lado foi relatado pelos próprios participantes da pesquisa.

Abordados pelos psicólogos logo antes do embarque, eles foram divididos em três grupos. A alguns, era dada a instrução de puxar papo com a pessoa mais próxima. A outros, a ordem era fazer o oposto: ficar em silêncio durante todo o trajeto. Um terceiro grupo, por fim, deveria fazer o que fosse natural, o que significava conversas casuais para os mais extrovertidos e isolamento para os tímidos.

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As expectativas dos voluntários já não eram muito boas antes do experimento. Perguntados se acreditavam que uma conversa casual na viagem seria prazerosa e os faria mais feliz, a maioria dos entrevistados respondeu que não. Mas os resultados mostraram o contrário. Os pesquisados que relataram se sentir melhor após o teste foram os que interagiram com a comunidade.

E os resultados não estavam ligados à personalidade de cada pessoa. Retraídos ou conversadores, quase todos afirmaram ter experimentado os mesmos benefícios emocionais após trocar um dedo de prosa com a pessoa com quem compartilhavam o transporte coletivo.

A recomendação, portanto, é dar uma chance à socialização. Já houve diversos estudos afirmando que a solidão faz mais mal à saúde do que se imagina, e ficar isolado das pessoas por muito tempo pode ser mais nocivo à saúde do que fumar ou estar acima do peso. Na era do smartphone, conforme descobriram os pesquisadores, o mais difícil é largar o celular e olhar para a cara do passageiro com quem se compartilha o banco. É um desafio que, segundo eles, vale a pena ser superado. [Live Science / Red Eye]


Um bebê te imitou? Você deve ser confiável

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Os bebês normalmente copiam adultos, mas um novo estudo mostra que os pequenos escolhem cuidadosamente quem eles imitam, com base em quão credível eles pensam que o adulto é.

Por exemplo, se um adulto já apresentou comportamento duvidoso ou desonesto no passado, o bebê tem menos probabilidade de imitá-lo.

Os pesquisadores dividiram 60 bebês entre grupos de 13 meses e 16 meses. No primeiro grupo, pessoas “não confiáveis” olharam dentro de um recipiente, enquanto expressavam excitação, e convidaram os bebês para descobrir se a caixa continha um brinquedo ou estava vazia. A caixa estava vazia.

O segundo grupo recebeu uma pessoa “confiável”, então quando os bebês copiaram o comportamento dos adultos entusiasmados e olharam para dentro da caixa, eles encontraram um brinquedo.

Em uma segunda tarefa de imitação, cada bebê observou a mesma pessoa que tinha imitado durante o exercício da caixa. Desta vez, o adulto usou a testa, em vez das mãos, para acender uma luz. Então, observou se a criança copiou seu comportamento.

Os resultados mostraram que 61% das crianças no grupo “confiável” imitaram o comportamento irracional do adulto de utilizar suas testas para acender a luz. Em contraste, apenas 34% das crianças imitaram o adulto não confiável que já os havia enganado durante a tarefa da caixa.

“Isso mostra que eles imitam o comportamento de um adulto confiável”, disse a pesquisadora Ivy Brooker. “Em contraste, o mesmo comportamento realizado por um adulto não confiável é interpretado como irracional ou ineficiente, portanto, não vale a pena imitar”.

As descobertas são consistentes com estudos anteriores que sugerem que os bebês são hábeis em detectar a confiabilidade de um adulto com base em seu comportamento anterior.

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Em 2007, pesquisadores da Universidade de Yale, EUA, descobriram que crianças de 10 meses e 6 meses de idade já são capazes de julgar o caráter de uma pessoa e usar essa informação para decidir de quem eles preferem ficar perto.

“Como crianças mais velhas, bebês acompanham a história de um indivíduo de ser preciso ou impreciso e usam essa informação para orientar seu aprendizado”, disse Diane Poulin-Dubois, coautora do estudo. “Especificamente, as crianças optam por não aprender com alguém que eles percebem como não confiável”.[LiveScience]

http://hypescience.com

Crianças relatam abusos através de desenhos (impressionante)

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Esses são os desenhos da exibição bizarra e comovente “os monstros da minha casa” que aconteceu em Outubro de 2010, na Espanha. Várias crianças que sofreram abusos sexuais fizeram esses desenhos acompanhados por especialistas, que interpretaram as imagens.

Andreu, 8 anos

Foi abusado pelo padrasto desde os 4 anos. No desenho ele representa ele mesmo em pânico, e dá atenção especial ao zíper da sua calça e os botões de sua camisa, que pra ele representam um símbolo de quando os atos sexuais iriam começar.
Fernando, 13 anos.
Ele foi abusado pelo seu pai desde cedo, e agora mora com a mãe, que conseguiu fazer ele se recuperar bem. Ele desenhou o pai como um demônio em um bar, bebendo cerveja e jogando em caça-níqueis. Os riscos saindo do demônio representam o cheiro de álcool. Fernando sente raiva quando mencionam o pai perto dele.
Elena, 6 anos.
Elena sofreu abusos sexuais do seu pai. Agora ela vive com a vó. No desenho, ela coloca sua avó e sua mãe bem grandes. Ela se sente protegida perto das duas. Ela também representa o seu pai transando com ela, bem pequeno, em cima das letras.
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Miriam, 9 anos
Sofreu abuso psicológico. Sua mãe chegou na Espanha com 15 anos de idade e grávida dela. Ela era uma minoria racial por lá, e ela sofreu abusos dos colegas de classe por conta de sua etnia. Ela é a menor pessoa do desenho, que está envolvida com alguma coisa, representando sua solidão. No canto ela tinha escrito “me sinto sozinha” mas apagou porque tem vergonha disso.

David, 8 anos
Ele sofreu abuso sexual. No desenho, ele destaca os olhos e o pênis do agressor. Ele escreve também “marica” e “chupa-rolas”. O agressor falava isso enquanto o estuprava.

Isabel, 8 anos
Foi abusada sexualmente pelo pai. No desenho ela retrata o momento do abuso. O pai colocou ela em uma cadeira pra penetrá-la por trás. Na parte superior da imagem, ela retrata o irmão mais novo dela, que ficou vendo tudo acontecer pela porta.

Joan, 8 anos.
No desenho ele coloca o cara que estupro ele numa gaiola, fechada com um cadeado, e a chave (no canto superior direito) protegida por espinhos, pra ninguém conseguir pegar.

Marina, 5 anos.
Era abusada pelo pai, que também obrigava ela a assistir filmes pornô. No desenho, ela retrata um dos filmes que ela assistiu. Ela disse ao especialista que nesses filmes as pessoas “ficavam peladas e faziam coisa feia”.

Ester, 9 anos
Ela desenhou a posição que tinha que ficar quando o seu pai abusava dela. 

Toni, 6 anos
O especialista pediu pra ele desenhar o cara que abusou dele. Ele disse “é um monstro”. Destacou o pênis ejaculando.

Andrea, 10 anos
Representou como eram os abusos, onde ela tinha que tocar o pênis do cara, e ele tocava a vagina dela. Ela ficou com vergonha de responder as questões do psiquiatra, e aceitou escrever as respostas no desenho, por isso os “sims” e o não.

Victor, 7 anos
Ele era obrigado, aos 4 anos de idade, a fazer sexo oral no seu pai. A linha que sai da boca dele e vai até o pênis do pai representa a sua língua.
Página oficial da exibição

“Meu coração está em paz, não tenho arrependimentos” – Parte 2

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Daniel*, Isaac* e os outros 16 jovens cristãos foram presos injustamente, sem acusações formais. Eram “culpados” até que provassem o contrário. Mas, diferentemente do esperado, eles não desanimaram em sua fé. “Nós decidimos que o nosso propósito, nestas circunstâncias, era falar e viver o nome de Jesus”


A quinta-feira tornou-se um dia de oração e jejum para asalvação dos detentos. Encontrar a forma mais eficaz de abordar os muçulmanos, em particular, tornou-se o objetivo dos cristãos. Alcançar isso significava que tinham de confiar apenas no Espírito Santo para colocar as palavras certas em suas bocas. Os cristãos foram em frente e começaram a convidar os presos para suas reuniões. Vários responderam de modo favorável.

Os cânticos de louvor podiam ser ouvidos por todo o prédio. A ousadia e a paciência dos rapazes ficavam cada dia mais fortes, e milagres aconteciam. O testemunho do doente que foi curado espalhava-se rapidamente. Logo, mais espectadores se aproximavam para ouvir o Evangelho de Jesus. Os cristãos trouxeram uma presença solidária naquele lugar, que normalmente oferecia tão pouca esperança. Incapaz de compreender como esses cristãos poderiam permanecer bons, apesar da hostilidade e resistência obstinada que enfrentavam, alguns muçulmanos começaram a fazer perguntas sobre a fé deles.


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“Um dia, um companheiro de cela muçulmano perguntou-me por que eu era sempre gentil e não respondia duramente às suas provocações. Eu respondi: Meu Deus é um Deus de amor que ama todas as pessoas. Ele é aquele que permite amar o amigo e o inimigo incondicionalmente,” compartilha Isaac. “Por meio do Espírito Santo, que nos fortalece, perseveramos e compartilhamos o evangelho com todos”, acrescentou Daniel.

Cerca de vinte muçulmanos entregaram suas vidas a Cristo. Alguns fizeram isso secretamente, mas outros estavam ansiosos por ouvir mais e, abertamente, juntavam-se às reuniões devocionais de quinta-feira. A conversão dos não cristãos, especialmente os muçulmanos, à fé cristã, desagradava alguns detentos e carcereiros muçulmanos fanáticos. Guardas tentavam convencer os cristãos a negarem sua fé em troca de sua liberdade. Quando isso não funcionava, as agressões tornavam-se mais severas. Quando os cristãos ficavam doentes, lhes eram negados os cuidados médicos.

Um muçulmano irado decidiu resolver o assunto com suas próprias mãos. Ele defecou em um Alcorão, colocou a prova no pátio e culpou os cristãos. Os cristãos negaram veementemente as acusações. Mas os muçulmanos ficaram tão indignados com o ato profano que os guardas não quiseram ouvir qualquer motivo. Impiedosamente açoitaram os cristãos pela ação.

Ainda assim, os cristãos mantiveram-se firmes e recusaram-se a aceitar a responsabilidade pelo crime. Inflexíveis para encontrar o culpado, os muçulmanos ameaçaram abrir fogo para forçar o culpado vir à tona. Para controlar a situação explosiva, uma equipe de investigadores foi levada para interrogar todos os prisioneiros. O infrator foi exposto e cobrado em conformidade.

Em maio deste ano, depois de serem presos por 27 meses, oito dos jovens cristãos, finalmente pagaram a fiança. Eles agora podiam compartilhar como a sua prisão tornou-se um grande testemunho da fidelidade e do poder de Deus em suas vidas. Eles esperavam agressão física dos presos radicais islâmicos. Em vez disso, vinte muçulmanos vieram a Cristo. O Senhor os protegeu e os manteve em pé. Deu-lhes favor e os usou para levar a mensagem de vida eterna em Jesus para os condenados.

“Nenhum de nós nunca pensou em negar a nossa fé, ao invés disso, demos glória a Deus. Podemos declarar, sem dúvidas, que Deus nunca vai deixar nem abandonar seus filhos,” disse Daniel. “Quando eu me encontrei no meio de meus inimigos, redescobri quão magnífico é Jesus Cristo. Eu fiquei em um quarto com membros do grupo radical islâmico Boko Haram, mas o Senhor me protegeu de suas mãos agressivas e de sua zombaria. Toda vez que meu coração ficava chateado, sua voz suave me confortava. Oferecia a Deus toda a honra por ter me permitido compartilhar o amor de Cristo na prisão. Foi um lindo milagre ver 20 homens entregando suas vidas a Cristo. Meu coração está em paz, eu não tenho arrependimentos por passar dois anos atrás das grades,” disse Isaac.

Representantes da Portas Abertas visitaram os cristãos na prisão em várias ocasiões para incentivá-los e tranquilizá-los através de orações. Outros dez jovens ainda esperam ser libertados.

Pedidos de oração

 Agradeça ao Senhor por esses cristãos perseguidos e por todos aqueles que vieram a Cristo através do testemunho deles. 

 Ore para que Deus fortaleça e ministre aos novos cristãos através do seu Espírito Santo.

Peça por graça contínua de Deus para os outros dez cristãos que ainda estão presos. Ore para que eles recebam a justiça em breve.

Leia a primeira parte desse relato aqui.

 *Nomes trocados para a segurança dos cristãos.

“Meu coração está em paz, não tenho arrependimentos” – Parte 1

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“Uma vez que nós aceitamos a prisão como uma abertura para vivermos nosso testemunho, experimentamos como o Senhor nos concedeu a graça de aproveitar esta oportunidade para a sua glória”

Para Daniel* (34), Isaac* (22) e outros 16 jovens, esse teste de fé teve início em 2011. Após uma briga entre muçulmanos e cristãos durante um jogo de sinuca, ocorreu um ataque extremista em um enclave cristão, uma área dominada por muçulmanos do norte da Nigéria.

Aparentemente, um jovem muçulmano recusou-se a pagar por um jogo, dizendo que não iria dar dinheiro para um “infiel” (não muçulmano). O proprietário do salão interveio e o assunto foi resolvido. No entanto, o argumento criou uma oportunidade para os extremistas se reunirem no dia seguinte, armados com AK47, explosivos e espadas. Os cristãos tentaram proteger suas famílias e propriedades, mas não tiveram sucesso contra as armas sofisticadas. Os extremistas mataram 15 cristãos, incluindo um pastor, e destruíram 50 lares cristãos, além de três igrejas e duas casas pastorais.

Na manhã seguinte, Daniel, Isaac e os outros 16 jovens, sondaram as ruas para avaliar os danos e identificar as vítimas. Sem qualquer aviso prévio, agentes de segurança, que estavam no local, levaram todos para a prisão. Foram acusados de planejar um ataque de represália e o governador do Estado manteve os homens presos sem acusações formais. Eram “culpados” até que provassem o contrário.

Um sentimento geral de descrença e tristeza ofuscou a comunidade. A perda abrupta de entes queridos, propriedades danificadas e a prisão dos jovens eram muitas informações para serem assimiladas. “Essas pessoas não cometeram qualquer ato que pudesse justificar a sua detenção. Estavam calculando o prejuízo e verificando seus mortos, quando foram apreendidos pelas autoridades que alegaram que eles estavam planejando uma represália,” compartilhou um líder comunitário.

Frente às duras realidades da prisão, a fé dos jovens foi abalada ao extremo e o teste duraria por muitos meses adiante. Após a chegada, os cristãos foram colocados em diferentes celas. Em cada uma, havia um pequeno Novo Testamento – pelos quais eles serão gratos eternamente.


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Confrontos e xingamentos de presos muçulmanos estavam na ordem do dia, especialmente para um cristão que dividiu cela com um muçulmano extremamente agressivo. No entanto, os jovens logo aprenderam a esperar ainda maior agressão dos guardas muçulmanos. O fato dos guardas estarem sobrecarregados e, constantemente ameaçados, muitas vezes levava-os a espancamentos excessivos.

Havia uma pausa diária de uma hora, quando todos os prisioneiros poderiam conviver em uma área comum. Os cristãos usavam esse tempo para compartilhar devocionais, assim, faziam com que esse encontro fosse aproveitado da melhor maneira possível. Estavam sempre olhando para frente dessas reuniões, porque eles poderiam orar juntos e encorajar uns aos outros para enfrentar o dia com equilíbrio divino. Este também era o momento em que os muçulmanos e os cristãos eram forçados a ficar juntos. “Nós aceitamos que o nosso propósito, nestas circunstâncias, era falar e viver o nome de Jesus.” Eles escolheram usar esta injusta situação, para levar o Evangelho aos companheiros de prisão que começavam a chegar.

   

*Nomes trocados para a segurança dos cristãos.

Time-lapse mostra o efeito devastador do uso de drogas na adolescência

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As consequências físicas e psíquicas do consumo de certas drogas podem ser verdadeiramente devastadoras. E para alguém ainda na adolescência, as alterações podem mudar o curso de vida de forma irreversível. É isso que mostra o vídeo criado pela organização The Partnership at Drugfree.org, onde um menino de ar fresco e saudável vira um homem de olhar perdido, sem foco e bem mais velho.

Stop the Damage é o nome do vídeo que quer alertar as famílias para o problema. No vídeo, o menino começa alegremente falando sobre como o córtex pré-frontal (a parte do cérebro que controla funções cognitivas como memória, pensamento ou aprendizagem) ainda está amadurecendo em um adolescente e rapidamente passa a sentir os efeitos de um mau amadurecimento.

Com transições suaves, e filmado de forma inovadora, o vídeo abaixo coloca, em apenas 30 segundos, os efeitos de algumas drogas com o passar do tempo diante dos seus olhos.

Damaged Circuits from The Colony on Vimeo

StoptheDamage1

StoptheDamage2

StoptheDamage3

O vídeo foi criado pela agência DDB, dirigido por David Gaddie e produzido pela The Colony. A designer de maquiagem que fez a magia acontecer foi Judy Chin, que ficou conhecida pelo trabalho no filme “Black Swan” (“Cisne Negro”). Veja o making of e entenda melhor as técnicas utilizadas:

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Classificação de países por perseguição

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Com base em experiências de campo, anualmente, a Portas Abertas publica uma lista com os 50 países mais opressores ao cristianismo. Há três principais objetivos para esse levantamento: fazer dessa classificação um instrumento mais preciso de medição da extensão da perseguição aos cristãos hoje; determinar onde a necessidade é mais urgente e; assim, planejar melhor projetos e ações.

Perseguição é “toda e qualquer hostilidade vivenciada em qualquer lugar do mundo, como resultado da identificação de uma pessoa com Cristo. Isso inclui atitudes, palavras ou ações hostis contra os cristãos, partindo de fora do cristianismo ou em meio a ele”. Ron Boyd-MacMillan

Em comparação ao ano anterior, a Classificação de Países por Perseguição, originalmente chamada de World Watch ListWWL,  chegou em 2013 com alterações significativas e destaques bastante curiosos; a começar pela maneira com que a listagem foi feita.

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A explicação é bastante simples: até 2012, o questionário elaborado pela Portas Abertas, que considerava as áreas onde a perseguição religiosa era mais latente, era composto por perguntas genéricas, rápidas, e não muito aprofundadas. Para a classificação desse ano, o questionário apresentado aos cristãos em campo foi reestruturado e alguns fatores e detalhes foram postos na balança. O relatório passou a considerar dois aspectos da perseguição religiosa: o contexto da perseguição e as diferenças de perseguição de acordo com as comunidades hostilizadas.

Por esse motivo, esse ano surgiram importantes mudanças nas dez primeiras posições, com novos países que passam a integrar o quadro dos 50 mais intolerantes à fé cristã. Ao comparar a classificação de 2013 com a de 2012, atente-se aos seguintes destaques:

  • Países novos entraram na lista: Mali (7ª), Tanzânia (25ª), Quênia (40ª), Uganda (47ª) e o Níger (50ª).  
  • Como já citado, o Mali, na África, que não apareceu em classificações anteriores, já chega ocupando a 7ª colocação. Isso se deu porque, após um golpe militar de Estado em março de 2012, o país vive hoje um momento de tensões e mudanças políticas, o que reflete diretamente na perseguição à Igreja. O norte foi dominado por milícias islâmicas e, portanto, todas as igrejas dessa região foram destruídas e milhares de cristãos tiveram que fugir para o sul ou para países vizinhos. 
  • Há onze anos consecutivos, a Coreia do Norte figura em primeiro lugar no ranking.
  • O Iraque está agora no TOP 5 da lista. Pulou da 9ª para a 4ª posição no quadro geral. Desde 2003, quando a invasão liderada pelos EUA derrubou o regime de Saddam Hussein, os cristãos tem sido alvo constante de grupos radicais islâmicos que atuam no país. 
  • A Síria subiu 25 posições, a Etiópia 23 e a Líbia 9, o que significa que a perseguição nesses países se intensificou.  
  • A Nigéria se manteve no 13º lugar, mas a perseguição que antes era considerada somente no norte do país, agora se expandiu para todo o território.

  • A China desceu do 21º lugar para o 37º e o Egito do 15º para o 25º. Entenda, porém, que essas alterações nas posições não significam, necessariamente, uma melhora na perseguição religiosa na China e no Egito, especificamente. O que acontece é que, devido à mudança na forma de classificação dos países, em alguns lugares a perseguição religiosa é maior do que nessas nações, o que fez com que muitos países descessem no ranking sem que a hostilidade aos cristãos tenha diminuído de fato.

O esclarecimento acima pode aclarar também porque alguns países deixaram o ranking, mas não devem sair da sua lista de orações, já que a perseguição não acabou. São eles: Cuba, Bangladesh, Chechênia, Turquia e Belarus. É, novamente, a nova maneira de aferir a perseguição que provocou tal movimento na tabela. Relatos do campo informam que, sim, em determinados países, como a China, há sinais de melhora, mas, mesmo assim, as pressões contra minorias religiosas permanecem.

A boa notícia é que a perseguição tende a estar relacionada com o crescimento e o testemunho, e normalmente refina e fortalece a fé dos cristãos, não o oposto. Por isso, em geral, o aumento das pressões contra o cristianismo mostra que a Igreja está crescendo.

RANKING 2013 / 2012

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Entenda como a Classificação (WWL) é formada

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CRÉDITOS: http://www.portasabertas.org.br/

Momentos dos protestos em São Paulo que você não verá na TV

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Captura de Tela 2013-06-14 às 05.30.30

A intenção desse post não é dizer o que é certo e errado, dizer como um ou outro lado deve agir, mas só mostrar o outro lado da moeda, aquele que os noticiários na TV que falam dos “vândalos” não vão mostrar, aquele diferente do que a tendenciosa Veja mostra, dos policias heróis que salvam a cidade em perigo.

Bem, na TV  você não vai ver:

 A matéria do jornalista Elio Gaspari (O Globo) que afirma que a Polícia começou o confronto armado.

Artigo aqui.

E se preferir uma segunda opinião para acreditar, a jornalista da Band que confirma que a polícia começou a violência.

Quando os policias começaram a atirar na imprensa, mesmo ela se identificando:

A conversa presenciada em plena Avenida Paulista (na manifestação de terça) POR MIM, QUE VOS ESCREVO, ao sair do Conjunto Nacional em direção à minha casa:

 

O policial que foi filmado quebrando O P-R-Ó-P-R-I-O vidro da viatura.

É isso mesmo que vocês leram e viram. O policial quebrou o vidro da viatura dele para culpar manifestantes.

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 As bombas de gás lacrimogênio vencidas há 3 ANOS, que como o próprio fabricante diz: OFERECEM PERIGO SE FORA DA VALIDADE.


O jornalista da Carta Capital que foi preso porque estava carregando vinagre na mochila. VI-NA-GRE. É PROIBIDO CARREGAR VINAGRE AGORA?

 

Quando a Tropa de Choque jogou bombas e atirou em manifestantes na calçada por gritarem “SEM VIOLÊNCIA”.

Esse perigoso manifestante que tem uma ameaçadora flor. Vai que é uma flor bomba né minha gente?

 

O promotor esquentadinho preso no trânsito que disse que se os manifestantes que estavam atrapalhando o dia dele fossem mortos, ele arquivaria o inquérito policial:

Diz ele que estava apenas extravasando.

 A repórter da Folha, Giuliana Vallone, que foi atingida no olho.

Trabalhando, e tentando ajudar pessoas perdidas na rua, Giuliana levou um tiro na cara.

 A mensagem compartilhada entre os manifestantes incentivando o protesto na paz e como se defender sem em caso de ação violenta da polícia.

Os relatos de pessoas que viram policias arrastando pessoas feridas para fora do hospital.

Relato 1.

 O relato de um rapaz que foi ajudar um garoto e tomou tiro.

Relato 2.

 Outros relatos de abuso de poder da polícia como esse e esse.

Relatos 3 e 4.

  O casal que apanhou às 22h40 (bem depois da manifestação), porque tinham participado dela e agora estavam em um bar.

É isso mesmo, olha aqui a matéria.

A excelente pontaria da Tropa de Choque. (PS: os manifestantes que tentaram ajudar o senhor também levaram tiro!)

O rapaz que mostra que os jovens cansaram de protestar do sofá.

O jornalista Pedro Ribeiro, perigosíssimo hein, que precisou apanhar e ser contido por SETE policias.

RESUMINDO: jornalistas e cinegrafistas se dando muito mal. Porque essas pessoas que estão ali só para trabalhar, e cobrir a manifestação, representam um grande perigo para a sociedade, hein?

E esse tapa de luva em todo mundo que reclama que tá fazendo barulho na hora da novela.

E se você não leu esse texto ainda, precisa saber que não são só sobre os 20 centavos as manifestações.

Não é sobre 20 centavos.

Concluindo:

É triste ver a polícia exercendo esse abuso de poder com tanta falta de preparo em manifestações populares. Mas nos resta vibrar, pois apesar de estarmos vivendo uma época em que as forças armadas agem de forma desordenada e ilegal, estamos vivendo a era da informação, na qual nós blogueiros estamos aqui para espalhar a notícia para o mundo, época em que qualquer pessoa é um reporter, basta sacar um celular. A informação não é mais unilateral, ninguém precisa engolir os absurdos da Veja ou de qualquer outro veículo que se recusa a dar voz aos dois lados, que não legitima o poder da população por lobby e interesses políticos de poucos. Acabam virando motivo de chacota ao tentarem editar uma matéria que todo mundo sabe que foi diferente.

Quanto mais os policiais agem de forma indevida, mais a população vai se revoltar. E mais ainda virá pela frente.

CRÉDITOS :

http://www.melhorquebacon.com

by Samir Duarte

Um listador nato, acredita que não existe tédio, existe site ainda não acessado na webz, essa fonte eterna de conteúdo que pode ser muito perigosa se cair em mãos erradas.

Cem mil cristãos morrem por ano por causa da sua fé em Jesus

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As informações foram divulgadas pela Rádio Vaticano. A denúncia foi feita pelo observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas, monsenhor Silvano Maria Tomasi. “Investigações confiáveis levaram à conclusão chocante de que mais de 100 mil pessoas são mortas por ano, por motivos que têm alguma relação com sua fé”, disse ele.

Tomasi também ressaltou a constante perseguição religiosa em alguns países. Ele observou que há nações onde os cristãos são forçados a renunciar sua fé e assistir a destruição dos seus locais de culto. Os casos de sequestros de líderes religiosos também foram lembrados, como o recente na Síria, onde dois padres ortodoxos foram levados por homens armados.

As violações contra a liberdade religiosa são “fruto do sectarismo, da intolerância, do terrorismo e de leis que excluem”, explicou. “A Santa Sé manifesta ‘profunda preocupação’ pelas violações da liberdade religiosa e pelos sistemáticos ataques perpetrados contra as comunidades cristãs em algumas áreas do planeta, como África, Ásia e Oriente Médio”, foi publicado no site do Vaticano.

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O secretário do Conselho Pontifício para a Justiça e a Paz, o arcebispo Mario Toso, disse ainda que apesar das conferências da Igreja Católica, as situações de discriminação contra cristãos aumentaram na região entre a Europa e a Ásia Central.

“Lamentamos o fato de terem traçado uma linha entre o credo religioso e a prática religiosa, o que faz com que alertemos aos cristãos, cada vez mais numerosos ante os tribunais, que há a liberdade privada de crer e praticar em suas igrejas, mas fica proibido agir publicamente em nome da fé”, acrescentou Toso.

A perseguição contra os cristãos “deve ser combatida assim como o antissemitismo e a islamofobia”, falou Toso, em declaração citada pelo Vaticano.

No site da Portas Abertas são publicadas, diariamente, notícias sobre a perseguição religiosa em diversos lugares do mundo. Confira a Classificação de países por perseguição e saiba onde a hostilidade aos seguidores de Jesus é mais severa.

Fonte: The Christian Post

Faces do Islã

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Saira Liaqat, 26 anos, tem um retrato de si mesma antes de ser queimada, quando ela tinha 15 anos. Saira foi queimada com ácido por um parente que insistia em viver com ela. Saira foi submetida a 9 cirurgias plásticas.

Essas meninas e mulheres do Paquistão tiveram suas vidas arruinadas. Algumas delas tiveram que se submeter a 20 ou 30 cirurgias para voltarem a enxergar, respirar melhor ou até mesmo para que pudessem comer.

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Os principais motivos são porque elas ousaram rejeitar algum casamento ou porque queriam o divórcio. Infelizmente, em muitos lugares a mulher continua sendo tratada como um ser de última categoria e qualquer tentativa de mudar este comportamento pode levar a conseqüências muito tristes.

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Naila Farhat, 19 anos, foi queimada com ácido jogado por um menino a quem ela rejeitou o casamento. Passou por inúmeras cirurgias plásticas.

Desde 1994 quando foi criada a “Associação de Mulheres Progressistas” (PWA) para ajudar as vítimas, foram documentados 7.800 casos em que as mulheres foram deliberadamente queimadas, escaldadas com água fervendo ou encharcadas com ácido. Apenas em 2% desses casos alguém recebeu punição. Seus atacantes, geralmente maridos ou pretendentes, raramente são julgados ou presos.

É triste dizer isso mas algumas delas têm a aparência monstruosa porque era essa a intenção de seus atacantes. Se eles não pudessem tê-las nenhum outro homem as teriam. O que eles realmente pretendiam era tornar estas mulheres repugnantes para a sociedade, sentenciando-as a cirurgias dolorosas, auto-aversão e para algumas delas uma vida de completo isolamento.

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Zainab Bibi, 17 anos, foi queimada com ácido jogado por um menino a quem ela rejeitou o casamento. Ela perdeu as contas de quantas cirurgias plásticas já se submeteu para tentar amenizar as cicatrizes.

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Shahnaz Bibi, 35 anos, foi queimada com ácido aos 25 anos por um parente também devido a uma disputa familiar. Ela nunca passou por cirurgia plástica.

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Munira Asef, 23 anos, foi queimada com ácido por um rapaz a quem ela rejeitou o casamento. Ela passou por 7 cirurgias plásticas.

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Bushra Shari, 39 anos, foi queimada com ácido jogado por seu marido há cinco anos, porque ela estava tentando se divorciar dele. Ela passou por 25 cirurgias plásticas.

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Najaf Sultana, 16 anos, foi queimada pelo seu pai, enquanto estava dormindo, quando tinha apenas 5 anos, simplesmente porque ele não queria ter uma outra menina na família. Najaf ficou cega e depois de ser abandonada pelos pais passou a morar com parentes. Ela passou por 15 cirurgias plásticas.

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Irum Saeed, 30 anos, teve o rosto, costas e ombros queimados com ácido por um rapaz a quem ela rejeitou o casamento. Ela passou por 25 cirurgias plásticas.

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Shehnaz Usman, 36 anos, foi queimada com ácido por um parente devido a uma disputa familiar. Shehnaz passou por 10 cirurgias plásticas.

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Shameem Akhter, 18 anos, foi estuprada por três rapazes que depois jogaram ácido sobre ela. Shameem passou por 10 cirurgias plásticas.

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Memuna Khan, 21 anos, foi queimada por um grupo de meninos que jogaram ácido sobre ela para resolver uma disputa entre as duas famílias. Ela passou por 21 cirurgias plásticas.

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Kanwal Kayum, 26 anos, foi queimada com ácido por um rapaz a quem ela rejeitou o casamento. Ela nunca passou por cirurgia plástica.

Artigo da autoria de Margarete MS.

http://lounge.obviousmag.org

Consumo Emocional

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Edward Louis Bernays, referido no seu obituário como o “pai das relações públicas”, foi um pioneiro austríaco-americano no campo das relações públicas e da propaganda. Ele combinou as ideias de Gustave Le Bon e Trotter Wilfred sobre psicologia coletiva, com a visão da alma humana de seu tio, Sigmund Freud.

Inspirado pela propaganda de guerra norte-americana, Bernays defendia a necessidade do controle, pelas classes dominantes, da psicologia coletiva, que ele via como potencialmente ameaçadora e irracional; sujeita a um “instinto de rebanho”, conforme Trotter havia descrito. Bernays é considerado o criador dos atuais fundamentos das relações públicas e foi nomeado um dos 100 americanos mais influentes do século 20 pela revista Life.

Bernays criou, na década de 1920, o conceito do consumo emocional, ao desenvolver técnicas de propaganda voltadas para a promoção de uma forma de consumo baseada não em necessidades reais, mas na sensação de bem-estar proporcionada por um produto.

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O mercado de consumo utiliza hoje, de forma intensiva, estas técnicas de publicidade e marketing, com o objetivo de promover o aumento do consumo, da forma mais generalizada possível. Estas técnicas estão cada vez mais sofisticadas, e atualmente são capazes de gerar novas necessidades de consumo em todas as classes sociais e faixas etárias, o que constitui a essência do consumo emocional.

Através de técnicas de propaganda, é possível vincular uma marca ou produto a um determinado apelo emocional em um público específico, que passa assim a não apenas consumir, mas também a cultuar esta marca ou produto, como ícone representativo de um estilo de vida ou de uma ideologia.

A história da Apple Inc., talvez seja o exemplo mais emblemático de consumo emocional. O consumidor dos produtos da Apple não é motivado apenas por razões racionais, como qualidade ou nível tecnológico destes produtos – que em alguns aspectos é igual ou até mesmo inferior a de seus concorrentes -, e tampouco pelo seu preço, mas sobretudo pelo seu apelo emocional e ideológico.

A Apple não inventou nada, apenas reciclou conceitos já existentes, de forma a torná-los mais práticos e atraentes, sobretudo para um público jovem. Até mesmo a concepção do seu computador pessoal e a interface operacional foram recriadas pela Apple, a partir dos modelos originais da Xerox Corporation, na década de 1970.

O mantra de marketing de Steve Jobs, o principal responsável pelo sucesso destes produtos, era “o consumidor não sabe o que quer”, o que é apenas uma meia verdade. Na realidade o consumidor sabe o que quer: alem de características mensuráveis como qualidade, praticidade e preço, quer também prazer, diversão, comunicação, ideologia e arte, tudo isso da forma mais exclusiva e pessoal possível. O consumidor apenas não tem consciência destes desejos e esta estratégia de marketing explora exatamente estes anseios não expressos de um público sempre ávido por inovação.

Jobs soube agregar a produtos já existentes no mercado – cujas funções entretanto eram extremamente restritas -, funções adicionais que iam de encontro a estas necessidades implícitas do público consumidor, de uma forma extremamente harmoniosa e atraente e nisto consistiu a sua genialidade.
Jobs conseguiu associar as suas marcas a elementos intangíveis como inovação, sofisticação estética e exclusividade. Os produtos da Apple se tornaram símbolos de uma ideologia que prega, essencialmente, que pessoas realmente inteligentes e bem sucedidas não se confundem com a multidão e não se contentam com o que o mercado de massa oferece.

Esta é a mesma ideologia que leva um homem a comprar um carro personalizado, fabricado em uma linha de produção especial, ou que leva uma mulher a comprar um vestido único, assinado por uma grife de alta costura.
Entretanto, o consumo emocional não é um fenômeno exclusivo de classes sociais abastadas. Jovens, crianças e adolescentes de quaisquer classes sociais são especialmente suscetíveis a apelos emocionais publicitários, que vinculam certos produtos a determinados estilos de vida ou a ídolos e ícones culturais cultuados por sua comunidade, em um determinado momento histórico.

Estes vínculos são altamente dinâmicos, de forma a se adequar com rapidez às constantes mudanças dos valores culturais do público alvo de cada tipo de produto.

As pessoas que são alvo das campanhas publicitárias que utilizam apelos emocionais, ou que criam necessidades artificiais de uso de certos produtos, estão muitas vezes totalmente conscientes dos motivos que as levam a consumir estes produtos. Entretanto, elas concordam, de forma tácita, em fazer parte deste jogo, simplesmente porque isto traz a elas uma certa satisfação e bem estar, pelos quais elas estão dispostas a pagar.

Esta é uma situação bastante perigosa, quando se leva em conta que os produtos envolvidos nem sempre são de boa qualidade ou saudáveis, como no caso de alimentos. Além disso, o consumo emocional ou frívolo, não motivado por uma necessidade real, leva o indivíduo a um processo de alienação da realidade à sua volta, em proporção direta ao grau de resposta positiva que ele oferece aos apelos de que é alvo.

Para preencher o vazio deixado pela perda dos valores cristãos, a sociedade cria necessidades inexistentes, como o entretenimento em tempo integral, que de certa forma ajuda a mitigar a corrosiva angústia causada por essa lacuna.
O sucesso dos chamados miniaplicativos o simplesmente apps, criados para smartphones e tablets, se deve sobretudo ao fato de que eles ajudam a manter o seu usuário completamente absorvido em uma atividade que ele chama de entretenimento.

Nos Estados Unidos, é cada vez mais comum os pais presentearem crianças com smartphones, substituindo a tradicional chupeta. Segundo o jornalista Gilberto Dimenstein, em artigo publicado na Folha de São Paulo (Mais estúpidos ou inteligentes? – 23/10/2011) cerca de 6% das crianças americanas entre 2 e 5 anos e dois terços daquelas com idade entre 4 e 7 anos já tem seu smartphone, abrindo assim um vasto mercado para miniaplicativos.
O que os usuários destes aparelhos não percebem, entretanto, é que esse entretenimento eletrônico bloqueia o seu senso crítico e a sua capacidade de reflexão; além de desvirtuar, com o uso constante, o seu senso estético e até mesmo a sua capacidade afetiva.

Neste sentido, não é exagero afirmar que os dispositivos eletrônicos que ocupam a cada dia um papel fundamental na rotina diária de um número cada vez maior de pessoas, tem transformado essas pessoas, de forma sutil, à sua própria imagem e semelhança.

Um Deus Especial

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 Conheça a história de Banhi, uma indiana que conheceu a Deus.

Deus tem agido poderosamente nas nações onde ainda há trevas espirituais, através da manifestação do poder de cura de seu Espírito, conforme é possível comprovar através de centenas de testemunhos de pessoas na Índia e em outros países asiáticos. Os missionários sustentados pela instituição cristã Gospel for Asia (Evangelho para a Ásia) registram, com grande alegria, relatos destes vários testemunhos, como o da indiana Banhi, reproduzido a seguir. 

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Enquanto Banhi subia as escadas com uma carga de tijolos, seu mundo começou a girar. Tropeçando, Banhi tentou retomar um ritmo normal de respiração, apoiando-se contra a parede. Mas não havia maneira de impedir a escuridão que se seguiu quando ela caiu no chão.

“Desde a minha infância, eu tinha adorado diferentes deuses e deusas”, diz Banhi. Quando se casou, seu marido Charan foi especialmente dedicado a um deus, então ela escolheu a adorar esse deus também. “Ambos estávamos determinados a adorar esse deus e certos de obter bênçãos em nossas vidas.”

 Mas em vez de bênçãos, seus dias foram preenchidos apenas com doença, tribulações e pobreza. O trabalho conjunto do casal como construtores fazia pouco para satisfazer as suas necessidades.

“Meu marido e eu sempre brigávamos”, Banhi diz. “Nós trabalhamos arduamente construindo casas para os outros, mas não tínhamos lugar para ficar. “Ela questionou o valor de um deus que recebeu adoração, mas se recusou a abençoar sua família. Finalmente muito frustrada para continuar, Banhi parou de adorar qualquer deus. Não demorou muito para que ela começasse a se perguntar se ela havia cometido um erro.

 ”Uma tarde, eu estava trabalhando duro no sol e carregando tijolos para o andar de cima”, Banhi explica. “De repente, eu me senti tonta, e quase caí da escada. De alguma forma, eu recuperei o equilíbrio e me apoiei contra a parede.” Mas um pouco mais tarde, Banhi perdeu a consciência. Alguns colegas de trabalho a ajudaram a chegar a um hospital próximo, onde fez testes e foi diagnosticada como portadora de um problema cardíaco.

Banhi tinha sofrido dores no peito frequentes no passado, mas ela sempre se recusou a buscar atendimento médico. Agora, o médico deu-lhe toda uma lista de prescrições. “Fui para casa e contei tudo para o meu marido”, diz ela, “mas, devido aos nossos problemas financeiros, eu não pude comprar qualquer medicamento.” Com o passar dos dias, seu estado de saúde piorou, e logo ela não podia sair da cama.Apesar de sua devoção religiosa, o trabalho de construção de Banhi e Charan mal dava para pagar as contas no fim do mês.

 Banhi orou para seus deuses para a cura de seus problemas cardíacos, mas não encontrou alívio. Enquanto Charan estava trabalhando, Banhi desesperadamente buscava aos deuses e deusas que ela havia abandonado. Mas ela não recebeu nada, além do silêncio que a que já estava habituada. Os médicos sugeriram uma operação do coração, mas o custo estava muito além da renda do casal.

“Porque eu nunca seria capaz de ganhar essa quantia em minha vida”, dizia Banhi, “Eu perdi a minha esperança completamente e comecei a contar os meus dias na terra.”

Uma tarde, Banhi estava descansando e adorando os seus deuses, quando ouviu alguém bater na porta. Surpreendentemente, ela teve a força para sair da cama e abrir a porta para o missionário da Gospel for Asia Sabrang e sua família.

Quando viram a condição de Banhi, eles lhe pediram para se deitar novamente. “Eles vieram até minha casa e oraram por mim”, diz Banhi. “Eu não entendia por que eles tinham vindo à minha casa.” O pastor Sabrang explicou a ela que ele e sua família eram servos de Deus e que apenas queriam visitá-la. Quando eles se despediram, prometeram continuar orando por Banhi.

Após a visita, ela começou a se sentir melhor. Uma semana depois, o Pastor Sabrang e sua esposa a visitaram novamente, e desta vez Banhi podia sentar-se na cama e conversar. O casal disse a Banhi que Jesus podia curar seu coração, e ela ansiosamente se juntou a eles em oração. Em seguida, deram-lhe um Novo Testamento.

“Devido ao meu corpo fraco, eu não conseguia ler”, Banhi diz, “mas todas as noites eu pedia ao meu marido para ler a Bíblia e ouvia atentamente … Eu sentia como se Jesus estivesse falando comigo que Ele iria lavar meus pecados e doenças. ” Um mês depois, Ele o fez.

A dor no peito desapareceu, e quando o casal percebeu que Banhi tinha sido completamente curada de seus problemas de coração, eles abraçaram o Deus que havia respondido as suas orações.

Agora, toda a vida de Charan e Banhi mudou. Como membros ativos em uma igreja, eles estão crescendo no Senhor. Quando eles vão para o trabalho, eles levam literatura evangélica e contam aos outros do amor de Deus e de como Ele os ajudou a superar seus problemas. “Ele é capaz de resolver os seus problemas também”, dizem eles.

 O testemunho do casal inspirou 15 outros moradores a corresponder ao amor de Jesus. E enquanto Banhi amadurece na fé, ela está discipulando outras mulheres na igreja local, e orando para que elas venham a conhecer a Cristo, como ela fez.          

Fonte: Gospel for Asia

Os falsos profetas

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TRECHOS DO LIVRO A ISCA DE SATANÁS

Fuja da Imoralidade Sexual

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Tim Conway e James falam sobre ser livre da pornografia e da masturbação.

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Devocionais Diários

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Leitura diária – A ISCA DE SATANÁS

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Quando viajo pelos Estados Unidos ministrando percebo umas armadilhas mais enganosas e mortais. Elas aprisionam inúmeros crentes, rompem relacionamentos e nos separam ainda mais: é a armadilha da ofensa, do escândalo. Muitos não conseguem responder ao chamado por causa das feridas e da mágoa que as ofensas causaram à vida deles. Eles estão incapacitados e impedidos de usar todo o seu potencial. Muito freqüentemente, foi um outro crente que causou a ferida. Isso faz com que a ofensa pareça uma traição. No Salmo 55:12-14 Davi lamenta-se: Com efeito, não é inimigo que me afronta; se o fosse, eu o suportaria; nem é o que me odeia quem se exalta contra mim, pois dele eu me esconderia; mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu íntimo amigo. Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos e íamos com a multidão à Casa de Deus

“O profeta Gilberto Carvalho” e Marco Feliciano

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Crime de incentivo ao ódio – mais adequado que “fobia”, que indica apenas medo ou aversão a alguma coisa – não é seguramente o que o deputado-pastor Marco Feliciano praticou. Mas é o que a militância tem praticado contra ele.

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Feliciano, por mais despropositados que se considerem os seus conceitos, não fez mais que emiti-los a título de opinião: é contra o casamento gay e considera o homossexualismo uma prática condenável do ponto de vista moral e religioso.

Crime de opinião? Ora, isso não existe em democracia, que permite que cada qual tenha a sua e a emita, seja majoritária ou não, razoável ou não. É apenas uma opinião.

Incitação ao ódio é outra coisa. E é exatamente o que a militância anti-Feliciano tem feito. Em vez de enfrentá-lo no terreno em que se sentiu desmerecida – o do debate -, optou pelo linchamento público.

Até o seu local de trabalho, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, foi invadido e ele fisicamente ameaçado, além de alvo de múltiplos impropérios.

E há ainda as redes sociais, onde o que se diz de mais ameno contra ele é que seria o próprio Satanás. Lá, sim, há abundantes incitações ao ódio e à violência física contra o deputado-pastor – e não há quem se escandalize com isso.

Isso, sim, é crime – e ultrapassa em léguas a liberdade de expressão.

Mas o que interessa aqui não é a figura de Feliciano. A rigor, é o que menos importa, pois ele é simplesmente a bola da vez, que já foi a blogueira cubana Yoani Sánchez e amanhã pode ser qualquer um que divirja de uma palavra de ordem da militância.

A tentativa de puni-lo põe em risco não apenas a liberdade de expressão, mas também a liberdade religiosa. As práticas que Feliciano condenou são também condenadas – e pelas mesmas razões, ainda que eventualmente emitidas com palavras mais sofisticadas – pelas três maiores religiões monoteístas do planeta: judaísmo, cristianismo e islamismo.

Por que a militância não bate às portas desses templos para transmitir o mesmo repúdio que reserva a Feliciano? Por que não prepara, para julho próximo, quando da visita ao Rio do papa Francisco, recepção equivalente, já que ele endossa os fundamentos que estão sendo rejeitados?

Simples: porque as agressões a Feliciano servem a vários propósitos colaterais – e ele, além disso, é um alvo indefeso.

Não se trata apenas de repudiar suas opiniões, que, antes do linchamento em curso, chegavam a pouca gente, mesmo dentro da comunidade evangélica.

Ele se tornou cortina de fumaça para ocultar a presença – essa, sim, escandalosa – de dois condenados em última instância pelo STF, na linha de frente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, a mais importante do Legislativo: João Paulo Cunha (presidente) e José Genoíno, ambos do PT.

Na outra ponta, a militância pretende criar ambiente favorável à aprovação do projeto de lei 122, que, a pretexto de proteger minorias, pretende confinar o discurso religioso anti-homossexualismo ao interior dos templos. Inicialmente, nem isso estava permitido; posteriormente, fez-se essa concessão.

O mais grave, se tais expedientes triunfarem, é que a ação militante de tropas de ocupação irá se tornar uma instância de ação política. Basta um grupo, ainda que com escassa representatividade, se organizar, acionar as redes sociais e pôr o bloco na rua para que o Congresso, intimidado, adira.

Feliciano não tem qualquer poder para impor sua vontade na Comissão que preside, que é órgão colegiado e toma decisões por maioria. Além do mais, é uma das comissões mais inexpressivas da Câmara, sem qualquer chance de estabelecer a política nacional de direitos humanos (se é que há uma).

Por fim, convém lembrar que há um profeta pouco valorizado (o que é uma injustiça) dentro do Palácio do Planalto: o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

Ano passado, ele fez duas previsões já materializadas: que, em 2013, “o bicho vai pegar” e que o PT começará a romper com os evangélicos, até aqui um de seus mais importantes redutos eleitorais. Pois é. Que novas surpresas nos reserva a agenda de 2013?

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Zach Nielsen – Criando filhos em uma cultura pornificada

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Um artigo recente no The Telegraph destaca os sintomas trágicos de uma doença que está afetando nossa cultura em todo o mundo. O artigo foca principalmente nos adolescentes e na disfunção que se tornou normativa em seus estilos de vida como resultado do consumo de pornografia.

À luz disso, como os pais podem criar filhos numa cultura “pornificada”? Aqui estão oito sugestões para esse problema cada vez maior.

1. Busquem dar aos nossos filhos uma visão grandiosa do Deus que é gloriosamente prazeroso.

Não podemos simplesmente dizer aos nossos filhos que parem de ter certos comportamentos; devemos também ensiná-los a se deleitar no que Deus fez. Tenho buscado uma disciplina de destacar tudo que há de bom na criação de Deus. Há algumas semanas, foi uma benção ver meus dois filhos mais velhos passarem horas catando as framboesas que crescem no enorme quintal dos seus avós. Eles precisam ser lembrados da bondade de Deus em nos dar essas maravilhosas bençãos criadas, como framboesas. Se não formos cuidadosos, podemos virar gnósticos funcionais (carne e matéria são ruins; somente o que é “espiritual” tem valor) na nossa comunicação sobre ética sexual com nossos filhos. Um versículo útil para eles memorizarem é 1 Timóteo 4.4: “Porque toda a criatura de Deus é boa, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças”.

Em resumo, quero que meus filhos saibam que perversão sexual é o auge da idolatria (Rm 1), assim como que a integridade sexual é o auge da beleza. Isso exige que falemos sobre isso, provavelmente mais do que estamos confortáveis ou que experimentamos quando éramos crianças. Mas esse é um mundo novo, e um mundo novo exige nova comunicação para treinar nossas crianças.

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2. Ensine-os o evangelho. Nossos filhos são legalistas naturais.

Eles tem que nos ver como exemplos do verdadeiro evangelho através de arrependimento e perdão ativos. Eles precisam saber que a aceitação deles perante Deus não é baseada em seu desempenho, mas no de Cristo. Eles precisam saber que a posição deles como um membro da família não depende da obediência deles, embora a posição deles implica sim em um certo tipo de vida.

Por exemplo, quando estamos disciplinando nossos filhos geralmente dizemos: “Pelo fato de você ser um membro dessa família e porque eu te amo muito, você não vai fazer isso”. Considere a diferença de dizer: “Se você quer que eu te ame e se você quer continuar vivendo nessa casa, é melhor você parar de fazer isso”. Os indicativos da nossa fé devem preceder e informar os imperativos. Não inverta a ordem.

3. Ensine-os que limites trazem liberdade e que a obediência é uma benção.

Quando era uma criança, pensava que se eu estragasse tudo, Deus ia me bater com um vara grande. Ninguém nunca me ensinou isso, mas era o que eu sentia. Obediência não era motivada por amor, mas pela punição. Isso não me levou muito longe.

Quando meus filhos tiverem uma idade apropriada, pretendo ensinar que o pecado sexual nunca vai prover a liberdade que desejamos. Eles podem optar por colher as consequências danosas da desobediência, mas vou alertá-los através da Bíblia e da experiência que eles não querem começar esse caminho. Obediência leva a bênção.

4. Fale com eles mais cedo do que tarde sobre sexo e pornografia na internet.

Quando tinha 8 anos, lembro de ir ao lado da garagem do nosso vizinho. Como toda criança curiosa, gostava de bisbilhotar um pouco. Logo descobri que ele tinha caixas cheias de revistas pornográficas. Algumas vezes, um amigo e eu esgueirávamos por lá, pegávamos umas, e sentávamos nos arbustos para para ver as mulheres peladas. Na época, esse esforço arriscado enchia meu estômago com borboletas de medo de ser pego pelos meus pais ou pelo vizinho. Mas tudo o que você precisa hoje é uma porta fechada e uma conexão à internet. A mais vil perversão imaginável está somente a dois cliques de distância.

Precisamos comunicar, em termos gerais, o que está disponível e porque é tão destrutivo. Alguns iriam alegar que essa discussão vai apenas incitar sua curiosidade, mas qual é a alternativa? Prefiro que eles sejam advertidos por mim para que eu possa oferecer razões e meios para lutar do que tê-los inocentemente tropeçando em pornografia algum dia na internet.

5. Comece a treinar seus filhos sobre como interagir com o sexo oposto.

Nós já começamos a “ter encontros” com nossos filhos. Sentimos que é fundamental para eles, em uma idade precoce, começarem a experimentar como é ser bem tratado por alguém do sexo oposto. Especialmente para as meninas, uma falta de atenção masculina saudável por parte do pai geralmente vai estimulá-las a buscar isso; porém, de maneiras não saudáveis, com rapazes mais do que felizes em fornecer atenção. Meus filhos precisam aprender que mulheres não são objetos a serem consumidos, mas são imagem e semelhança de Deus, criadas para serem amadas.

6. Cuidado com quem seus filhos passam tempo.

Visto que a exposição sexual é muito mais acessível hoje do que 25 anos atrás, somos muito mais atentos com quem nossos filhos passam tempo. Vai haver uma época (mais cedo do que eu gostaria de pensar) quando não vamos ser capazes de guardá-los com tanta força, mas, esperançosamente, os pontos anteriores estarão tão enraizados em suas vidas que eles estarão equipados para tomar decisões sábias.

Tome cuidado, porém, para não levar isso muito longe e transmitir um medo problemático de incrédulos. Quanto mais velhos nossos filhos se tornarem, mais teremos que deixá-los ir e orar para que nosso treinamento tenha criado raízes. Realmente, não há outra escolha. Devemos treinar nossos filhos, assim eles estarão protegidos o suficiente para estarem seguros em uma idade apropriada, porém informados o suficiente para tomar decisões sábias por conta própria. Simplesmente não esconda seus filhos atrás da fortaleza de sua supervisão até que tenham 18.

Isso exige grande sabedoria. Não há manual. Devemos ser pais de oração.

7. Cuidado com o computador e desligue a televisão.

Temos o Covenant Eyes (N. T.: site especializado em monitorar como a Internet é usada e assim enviar um relatório dos sites entrados para os pais, além de filtrar e bloquear certos sites) em todos os nossos computadores, via AppleOS. Nossos filhos podem apenas acessar sites que aprovamos. Certamente, isso vai mudar quando eles ficarem mais velhos, mas, esperançosamente, eles vão ter internalizado o evangelho e provado as bençãos da obediência.

Vitória sobre a pornografia é, no fim das contas, uma questão do coração, mas isso não significa que devemos abrir mão de estruturas preventivas. Você nunca deve dizer, “Quero saber se minha obediência é motivada por mais do que apenas seguir as regras certas, então vou mergulhar em situações imprudentes para ver se sou forte o suficiente para suportar o pecado!”. Isso é absurdo (1 Cor 10.12-13). Precisamos de corações corretos para não sermos legalistas, mas limites corretos podem nos ajudar a provar a bênção da obediência.

A TV vai mostrar aos seus filhos pornografia leve e funcional o tempo todo. Existem incontáveis coisas melhores para fazer com seus filhos do que assistir TV. Leia com eles, pratique esportes com eles, desfrute da criação com eles, conte a eles uma história, ou apenas os sirva em uma atividade à escolha deles. A frase-chave aqui é com eles. Se eles gastam mais tempo com a TV do que com você, todos vocês estão em apuros.

8. Busque cultivar uma relação com seus filhos de forma que eles sintam que podem se abrir com você sobre qualquer coisa.

Como um pai jovem, não estou totalmente certo sobre como fazer isso acontecer, mas sei que acontecerá se eu servir de modelo de franqueza. Tento atrair seus corações e mostrar que, se eles forem honestos comigo, eu serei justo, amoroso e compassivo. Se eles me veem como cauteloso e reservado, por que esperaria que eles fossem diferentes?

Por último, você já se arrependeu na frente dos seus filhos? Se eles nunca te viram se arrepender, o que te faz pensar que eles virão a você para pedir ajuda depois de ver pornografia na internet pela primeira vez? Servir de modelo de arrependimento para nossos filhos é provavelmente a maneira mais rápida de mostrar que acreditamos no evangelho e que somos um refúgio seguro em meio ao pecado deles.

Por Zach Nielsen. Copyright © 2013 Zach Nielsen. Usado com permissão pelo The Gospel Coalition, Inc. Copyright © 2013. Todos os direitos reservados. Original: Raising Kids in a Pornified Culture

Tradução: Pedro Vilela. Website: iPródigo.com. Original: Criando filhos em uma cultura pornificada

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Não Desperdice Sua Prisão

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Em 2009, o Desiring God e John Piper foram convidados para uma penitenciária para aprender sobre a vida carcerária, ouvir de homens que foram radicalmente transformados pelo evangelho e ministrado para muitos dos presidiários.

Não Desperdice Sua Prisão irá confrontá-lo com a realidade dos detentos que, apesar de parecer que desperdiçaram suas vidas, frequentemente têm uma compreensão maior sobre a eternidade do que os de fora.

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Os Mártires Modernos do Cristianismo

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A ascensão do extremismo islâmico coloca uma pressão cada vez maior sobre os cristãos que vivem em países muçulmanos, que são vítimas de assassinatos, violência e discriminação. Os cristãos agora são considerados o grupo religioso mais perseguido em todo o mundo. Paradoxalmente, sua maior esperança vem do Islã politicamente moderado.

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Kevin Ang é mais cauteloso hoje em dia. Ele espia ao redor, dá uma olhada para a esquerda para a longa fileira de lojas, e depois para a direita em direção à praça, para checar se não há ninguém por perto. Só então o zelador da igreja tira sua chave, destranca o portão, e entra na Igreja Metro Tabernacle num subúrbio de Kuala Lumpur.

Charles Dharapak/AP - 06.abril.2000

  • Muçulmanos da Indonésia protestam, bradando suas espadas e mostrando que estão prntos para a “Jihad” (Guerra Santa), durante uma manifestação no complexo esportivo Senayan, em Jacarta (Indonésia). Os muçulmanos se reuniram para discutir sobre uma guerra contra a minoria cristã, depois que o governo ordenou o final da briga entre extremistas nas provícias de Maluku

A corrente de ar vira páginas queimadas da Bíblia. As paredes estão cobertas de fuligem e a igreja cheira a plástico queimado. A Igreja Metro Tabernacle foi a primeira de onze igrejas a serem incendiadas por muçulmanos revoltados – tudo por causa de uma palavra: “Alá”, sussurra Kevin Ang.

Tudo começou com uma questão – se os cristãos daqui, assim como os muçulmanos, poderiam chamar seu deus de “Alá”, uma vez que eles não têm nenhuma outra palavra ou língua à sua disposição. Os muçulmanos alegam que Alá é deles, tanto a palavra quanto o deus, e temem que se os cristãos puderem usar a mesma palavra para seu próprio deus, isso poderia desencaminhar os fiéis muçulmanos.

Durante três anos isto era proibido e o governo confiscou Bíblias que mencionavam “Alá”. Então, em 31 de dezembro do ano passado, o mais alto tribunal da Malásia chegou a uma decisão: o deus cristão também poderia ser chamado de Alá.

Os imãs protestaram e cidadãos enfurecidos jogaram coquetéis Molotov nas igrejas. Então, como se isso não bastasse, o primeiro-ministro Najib Razak declarou que não podia impedir as pessoas de protestarem contra determinados assuntos no país – e alguns interpretaram isso como um convite para a ação violenta. Primeiro as igrejas foram incendiadas, depois o outro lado revidou colocando cabeças de porcos na frente de duas mesquitas. Entre os habitantes da Malásia, 60% são muçulmanos e 9% são cristãos, com o restante composto por hindus, budistas e sikhs. Eles conseguiram viver bem juntos, até agora.

É um batalha por causa de uma única palavra, mas há muito mais envolvido. O conflito tem a ver com a questão de quais direitos a minoria cristã da Malásia deve ter. Mais que isso, é uma questão política. A Organização Nacional dos Malaios Unidos, no poder, está perdendo sua base de apoio para os islamitas linha dura – e quer reconquistá-la por meio de políticas religiosas.

Bullit Marquez/AP

  • Muçulmanos rezam em mesquita de Kuala Lumpur, cidade da Malásia que registra diversos conflitos e mortes entre cristãos e extremistas muçulmanos

Essas políticas estão sendo bem recebidas. Alguns dos Estados da Malásia interpretam a Sharia, o sistema islâmico de lei e ordem, de forma particularmente rígida. O país, que já foi liberal, está a caminho de abrir mão da liberdade religiosa – e o conceito de ordem está sendo definido de forma cada vez mais rígida. Se uma mulher muçulmana beber cerveja, ela pode ser punida com seis chibatadas. Algumas regiões também proíbem coisas como batons chamativos, maquiagem pesada, ou sapatos de salto alto.

Expulsos, sequestrados e mortos
Não só na Malásia, mas em muitos países em todo o mundo muçulmano, a religião ganhou influência sobre a política governamental nas últimas duas décadas. O grupo militante islâmico Hamas controla a Faixa de Gaza, enquanto milícias islamitas lutam contra os governos da Nigéria e Filipinas. Somália, Afeganistão, Paquistão e Iêmen caíram, em grande extensão, nas mãos dos islamitas. E onde os islamitas não estão no poder hoje, os partidos seculares no governo tentam ultrapassar os grupos mais religiosos assumindo uma tendência de direita.

Isso pode ser visto de certa forma no Egito, Argélia, Sudão, Indonésia, e também na Malásia. Embora a islamização frequentemente tenha mais a ver com política do que com religião, e embora não leve necessariamente à perseguição de cristãos, pode-se dizer ainda assim que, onde quer que o Islã ganhe importância, a liberdade para membros de outras crenças diminui.

Há 2,2 bilhões de cristãos em todo o mundo. A organização não-governamental Open Doors calcula que 100 milhões de cristãos são ameaçados ou perseguidos. Eles não têm permissão para construir igrejas, comprar Bíblias ou conseguir empregos. Esta é a forma menos ofensiva de discriminação e afeta a maioria desses 100 mil cristãos. A versão mais bruta inclui extorsão, roubo, expulsão, sequestro e até assassinato.

Margot Kässmann, que é bispo e foi chefe da Igreja Protestante na Alemanha antes de deixar o cargo em 24 de fevereiro, acredita que os cristãos são “o grupo religioso mais perseguido globalmente”. As 22 igrejas regionais alemãs proclamaram este domingo como o primeiro dia de homenagem aos cristãos perseguidos. Kässmann disse que queria mostrar solidariedade para com outros cristãos que “têm grande dificuldade de viver de acordo com sua crença em países como a Indonésia, Índia, Iraque ou Turquia”.

Há exemplos contrários, é claro. No Líbano e na Síria, os cristãos não são discriminados, e, na verdade, desempenham um papel importante na política e na sociedade. Além disso, a perseguição contra os cristãos não é de forma alguma um domínio exclusivo dos fanáticos muçulmanos – os cristãos também são presos, agredidos e assassinados em países como o Laos, Vietnã, China e Eritreia.

“Lento genocídio” contra os cristãos
A Open Doors edita um “índice de perseguição” global. A Coreia do Norte, onde dezenas de milhares de cristãos estão presos em campos de trabalho forçado, esteve no topo da lista por muitos anos. Ela é seguida pelo Irã, Arábia Saudita, Somália, Maldivas e Afeganistão. Entre os dez primeiros países da lista, oito são islâmicos, e quase todos têm o Islã como sua religião oficial.

Beawiharta/Reuters

  • Manifestantes muçulmanos pedem, em Jacarta, “guerra santa” contra cristãos das Molucas

A perseguição sistemática de cristãos no século 20 – por comunistas na União Soviética e na China, mas também pelos nazistas – custou muito mais vidas do que qualquer outra coisa que tenha acontecido até o momento no século 21. Agora, entretanto, não são apenas os regimes totalitários que perseguem os cristãos, mas também moradores de Estados islâmicos, fundamentalistas fanáticos, e seitas religiosas – e com frequência simples cidadãos considerados fiéis.

Foi-se a era da tolerância, em que os cristãos, chamados de “Povo do Livro”, desfrutavam de um alto grau de liberdade religiosa sob a proteção de sultões muçulmanos, enquanto a Europa medieval bania judeus e muçulmanos do continente ou até mesmo os queimava vivos. Também se foi o apogeu do secularismo árabe pós 2ª Guerra Mundial, quando árabes cristãos avançaram nas hierarquias políticas.

À medida que o Islã político ficou mais forte, a agressão por parte de devotos deixou de se concentrar apenas nos regimes políticos corruptos locais, mas também e cada vez mais contra a influência ostensivamente corrupta dos cristãos ocidentais, motivo pelo qual as minorias cristãs foram consideradas responsáveis. Uma nova tendência começou, desta vez com os cristãos como vítimas.

No Iraque, por exemplo, grupos terroristas sunitas perseguem especialmente pessoas de outras religiões. O último censo do Iraque em 1987 mostrou que havia 1,4 milhão de cristãos vivendo no país. No começo da invasão norte-americana em 2003, eles eram 550 mil, e atualmente o número está está pouco abaixo dos 400 mil. Os especialistas falam num “lento genocídio”.

“As pessoas estão morrendo de medo”

A situação na região da cidade de Mosul, no norte do Iraque, é especialmente dramática. A cidade de Alqosh fica no alto das montanhas sobre Mosul, a segunda maior cidade iraquiana. Bassam Bashir, 41, pode ver sua antiga cidade natal quando olha pela janela. Mosul fica a apenas 40 quilômetros dali, mas é inacessível. A cidade é mais perigosa que Bagdá, especialmente para homens como Bassam Bashir, um católico caldeu, professor e fugitivo dentro de seu próprio país.

Desde o dia em que a milícia sequestrou seu pai de sua loja, em agosto de 2008, Bashir passou a temer por sua vida e pela vida de sua família. A polícia encontrou o corpo de seu pai dois dias depois no bairro de Sinaa, no rio Tigre, perfurado por balas. Não houve nenhum pedido de resgate. O pai de Bashir morreu pelo simples motivo de ser cristão.

E ninguém afirma ter visto nada. “É claro que alguém viu alguma coisa”, diz Bashir. “Mas as pessoas em Mosul estão morrendo de medo.”

Uma semana depois, integrantes da milícia cortaram a garganta do irmão de Bashir, Tarik, como num sacrifício de ovelhas. “Eu mesmo enterrei meu irmão”, explica Bashir. Junto com sua mulher Nafa e suas duas filhas, ele fugiu para Alqosh no mesmo dia. A cidade está está cercada por vinhedos e uma milícia cristã armada vigia a entrada.

Aprovação tácita do Estado

Os familiares de Bashir não foram os únicos a se mudar para Alqosh à medida que a série de assassinatos continuou em Mosul. Dezesseis cristãos foram mortos na semana seguinte, e bombas explodiram em frente às igrejas. Homens que passavam de carro gritaram para os cristãos que eles podiam escolher – ou saíam de Mosul ou se convertiam ao Islã. Das 1.500 famílias cristãs da cidade, apenas 50 ficaram. Bassam Bashir diz que não voltará antes de lamentar a morte de seu pai e seu irmão em paz. Outros que perderam totalmente a esperança fugiram para países vizinhos como a Jordânia e muitos mais foram para a Síria.

Em muitos países islâmicos, os cristãos são perseguidos menos brutalmente do que no Iraque, mas não menos efetivamente. Em muitos casos, a perseguição têm a aprovação tácita do governo. Na Argélia, por exemplo, ela tomou a forma de notícias de jornal sobre um padre que tentou converter muçulmanos ou insultou o profeta Maomé – e que divulgaram o endereço do padre, numa clara convocação para a população fazer justiça com as próprias mãos. Ou um canal de televisão pública pode veicular programas com títulos como “Nas Garras da Ignorância”, que descreve os cristãos como satanistas que convertem muçulmanos com o auxílio de drogas. Isso aconteceu no Uzbequistão, que está no décimo lugar do “índice de perseguição” da Open Doors.

A blasfêmia também é outra justificativa frequentemente usada. Insultar os valores fundamentais do Islã é uma ofensa passível de punição em muitos países islâmicos. A justificativa é com frequência usada contra a oposição, quer sejam jornalistas, dissidentes ou cristãos. Imran Masih, por exemplo, cristão dono de uma loja em Faisalabad, no Paquistão, foi condenado à prisão perpétua em 11 de janeiro, de acordo com as seções 195A e B do código penal do Paquistão, que tratam do crime de ofender sentimentos religiosos ao dessacralizar o Alcorão. Um outro dono de loja o acusou de queimar páginas do Alcorão. Masih diz que ele queimou apenas documentos antigos da loja.

É um caso típico para o Paquistão, onde a lei contra a blasfêmia parece convidar ao abuso – é uma forma fácil para qualquer um se livrar de um inimigo. No ano passado, 125 cristãos foram acusados de blasfêmia no Paquistão. Dezenas dos que já foram sentenciados estão agora esperando sua execução.

“Não nos sentimos seguros aqui”

A perseguição tolerada pelo governo acontece até mesmo na Turquia, o país mais secular e moderno do mundo muçulmano, onde cerca de 110 mil cristãos representam menos de um quarto de 1% da população – mas são discriminados assim mesmo. A perseguição não é tão aberta ou brutal quanto no vizinho Iraque, mas as consequências são semelhantes. Os cristãos na Turquia, que estavam bem acima dos 2 milhões no século 19, estão lutando para continuar a existir.

É o que acontece no sudeste do país, por exemplo, em Tur Abdin, cujo nome significa “montanha dos servos de Deus”. É uma região montanhosa cheia de campos, picos e vários mosteiros de séculos de existência. O local abriga os assírios sírios ortodoxos, ou arameus, como denominam a si mesmos, membros de um dos grupos cristãos mais antigos do mundo. De acordo com a lenda, foram os três reis magos que levaram o sistema de crenças cristão de Belém para lá. Os habitantes de Tur Abdin ainda falam aramaico, a língua usada por Jesus de Nazaré.

O mundo sabe bem mais sobre o genocídio cometido contra os armênios pelas tropas otomanas em 1915 e 1916, mas dezenas de milhares de assírios também foram assassinados durante a 1ª Guerra Mundial. Estima-se que cerca de 500 mil assírios viviam em Tur Abdin no começo do século 20. Hoje há apenas 3 mil. Um tribunal distrital turco ameaçou, no ano passado, tomar posse do centro espiritual assírio, o mosteiro Mor Gabriel de 1.600 anos de idade, porque acreditava-se que os monges haviam adquirido terras de forma ilegal. Três vilarejos muçulmanos vizinhos reclamaram que sentiam-se discriminados por causa do mosteiro, que abriga quatro monges, 14 freiras e 40 estudantes atrás de seus muros.

“Mesmo que não queira admitir, a Turquia tem um problema com pessoas de outras religiões”, diz Ishok Demir, um jovem suíço de ascendência aramaica, que vive com seus pais perto de Mor Gabriel. “Nós não nos sentimos seguros aqui.”

Mais que qualquer coisa, isso tem a ver com o lugar permanente que os armênios, assírios, gregos, católicos e protestantes têm nas teorias de conspiração nacionalistas do país. Esses grupos sempre foram vistos como traidores, descrentes, espiões e pessoas que insultam a nação turca. De acordo com uma pesquisa feita pelo Centro de Pesquisa Pew, sediado nos EUA, 46% dos turcos veem o cristianismo como uma religião violenta. Num estudo turco mais recente, 42% dos entrevistados disseram que não aceitariam cristãos como vizinhos.

Os repetidos assassinatos de cristãos, portanto, não são uma surpresa. Em 2006, por exemplo, um padre católico foi assassinado em Trabzon, na costa do Mar Negro. Em 2007, três missionários cristãos foram assassinados em Malatya, uma cidade no leste da Turquia. Os responsáveis pelo crime eram nacionalistas radicais, cuja ideologia era uma mistura de patriotismo exagerado, racismo e Islã.

Convertidos correm grande risco

Os muçulmanos que se converteram ao cristianismo, entretanto, enfrentam um perigo ainda maior do que os próprios cristãos tradicionais. A apostasia, ou a renúncia ao Islã, é castigada com a morte de acordo com a lei islâmica – e a pena de morte ainda se aplica no Irã, Iêmen, Afeganistão, Somália, Mauritânia, Paquistão, Qatar e Arábia Saudita.

Até no Egito, um país secular, os convertidos atraem a cólera do governo. O ministro da religião defendeu a legalidade da pena de morte para os convertidos – embora o Egito não tenha uma lei como esta – com o argumento de que a renúncia ao Islã é alta traição. Esses sentimentos fizeram com que Mohammed Hegazy, 27, convertido para a Igreja Cóptica Ortodoxa, passasse a se esconder há dois anos. Ele foi o primeiro convertido no Egito a tentar fazer com que sua religião nova aparecesse oficialmente em sua carteira de identidade expedida pelo governo. Quando seu pedido foi recusado, ele tornou o caso público. Inúmeros clérigos pediram a sua morte em resposta.

Os cópticos são a maior comunidade cristã do mundo árabe, e cerca de 8 milhões de egípcios pertencem à Igreja Cóptica. Eles são proibidos de ocupar altas posições no governo, no serviço diplomático e militar, assim como de desfrutar de vários benefícios estatais. As universidades têm cotas para alunos cópticos consideradas menores do que a porcentagem que eles representam na população.

Não é permitido construir novas igrejas, e as antigas estão caindo aos pedaços por causa da falta de dinheiro e de permissão para reforma. Quando as meninas são sequestradas e convertidas à força, a polícia não intervém. Milhares de porcos também foram mortos sob o pretexto de combater a gripe suína. Naturalmente, todos os porcos pertenciam a cristãos.

O vírus cristão

Seis cópticos foram massacrados em 6 de janeiro – quando os cópticos celebram a noite de Natal – em Nag Hammadi, uma pequena cidade 80 quilômetros ao norte do Vale dos Reis. Previsivelmente, o porta-voz da Assembleia do Povo, a câmara baixa do parlamento egípcio, chamou isso de “um ato criminoso isolado”. Quando acrescentou que os responsáveis queriam se vingar do estupro de uma jovem muçulmana por parte um cóptico, isso quase pareceu uma desculpa. O governo parece pronto a reconhecer o crime no Egito, mas não por tensão religiosa. Sempre que conflitos entre grupos religiosos acontecem, o governo encontra causas seculares por trás deles, como disputas por terras, vingança por algum crime ou disputas pessoais.

Nag Hammadi, com 30 mil moradores, é uma poeirenta cidade comercial no Nilo. Mesmo antes dos assassinatos, era um lugar onde os cristãos e os muçulmanos desconfiavam uns dos outros. Os dois grupos trabalham juntos e moram próximos, mas vivem, casam-se e morrem separadamente. A superstição é generalizada e os muçulmanos, por exemplo, temem pegar o “vírus cristão” ao comer junto com um cóptico. Não surpreende que esses assassinatos tenham acontecido em Nag Hammadi, nem que depois deles tenham se seguido os piores atos de violência religiosa em anos. Lojas cristãs e casas muçulmanas foram incendiadas, e 28 cristãos e 14 muçulmanos foram presos.

Nag Hammadi agora está cercada, com seguranças armados em uniformes negros guardando as estradas para entrar e sair da cidade. Eles certificam-se de que nenhum morador deixe a cidade e nenhum jornalista entre nela.

Três suspeitos foram presos desde então. Todos eles têm fichas criminais. Um admitiu o crime, mas depois negou, dizendo que havia sido coagido pelo serviço de inteligência. O governo parece querer que o assunto desapareça o mais rápido possível. Os supostos assassinos provavelmente serão libertados assim que o furor passar.

Mais direitos para os cristãos?

Mas também há pequenos indícios de que a situação de cristãos acuados em países islâmicos possa melhorar – dependendo do tanto que recuarem o nacionalismo e a radicalização do Islã político.

Uma das contradições do mundo islâmico é que a maior esperança para os cristãos parece surgir exatamente do campo do Islã político. Na Turquia, foi Recep Tayyip Erdogan, um ex-islamita e agora primeiro-ministro do país, que prometeu mais direitos aos poucos cristãos remanescentes no país. Ele aponta para a história do Império Otomano, no qual os cristãos e judeus tiveram de pagar um imposto especial por muito tempo, mas em troca, tinham a garantia de liberdade de religião e viviam como cidadãos respeitados.

Uma atitude mais relaxada em relação as minorias certamente representaria um progresso para a Turquia.

Tradução: Eloise De Vylder
Fonte:
UOL e DER SPIEGEL

 Autores: Juliane Von Mittelstaedt, Christoph Schult, Daniel Steinvorth, Thilo Thielke, Volkhard Windfuhr

http://www.portasabertas.com/

Salt And Light Ministry HELP ME

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Salt And Light Ministry
Evangelist Taiye A
Po Box 7389
Benin City Edo State,Nigeria 23452

Dear Friends in Christ,

I greet you out there in Jesus Lovely name. I am the way, the truth and the life, no man comet to the Father but by me John 14:6. Jesus Christ is our salvation! I was searching for a study material when I came across your email and convinced you are a Christian.

 The Lord led me to your email and I know I’m blessed having to know you. I am a member of Salt And Light Ministry. By His grace I’m a believer born again. I am married with 2 children. I have a great passion doing the work of the master especially now I work on my own having not to be disturbed like when I was working 10 hours in the clerk office work.. I am not rich in this worldly riches but rich spiritually in Christ. I came to know Christ in 1994 and since then serve Him with commitment. I live in an area where there is much hunger and crisis but the Lord keeps us from them all. Our church is a small church with about thirty people. I am the church secretary as well as Adult Sunday school teacher. As you can see I can speak and understand English well as we are British colonized country.

I am writing you because I need your help for bibles. Bibles are costly here and many Christians do not have bibles. Most get theirs from people in other countries when they can reach to other Christians there. My friend told me to go internet where I can get some to help and I know the Lord has directed me to you. so I’m using this medium to request for  21 giant print holy bibles for the aged ones in the Sunday school class. king James Version would be preferable as we mostly use this during service. If other version is what you have we would appreciate them. The bibles could also be used bibles as long as the pages are correct we would use them. All bibles are needed in English and please you can send them through registered or insured air-mail through post office. Post office. Please kindly help us and sow this seed to  lives here. Where a seed is sown, harvest will surely come and it will come to you. I would prayerfully wait to hear from you.

The LORD bless thee, and keep thee: The LORD make his face shine upon thee, and be gracious unto thee: The LORD lift up his countenance upon thee, and give thee peace.
In His service
Evangelist,  Taiye A


Qual é o Problema em Gostar um Pouco de Pornografia?

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Afinal, o que é pornografia mesmo?
Alguém já disse que é mais fácil reconhecer a pornografia do que definí-la. Os dicionários nos dizem que pornografia é o caráter imoral ou obsceno de uma publicação. Material pornográfico é aquele que descreve ou retrata atos ou episódios obscenos ou imorais. Essas definições não ajudam muito, pois conceitos como “obscenos” e “imorais” são bastante subjetivos no mundo de hoje. Classificar material pornográfico em “soft” (nudez e sexo implícito) e “hardcore” (sexo explícito contendo cenas de degradação, violência e aberrações) só ajuda didaticamente. Para muitos, Playboy é uma revista pornográfica. Para outros, não. Entretanto, da perspectiva da ética bíblica, definição acima é mais que suficiente.

A popularidade da pornografia

É exatamente pela complexidade do assunto, agravado pela omissão de boa parte das igrejas no Brasil, que muitos evangélicos estão confusos quanto ao mesmo, e não poucos são viciados em alguma forma de pornografia. Aqui estão as minhas razões para essa constatação:

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1) A tremenda popularidade da pornografia no mundo de hoje.Uma estatística de 1995 revelou que os americanos gastam mais em pornografia do que em Coca-Cola. Não é difícil de imaginar que a situação no Brasil não seria muito diferente. Até países antigamente fechados, como a China, em 1993 assistiu a uma enxurrada de material pornográfico em seus limites, após ter aberto, mesmo que um pouco, as suas fronteiras para receber ajuda estrangeira. Mensalmente, cerca de 8 milhões de cópias de revistas pornográficas circulam no Brasil. Em 1994 a venda de vídeos pornôs chegou perto de 500 milhões de dólares. Não é de se admirar que as locadoras reservam cada vez mais espaço nas prateleiras para vídeos pornôs. Segundo uma pesquisa, em 1992, 1 a cada 4 brasileiros assistiu a um filme de sexo explícito. O mesmo fizeram 13% das mulheres entrevistadas. Em 1995 esse número dobrou para os homens e aumentou um pouco em relação às mulheres.

2) A imensa facilidade para se conseguir material pornográfico no mundo de hoje. Como na maioria dos demais países “civilizados” (uma conhecida exceção é o Irã) material pornográfico pode ser encontrado e consumido facilmente no Brasil em diversas formas: cinema, canais abertos de televisão, televisão a cabo e no sistema “pay-per-view”, Internet, fitas de vídeo, CD-ROMs com material pornográfico, gravuras, exposições de arte erótica, livros, revistas e vídeo games, entre outros. Parece não haver fim à criatividade do homem em utilizar-se dos avanços tecnológicos para a difusão da pornografia. Como disse o escritor francês Restif de la Bretone no século 18, “La dépravation suit le progrès des lumières” (“A depravação segue o progresso das luzes”).
O que tem de mais em ver pornografia?
Muito embora os evangélicos em geral sejam contra a pornografia (alguns apenas instintivamente) nem todos estão conscientes do perigo que ela representa. Menciono alguns deles em seguida:

1) Consumir deliberadamente material pornográfico é violar todos os princípios bíblicos estabelecidos por Deus para proteger a família, a pureza e os valores morais. A própria palavra “pornografia” nos aponta essa realidade. Ela vem da palavra grega pornéia, que juntamente com mais outras 3 palavras (pornos, pornê e pornéuo) são usadas no Novo Testamento para a prática de relações sexuais ilícitas, imoralidade ou impureza sexual em geral. Freqüentemente essas palavras de raiz porn- aparecem em contextos ou associadas com outras palavras que especificam mais exatamente o tipo de impureza a que se referem: adultério, incesto, prostituição, fornicação, homossexualismo e lesbianismo. O Novo Testamento claramente condena a pornéia: ela é fruto da carne, procede do coração corrupto do homem, é uma ameaça à pureza sexual e devemos fugir dela, pois os que a praticam não herdarão o reino de Deus. A pornografia explora exatamente essas coisas — adultério, prostituição, homossexualismo, sadomasoquismo, masturbação, sexo oral, penetrações com objetos e — pior de tudo — pornografia infantil, envolvendo crianças de até 4 anos de idade.
2) Consumir deliberadamente material pornográfico é contribuir para uma das indústrias mais florescentes do mundo e que, não poucas vezes, é controlada pelo crime organizado. Segundo um relatório oficial em 1986, a indústria pornográfica nos Estados Unidos é a terceira maior fonte de renda para o crime organizado, depois do jogo e das drogas, movimentando de 8 a 10 bilhões de dólares por ano. Acredito que o quadro é ainda pior hoje. A indústria da pornografia apoia e promove a indústria da prostituição e da exploração infantil. O dinheiro que pais de família gastam com pornografia deveria ir para o sustento de sua família. Alguns podem alegar que consomem apenas material soft contendo somente cenas de nudez — esquecendo que esse material é produzido pela mesma indústria ilegal que produz e distribui a pornografia infantil.
Pornografia e a escalada da violência
Não são poucos os relatórios feitos por comissões de pesquisadores que denunciam a estreita relação entre a pornografia e a crescente onda de estupros, assédio sexual e exploração infantil nos países “civilizados”. Vários dos temas mais comuns em pornografia do tipo hardcore incluem cenas de seqüestro e estupro de mulheres, geralmente com espancamento e tortura, além de outras formas obscenas de degradação. A mensagem que a pornografia passa aos consumidores é que quando a mulher diz “não” na verdade está dizendo “sim”, e que se o estuprador insistir, ela não somente aceitará como também passará a gostar. Assim, a violência contra a mulher é exposta como algo válido e normal. A mulher é vista como objeto sexual a ser usado ao bel-prazer dos homens.
Uma outra forma de hardcore é a pornografia infantil. Esse material exibe cenas de sexo envolvendo crianças e adolescentes. Em alguns casos, crianças aparecem assistindo a cenas de sexo oral por adultos, Noutras, são violentadas e estupradas por adultos. Noutras, fazem sexo entre si. Esse material ilegal, mórbido, desumano e obsceno está disponível pela Internet até mesmo em servidores estacionados em universidades federais, conforme denúncias de jornais em dias recentes. Grandes provedores têm seções onde usuários podem bater papo sobre sexo e trocar imagens de sexo explícito com crianças, algumas delas tão degradantes, segundo uma denúncia feito pelo Instituto Gutemberg em Julho de 1997, que faz da revista “Penetrações Profundas” uma publicação para freiras.
Associado com a pornografia hardcore está o surto de violência sexual contra as mulheres e crianças nas sociedades modernas onde esse material pode ser obtido facilmente. Estudos por especialistas americanos mostram que existe uma estreita relação entre pornografia e a prática de crimes sexuais. Eles afirmam que 82% dos encarcerados por crimes sexuais contra crianças e adolescentes admitiram que eram consumidores regulares de material pornográfico. O relatório oficial do chefe de polícia americano em 1991 diz: “Claramente a pornografia, quer com adultos ou crianças, é uma ferramenta insidiosa nas mãos dos pedofílicos [viciados em sexo com crianças]“. A pornografia está estreitamente associada ao crescente número de estupros nos países civilizados. Só nos Estados Unidos, o número conhecido pela polícia cresceu 500% em menos de 30 anos, que corresponde ao aumento da popularidade e facilidade em se encontrar material pornográfico. Cerca de 86% dos condenados por estupro admitiram imitação direta das cenas pornográficas que assistiam regularmente.

Crentes “voyeurs”?
Há boas razões para acreditarmos que o número de evangélicos no Brasil que são viciados em pornografia é preocupante. Pesquisadores estimam que nos Estados Unidos cerca de 10% dos evangélicos estão afetados. Considerando que no Brasil a facilidade de se obter material pornográfico é a mesma — ou até maior — que nos Estados Unidos, considerando que a igreja evangélica brasileira não tem a mesma formação protestante histórica da sua irmã americana, considerando a falta de posição aberta e ativa das igrejas evangélicas brasileiras contra a pornografia, como acontece nos Estados Unidos, não é exagerado dizer que provavelmente mais que 10% dos evangélicos no Brasil são consumidores de pornografia. Talvez esse número seja ainda conservador diante do fato conhecido que os evangélicos no Brasil assistem mais horas de televisão por dia que muitos países de primeiro mundo, enchendo suas mentes com programas que promovem a violência e o erotismo, e assim abrindo brechas por onde a pornografia penetre e se enraize.
Mais preocupante ainda é a probabilidade de que grande parte desse percentual é de jovens evangélicos adolescentes. Uma pesquisa feita por Josh McDowell em 22 mil igrejas americanas revelou que 10% dos adolescentes haviam aprendido o que sabiam sobre sexo em revistas pornográficas. 42% deles disseram que nunca aprenderam qualquer coisa sobre o assunto da parte de seus pais. E outros 10% confessaram ter assistido a um filme de sexo explícito nos últimos 6 meses. Uma extrapolação, ainda que conservadora, para a realidade das igrejas brasileiras é de deixar pastores e pais em estado de alarma.
O escândalo envolvendo o pastor Jimmy Swaggart em 1988 revelou abertamente uma outra face do problema, que há pastores evangélicos que também são viciados em pornografia. Uma pesquisa feita em 1994 entre pastores evangélicos americanos revelou uma relação estreita entre o consumo de pornografia e a infidelidade conjugal. Por causa do receio de serem apanhados e de estragarem seus ministérios, muitos pastores optam por consumir pornografia como voyeurs a praticar o adultério de fato, embora alguns acabem eventualmente caindo na infidelidade prática. Quando eu me preparava para escrever esse ensaio, li diversos artigos sobre pornografia publicados em revistas americanas e européias de aconselhamento pastoral. Muitos deles são abertamente dirigidos para ajudar pastores viciados em pornografia.

Falta de decência
Infelizmente, parece que estamos nos acostumando à falta de decência. Tornamo-nos como os pagãos. Temos a mesma atitude que eles têm para com a nudez e a exposição dos órgãos sexuais. A arqueologia revelou que em muitas das paredes dos templos pagãos cananitas, que foram destruídos pelos israelitas quando conquistaram a terra (Lv 26.1; Nm 33.52), havia desenhos de órgãos sexuais masculinos e femininos. Essas são as formas mais antigas de pornografia que conhecemos. Os cananitas aparentemente representavam os órgãos genitais nas paredes para excitar os adoradores e estimulá-los à prática da prostituição sagrada. Os israelitas, em contraste, tinham uma atitude totalmente diferente quanto à exposição dos órgãos sexuais. Em suas Escrituras Sagradas estava escrito que Deus cuidou em cobrir a nudez do primeiro casal após a queda (Gn 2:25; 3:7-10). Havia uma preocupação em que as vestimentas cobrissem os órgãos genitais, ao ponto de que havia uma determinação na lei de Moisés de que o sacerdote deveria ter cuidado para não subir as escadas do altar de forma a deixar que seus órgãos genitais ficassem expostos (Dt 20:26). Cão, o filho de Noé, foi condenado por ter visto a nudez de seu pai. A própria Bíblia se refere à genitália de forma reservada, usando às vezes eufemismos como “nudez” (Lv 18), “pele nua” (Ex 28.42), “membro viril” (Dt 23.1), “entre os pés” (Dt 28.57) e “parte indecorosa” (1 Co 12.23), só para citar alguns exemplos.

Podemos fazer alguma coisa, sim!
Acredito que os pastores e as igrejas evangélicas no Brasil podem fazer algumas coisas: ler os estudos e relatórios sobre os efeitos da pornografia feitos por comissões especializadas; pregar sobre o assunto e especialmente dar estudos para grupos de homens; desenvolver uma estratégia pastoral para ajudar os membros das igrejas que são adictos à pornografia; não esquecer que muitos pastores podem precisar de ajuda eles mesmos; criar comissões que se mobilizem ativamente contra a pornografia, utilizando-se dos dispositivos legais que o permitam (uma possibilidade é encorajar os políticos evangélicos a tomar posições bem definidas contra a pornografia); desenvolver uma abordagem que trate da sexualidade de forma bíblica, positiva e criativa; tratar desses temas desde cedo com os adolescentes da Igreja expondo o ensino bíblico de forma positiva; orar especificamente pelo problema.
Não estou pregando uma cruzada de moralização, embora evidentemente a igreja evangélica brasileira poderia tirar bastante proveito de uma. A pornografia é um mal de graves conseqüências espirituais e sociais embora não acredite que devamos fazer dela o inimigo público número 1, como algumas organizações moralistas e fundamentalistas dos Estados Unidos. Afinal das contas, a raiz desse problema — e de outros — é o coração depravado e corrompido do homem, que só pode ser mudado pelo Evangelho de Cristo. Hitler conseguiu em 4 anos banir da Alemanha todas as formas de pornografia e perversão e incutir na geração jovem de sua época a aspiração por altos valores morais e pela pureza da raça ariana. Os motivos eram errados e o projeto de Hitler acabou no desastre que conhecemos. Não acabaremos com a depravação moral somente com leis e discursos políticos. Jack Eckerd, um empresário milionário dono de um negócio que rendia mais de 2,5 milhões de dólares por ano, ao se converter a Cristo em 1986, determinou que todas as publicações pornográficas vendidas em suas 1.700 lojas fossem retiradas, mesmo que isso significasse a perda de alguns milhões de dólares anuais. Quando o coração é mudado as mudanças morais seguem atreladas.

Fonte: Revista Fides Reformata

http://www.livreemcristo.com.br/lendoestudo.asp?t=55&a=44

As implicações espirituais no uso de Piercing’s

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Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente’ Rm 12.2 a.

http://img403.imageshack.us/img403/5278/tattoo6ai8dn9.jpg

Uma definição introdutória: Piercing é uma forma de modificar o corpo humano, normalmente furando-o a fim de introduzir peças de metal esterilizado. Esta é a forma mais clara e direta para a definição dessa arte.1

http://3.bp.blogspot.com/-g674J6aPACA/TaN8cdSQ5eI/AAAAAAAAAT0/hzFQ1IRkbxs/s400/Piercing.jpg

http://images.comunidades.net/age/agendar/piercing3.jpg

Piercing nas diversas culturas:

Os papues da Nova-Guiné centram a sua decoração no nariz, as decorações corporais, servem para conferir ao indivíduo as virtudes do animal de que provém esse adorno.
Os Kayapos perfuram as orelhas dos recém-nascidos e o lábio inferior dos mais pequenos. O chefe Kayapo tem o direito de ostentar um adorno labial de quartzo nas cerimônias particulares, diferenciando-se dos seus congêneres.
Para os esquimós do Alaska, o piercing do lábio significava o momento da transição para o mundo adulto e significava que a criança se tinha tornado caçador.
Na Índia é muito comum sobretudo, as mulheres, furarem o nariz, o septo nasal e as orelhas.
O piercing da ala do nariz é proveniente da Índia, onde se reservava às castas mais altas, já o septo nasal perfurado é originário da Nova-Guiné.
Na época dos faraós, o piercing no umbigo era exclusivo da família real.
Os antigos Maias praticavam a arte da perfuração, furando os lábios, o nariz e as orelhas.1

http://1.bp.blogspot.com/-ygX7QpG_sDQ/Tf0V5mfmdQI/AAAAAAAAARA/Gy_lyDuycXQ/s1600/510.jpg

http://www.larsderuijter.nl/ethiopia/06%20surma%20bergdorp/DSC_1003.JPG

Analisaremos as religiões predominantes nessas culturas específicas:

Nova Guiné – Papua Nova Guiné fica ao norte da Austrália e ocupa a parte leste da segunda maior ilha do mundo (Nova Guiné), o arquipélago de Bismarck e outras ilhas vizinhas. Descendentes de canibais, que mataram e comeram quatro missionários nativos do arquipélago de Fiji em 1878, pediram desculpas pelo ato dos ancestrais em Papua Nova Guiné. O tipo de religião praticada pelos povos e que prevalece nessa cultura permite atos de canibalismo.
Kayapos – Porcentagem de cristãos: 0%. O que prevalece nessas tribos indígenas são venerações da mãe natureza, culto a divindades diversas e rituais esotéricos para cura. Ocultismo.
Esquimós – Crenças: Gnomos e Duendes. Eles amam a sublime anciã Sedna, que vive no fundo do mar e lhes envia animais marinhos para o seu sustento. Os seus melhores rituais e cânticos mais sublimes são dedicados à Mãe divina dos esquimós.
Índia – Hinduísmo 80,3%, Islamismo 11% (sunitas 8,2%, xiitas 2,8%), cristianismo 3,8% (católicos 1,7%, protestantes 1,9%, ortodoxos 0,2%), sikhismo 2%, budismo 0,7%, jainismo 0,5%, outras 1,7% (em 1991).
Egito – No Egito Antigo, as pessoas seguiam uma religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses. Estas divindades possuíam algumas características (poderes) acima da capacidade humana. Poderiam, por exemplo, estar presente em vários locais ao mesmo tempo, assumir várias formas (até mesmo de animais) e interferir diretamente nos fenômenos da natureza. As cidades do Egito Antigo possuíam um deus protetor, que recebia oferendas e pedidos da população local.2

http://3.bp.blogspot.com/-DHrzBYC0kRI/TxhKtb6qWsI/AAAAAAAAAPM/dcYr6dtg6A0/s1600/piercings.jpg

Analisando os fatos:

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Podemos perceber claramente nas culturas que originaram a prática do uso de piercing, e não podemos negar a influência espiritual que esses povos possuem. O pergunta que fazemos aos jovens e admirador do piercing é: Qual o objetivo/finalidade da utilização desses piercing’s no corpo?

A bíblia é clara quando fala sobre o objetivo da Sua criação, onde TUDO foi feito para a GLÓRIA de Deus; em que essas práticas glorificam a Deus? Na verdade existe uma necessidade do homem se tornar o centro de todas as coisas, e se torna evidente que Deus ficará em segundo plano dentro desse cenário. A urgente necessidade de priorizar homens, de enaltecer, exaltar a imagem do homem é evidenciada nos dias de hoje, e vejo isso claramente demonstrado quando se faz do corpo um objeto de adoração.

O real objetivo daqueles que usam piercing é serem o centro das atenções, além disso, demonstra uma fraqueza psicológica, evidencia também um distúrbio bastante comum em pessoas que possuem uma baixa auto-estima, e necessitam usar mecanismos para dizerem: Ei! Olha, eu aqui!

Lemos uma advertência que muitas vezes passa desapercebida dos nossos olhos e nossos corações, mesmo que tenhamos lido essa passagem inúmeras vezes, onde diz: ‘Cuidado! Que ninguém vos venha enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo’, (Cl 2:8 -, grifos do autor); Quando alguém diz, mesmo conhecendo a verdade: Ah, isso não tem nada a ver, o que importa é como somos por dentro! Isso é uma filosofia etradição dos homens. Devemos tomar cuidado com as opiniões pessoais e dar crédito somente no que está escrito nas Sagradas Escrituras, para que não venhamos a cair, [se já não estamos caídos].

http://www.adventistas-bereanos.com.br/imagens/piercing2.jpgDaí você me perguntaria: E quais as implicações espirituais naqueles que usam o piercing, mesmo não tendo conhecimento dessas coisas? Analisaremos, segundo o estudo feito por Breno Amaral3, as implicações da utilização de piercing em diversas partes do corpo, a seguir:

Antes, uma outra advertência contida na bíblia, onde lemos: ‘Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas’ (Fp 3:18, 19 -, grifos do autor).

Todos os piercing’s indianos são dedicados a deuses e/ou ídolos regionais e territoriais. A partir do momento que você coloca um piercing em seu corpo você está sujeito a uma atuação demoníaca, mesmo que você não queira ou não saiba que isso vai acontecer. O diabo não está nem um pouco interessado em saber qual e a sua intenção, ele não quer saber se você sabe ou não o significado do que você está fazendo; ele apenas usa suas artimanhas para se apoderar da sua vida3.

Portanto, vou explicar um pouco dos significados dos piercing’s nas partes do corpo mais comumente utilizadas, visto que as partes do corpo citadas abaixo têm uma influência muito grande na vida das pessoas, na área da fala, visão, gestação, sexualidade, sensualidade e outras, além de denotarem os chamados ‘chacras energéticos’ em religiões orientais.

Piercing no septo nasal e/ou nariz:

Significa DOMÍNIO e seu sentido no mundo espiritual é uma distorção do caráter e um direcionamento que causam rebeldia e uma autoconfiança muito exacerbada. Geralmente pessoas que não respeitam qualquer tipo de autoridade e se mostram agressivas e rebeldes, desrespeitam pais, irmãos, professores, autoridades do Estado.

Piercing nas sobrancelhas:

Dá vazão para um APRISIONAMENTO DA MENTE, causando um bloqueio na mente de quem os usa. Para essas pessoas nada tem grande importância, principalmente na vida espiritual.

Piercing nas orelhas:


Significa APRISIONAMENTOS EM ÁREAS ESPECÍFICAS do corpo, podendo ser bloqueio do sistema nervoso, sistema simpático e parassimpático. As pessoas que os usam podem sofrer de problemas na coluna, útero, alterações de libido e personalidade e, também, alterações genitais.

Piercing no umbigo:

Um dos piercing’s que estão mais na moda é colocado no umbigo. Este está na área destinada a ALIMENTAÇÃO. Serve como um local de canalização de espíritos satânicos no corpo de quem os usa. Ele representa a exposição do corpo, visto que as pessoas que os usam gostam de deixa-los à mostra. Espírito da sensualidade e devassidão predomina em pessoas que usam piercing neste local.

Piercing nos lábios e/ou língua – gengiva:

O piercing nos lábios significa um DOMÍNIO NA FALA, assim como o que é colocado na gengiva. As pessoas que os usam estão propensas a ter insegurança nessa área, dificuldades para uma boa comunicação, etc. Seu significado na vida dessas pessoas é como de um cabresto e pode ser representado na forma de gagueira. A diferença entre o colocado nos lábios e o que é colocado na gengiva, é que o segundo representa a LUXÚRIA.

Piercing nos órgãos genitais:

Traz como significado principal a PROSTITUIÇÃO. Ele pode causar um estímulo intra-uterino para atuação de espíritos nessa área causando esterilidade e outros problemas nas mulheres e, também, nos homens. Ele trás uma atuação na área da prostituição na vida das pessoas que o utilizem3.

Pois bem, a pergunta é: significa que todas as pessoas que você vir com esses tipos de piercing’s estarão manifestando esses sintomas que foram ditos? Não, nem sempre. Mas digo que no mundo espiritual elas estarão aprisionadas de alguma forma por essas marcas que elas carregam no corpo. A bíblia deixa clara quanto ao tratamento que devemos ter com o nosso corpo, onde lemos: ‘Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado’. (1 Co 3: 16,17 -, grifos do autor).

Esse texto nos deixa claro que o nosso corpo é santuário de Deus, devemos santifica-lo, seria uma forma correta dizer que estamos santificando nosso corpo, usando piercing? Que tipo de santificação seria essa? Em outro texto, o apóstolo Paulo deixa claro que os nossos corpos não pertencem a nós mesmos, e sim, ao Senhor, onde diz: ‘Acaso, não sabeis que o vosso corpo é Santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?’. (1 Co 6: 19 -, grifos do autor).

E com relação ao juízo, vejamos o que a Palavra de Deus nos diz: ‘Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo’. (2 Co 5: 10 – grifos do autor).

Veja meus queridos(as) irmãos(ãs), que o apóstolo Paulo não se exclui desse juízo, antes admoesta que devemos despertar enquanto é tempo, porque inevitavelmente iremos receber das mãos do nosso Senhor o galardão, seja o bem (recompensa) ou o mal (castigo e/ou disciplina), e o critério a ser analisado são as obras praticadas por meio do nosso corpo. Serei destruído se destruir algo que não é meu, e sim do Senhor, que é o meu corpo. Piercing requer dor, mutilação, algo que foge dos padrões estabelecidos por Deus, no curso da natureza humana. Ou seja, é pecado. Vamos despertar e ajudar a outros(as) irmãos(ãs) fugirem do engano enquanto ainda há tempo e se encontra oportunidade para o arrependimento. Deus vos abençoe e guarde, em nome de Jesus Cristo nosso Senhor.
* O autor é Pastor evangélico e estudioso do Novo Testamento, desenvolvendo pesquisas na área de bíblia e literatura cristã primitiva canônica e não-canônica. Professor de NT, Cânon Bíblico, Evangelhos, Apologética e outras disciplinas na área de bíblia e seu contexto histórico-literário em Brasília (DF). É colunista do site www.elocristao.com.br. E-mail: pr.anderson@ccfe.com.br .

1 Site de pesquisa Wikipédia.

2 Site de pesquisa Google.

3 AMARAL, Breno. Artigo intitulado: Piercing – Beleza que aprisiona o corpo e o espírito.

http://www.elocristao.com.br/ecveart.aspx?idArtigo=883

CRÉDITOS: http://www.amazongospel.com/

Religiosidade Inútil

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Quando uma pessoa se converte e inicia sua caminhada espiritual cristã, ela depende profundamente da sua igreja e do apoio de seus irmãos em Cristo, no sentido de ajuda-la em passos iniciais que a levarão a conhecer a Deus e a amadurecer a sua fé.

Quando ela alcança a maturidade espiritual, depois de uma longa jornada de lutas, dúvidas e aprendizado, o seu relacionamento com a igreja muda radicalmente. Ela já não depende mais do leite da doutrina espiritual, mas de alimento sólido, isto é, de ensinamentos mais profundos, que a ajudarão a desenvolver o caráter de um verdadeiro adorador, de um verdadeiro discípulo de Cristo.

Uma vez desenvolvido esse caráter, o cristão passa a fazer parte do corpo de Cristo, ou seja, deixa de ser um mero frequentador da igreja para ser parte efetiva da igreja. Não faz mais sentido ele continuar sendo apenas um participante dos cultos, da Escola Bíblica e das células. Como discípulo de Cristo, é natural e esperado que ele produza cada vez mais frutos, como afirmou Jesus.

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Alguns cristãos entretanto parecem estacionar na etapa intermediária de sua jornada espiritual, tornando-se religiosos, sem jamais chegarem à estatura de um verdadeiro discípulo de Cristo. Por quê isso acontece? A explicação está no fato de que para se tornar um discípulo, o cristão precisa assumir uma atitude clara e firme nesse sentido. Ninguém se torna um discípulo automaticamente. Como na hierarquia militar, o soldado somente se torna um oficial quando demonstra possuir as qualidades e os requisitos necessários para isso. Entretanto, nenhum soldado é obrigado a se tornar um oficial. Jesus também escolheu seus discípulos com base em suas qualidades espirituais, mas não obrigou nenhum deles a segui-lo. Eles deram esse passo por sua livre e espontânea vontade.

Muitos bons soldados relutam em se tornar oficiais por prezarem mais o conforto de uma vida com poucas responsabilidades e desafios do que a oportunidade de serem mais úteis, utilizando a plenitude de seu potencial. A igreja também está cheia de pessoas assim, que relutam em assumir posições que requerem mais esforço, renúncia e dedicação e se apegam ao conforto de uma vida meramente religiosa.

Muitos cristãos ainda se tornam religiosos por se sentirem incapazes de fazer a obra de Deus. Eles se esquecem, ou não creem, que Deus pode capacita-los, como fez com os discípulos de Jesus. Deus não precisa necessariamente de homens fortes e capazes, como Paulo, mas essencialmente de pessoas honestas e disponíveis, ainda que sejam espiritualmente fracas e indecisas, como Pedro. Como disse Jesus, a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos.

O cristão religioso cria para si mesmo uma zona de conforto, formada por uma agenda de atividades rotineiras e se fecha para a voz do Espírito em sua alma. Ser um discípulo de Cristo não implica necessariamente em dedicar 100% do tempo a obra de Deus, mas significa estar disponível e aberto a realizar atividades que nem sempre se encaixam em uma rotina e que nem sempre correspondem aos nossos propósitos pessoais. Cada cristão tem um chamado para servir a Deus, mas se ele não for humilde e receptivo, jamais descobrirá qual é este chamado.

Uma forma mais sutil de religiosidade pode ser encontrada no âmago das igrejas cristãs. Trata-se do que eu chamo de “igrejismo”, que nada mais é que a limitação do serviço cristão ao âmbito da igreja. Este tipo de religiosidade caracteriza aquelas pessoas que se entregam a uma programação febril de atividades em suas igrejas, mas se esquecem de sua vida cristã no relacionamento com seus parentes mais próximos, vizinhos e colegas de trabalho. A igreja se torna para eles como um clube altamente seletivo, de cuja elite administrativa eles se sentem parte.

Um amigo, pastor de minha igreja, disse-me certa vez que muitos cristãos precisam aprender a ser gente, o que é profundamene verdadeiro. Ele quiz dizer com isso que precisamos descer do pedestal, e ir ao encontro das pessoas, sem julgamento e sem discriminação. Ouvi de outro pastor também uma outra grande verdade: Deus não é evangélico, isto é, Ele não é religioso. Deus não se preocupa com a agenda evangélica ou de qualquer outra religião, Ele se preocupa com a obra redentora de sua criação.

Jesus mostrou claramente a diferença entre ser religioso e realizar a obra do Pai. Se Jesus é efetivamente o modelo de nossa vida cristã, é preciso ter em mente que Ele jamais limitou o seu ministério à pregação da sua mensagem. Ele também curava, libertava e alimentava as pessoas que o ouviam ou que o buscavam. Evangelizar o mundo é a obra mais nobre e mais significativa a que um cristão pode se dedicar, sem dúvida alguma. Da mesma forma, servir a Deus na igreja é uma obra altamente edificante e honrosa para todo cristão. Entretanto, a obra de Deus de forma alguma se limita a isso. O cristão não pode se esquecer de sua responsabilidade social, que prioriza, mas também não se limita, aos irmãos de fé.

Paulo, o apóstolo, foi o maior evangelista que já existiu. Entretanto, ele jamais descuidou do apoio material às suas igrejas. Paulo também instituiu a figura do Diácono na Igreja, sobretudo com o propósito de cuidar do auxílio aos órfãos e às viúvas, atividade esta que era claramente uma das funções fundamentais da Igreja.

Enquanto estamos no mundo, somos corpo e alma e embora seja essencial cuidar da alma, não é possível descuidarmos do corpo e de suas necessidades materiais, como Jesus mesmo nos ensinou:

E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória;
E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas;
E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda.Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me.
Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos?E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
Mateus 25:31-40

http://www.portasabertas.com/

A culpa não é da internet

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São várias as queixas: estaríamos ficando superficiais, desatentos, desmemoriados, desinteressados. De quem é a culpa? Dizem que da internet, do mundo moderno, das novas tecnologias, disso tudo junto. Segundo algumas teses publicadas em livro e rapidamente alardeadas pelos jornalistas, falta de atenção é consequência de janelas demais piscando no monitor, a abundância de informação é um convite à superficialidade, falta de memória é o “efeito Google”, falta de tempo é culpa de e-mails demais por responder. Para eles, nosso cérebro é vítima das circunstâncias modernas.

http://4.bp.blogspot.com/-VyiQJVbjGag/UAMVbZGHnKI/AAAAAAAAApM/3unF_Yt9UcQ/s1600/net+caiu.jpg

Eu discordo veementemente. Não vejo problema no que o mundo moderno faz com nosso cérebro – pelo contrário, só vejo coisas boas na facilidade de acesso a notícias, na facilidade de contato com amigos e parentes distantes, na profundidade de informação que hoje podemos obter. Para mim, o problema está em nós mesmos: em como nos deixamos sucumbir a tentações e imposições que nos são apresentadas através das novas tecnologias.

Para começar, não vejo como “a internet” poderia reduzir nosso tempo de atenção sustentada e tornar nosso conhecimento superficial. É preciso muita atenção focada para passar horas ininterruptas em frente a videogames, e sites de busca, Wikipédia e jornais internacionais acessíveis às pontas dos seus dedos permitem a qualquer um se tornar um profundo conhecedor de política internacional ou biologia das fossas abissais sem sair de casa. Aprofundar-se ou surfar superficialmente é uma questão do uso que se escolhe fazer de um mundo inteiro agora navegável. 

O mesmo se aplica à memória. A tecnologia nos permite terceirizar facilmente nossa memória, delegando-a à agenda do celular, que guarda nossos contatos, endereços e compromissos, e à memória coletiva da Wikipédia e tantos outros sites acessíveis via internet. Quem de fato ainda tenta memorizar números de telefone? 

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O problema é que, sem tentar, não há como memorizar o que quer que seja – e, sem exigir da sua memória, não há como mantê-la tinindo. A memória não depende de simples exposição à informação, e sim do processamento ativo dela, que precisa receber atenção, ser associada a outras informações, e ainda ser considerada importante pelo cérebro. Se não for importante, não entra para a memória. Portanto, não há como se lembrar de um número de telefone que você apenas o digitou em seu celular! 

Também não é verdade que a internet nos deixe desatentos ao fornecer “informação demais”. Nossa atenção já é limitada – e pelo próprio cérebro: só conseguimos nos concentrar em uma coisa de cada vez. Por causa dessa limitação, sempre há mais informação disponível do que conseguimos processar – e isso não é culpa da internet. Por outro lado, conhecendo essa limitação, quem tem problemas para se manter focado pode se ajudar reduzindo o número de tarefas disputando sua atenção a cada instante, por exemplo, reduzindo o número de janelas abertas em seu computador. 

O mesmo vale para o e-mail, que acelerou a velocidade das trocas por escrito – e, ao contrário das predições catastróficas da época em que surgiu, hoje nos faz escrever mais do que anteriormente. Recebemos e-mails às dúzias por dia, muitos deles nos cobrando respostas imediatas. E aqui está mais um mau uso da tecnologia, culpa nossa: poder responder imediatamente a e-mails não significa ter de fazê-lo na hora, encorajando a cobrança alheia. Nossos problemas modernos não são culpa da tecnologia, mas do (mau) uso que fazemos dela.

http://www2.uol.com.br/vivermente


Documentário “Luto em Luta” disponível na íntegra

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Meus caros,

Em setembro entrou em cartaz em São Paulo, o documentário “Luto em Luta” com direção de Pedro Soffer Serrano que, mostra entre outras, a história de Vitor Gurman, bem como de Bruna e Miriam Baltresca, atropelados na calçada por motoristas embriagados.

Filme dividido em três partes: Barbárie, Luto e Luta. Um documentário emocionante, real, necessário!

Recomendamos! Assistam e comentem!

Abraços

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UM MILAGRE EM UM HOMICÍDIO OCORRIDO NO EGITO

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Definitivamente prova, ainda que Cristo está vivo! ….

O que é impossível para o homem, pois Deus não é!
UM MILAGRE EM UM HOMICÍDIO OCORRIDO NO EGITO

Um homem muçulmano no Egito matou a mulher para encontrá-la lendo a Bíblia e a enterrou com as suas filhas, de 8 anos e um recém nascido. As meninas foram enterradas vivas!
Ele procurou a polícia e relatou que um homem matou suas filhas. 15 dias depois, outro membro da família morreu. Quando eles foram para enterrá-lo, encontraram as duas
meninas sob a areia. VIVAS!

 Definitivamente prova, ainda que Cristo está vivo! ....</p>
<p>O que é impossível para o homem, pois Deus não é!<br />
UM MILAGRE EM UM HOMICÍDIO OCORRIDO NO EGITO</p>
<p>Um homem muçulmano no Egito matou a mulher para encontrá-la lendo a Bíblia e a enterrou com as suas filhas, de 8 anos e um recém nascido. As meninas foram enterradas vivas!<br />
Ele procurou a polícia e relatou que um homem matou suas filhas. 15 dias depois, outro membro da família morreu. Quando eles foram para enterrá-lo, encontraram as duas<br />
meninas sob a areia. VIVAS!</p>
<p>Este incidente causou muita raiva no país. O pai será executado. Perguntado como a menina mais velha tinha sobrevivido. Ela disse: "Um homem vestindo um terno branco brilhante, com feridas de sangue em suas mãos, vinha todos os dias para nos alimentar. Ele acordou minha mãe para minha mãe para continuar a amamentar a minha irmãzinha.</p>
<p>Ela foi entrevistada no Egito âncora de notícias nacionais de TV para um muçulmano que usava um véu. Essa mulher disse: 'Isso não pode ser outro senão Jesus, não há outro que pode fazer essas coisas. "</p>
<p>Os muçulmanos acreditam que Isa (Jesus, em árabe) pode fazer isso. Mas para eles as feridas mostrar que Ele realmente foi crucificado, e que não há nenhuma dúvida de que ele está vivo! é muito<br />
claro que a criança não poderia ter inventado essa história e não havia nenhuma maneira que poderia ter sobrevivido sem um verdadeiro milagre.</p>
<p>Os líderes muçulmanos têm uma situação difícil tentando descobrir o que fazer com isso, como a popularidade do filme "A Paixão de Cristo 'não ajuda, o Egito ser o centro de comunicação e educação no Oriente Médio.</p>
<p>Por favor, continuem a partilhar esta história com os outros.<br />
Deus disse em Jeremias 17:07: Abençoarei a pessoa que coloca sua confiança em mim.

Este incidente causou muita raiva no país. O pai será executado. Perguntado como a menina mais velha tinha sobrevivido. Ela disse: “Um homem vestindo um terno branco brilhante, com feridas de sangue em suas mãos, vinha todos os dias para nos alimentar. Ele acordou minha mãe para minha mãe para continuar a amamentar a minha irmãzinha.

Ela foi entrevistada no Egito âncora de notícias nacionais de TV para um muçulmano que usava um véu. Essa mulher disse: ‘Isso não pode ser outro senão Jesus, não há outro que pode fazer essas coisas. “

Os muçulmanos acreditam que Isa (Jesus, em árabe) pode fazer isso. Mas para eles as feridas mostrar que Ele realmente foi crucificado, e que não há nenhuma dúvida de que ele está vivo! é muito
claro que a criança não poderia ter inventado essa história e não havia nenhuma maneira que poderia ter sobrevivido sem um verdadeiro milagre.

Os líderes muçulmanos têm uma situação difícil tentando descobrir o que fazer com isso, como a popularidade do filme “A Paixão de Cristo ‘não ajuda, o Egito ser o centro de comunicação e educação no Oriente Médio.

Por favor, continuem a partilhar esta história com os outros.
Deus disse em Jeremias 17:07: Abençoarei a pessoa que coloca sua confiança em mim.

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Você passa agressividade para o seu Cão?

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Uma pesquisa da Universidade da Pensilvânia mostrou que, se você treina seu cachorro usando métodos agressivos, falando alto e batendo no animal, o cão tende a adotar seu comportamento.

O estudo também comparou formas de treinamento. Os animais de pessoas que usam o sistema da recompensa (dando petiscos ou carinho quando o cão obedece) desenvolvem um comportamento bem menos arisco do que os outros.

Os fatos foram descobertos por meio de um questionário. Clientes da clínica veterinária da faculdade contaram seus métodos de treinamento e explicaram seu comportamento com seu cachorro. Foi perguntado se as pessoas já haviam sido violentas com os animais, falando alto, batendo, intimidando.

Foram 140 questionários respondidos. Os comportamentos mais comuns e violentos contra o cachorro são (lembrando que uma pessoa pode marcar mais de uma opção):

- Bater no cão por ele ter se comportado da forma errada (43% do total)

- Rosnar para o cachorro (41%)

- Tirar algo da boca do cachorro a força (39%)

- Encarar o cachorro (39%)

- Sacudir o cão (26%)

Em 25% dos cães dos donos que marcaram pelo menos um item acima foi detectado comportamento agressivo.

Muitos donos procuram treinamento especializado para que seus cães sejam mais facilmente controlados. No entanto, de acordo com a pesquisa, depois que um cão se “acostuma” a ser tratado de forma violenta e adquire o comportamento, é difícil que ele perca o hábito.

O objetivo dos estudos é determinar a melhor maneira de treinar um cão, sem prejudicar o animal

http://www.vocerealmentesabia.com

Fonte: hypescience

Fim do Mundo já aconteceu: foi nos anos 90, a ‘década perdida’ .

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Do blog BananaPost

Quem surfou agora a onda clichê do Calendário Maia talvez não conheça a música que escancarou as portas do sucesso para o carioca Eduardo Dusek, quando ele arrebentou com seu besteirol no festival MPB 80, da TV Globo (só podia).

De lá para cá, o apocalipse já era para ter acontecido várias vezes, embora para muitos “fim do mundo” mesmo tenha sido o governo do tucano FHC, nos anos 90, tanto que o período neoliberal entrou para a história como a “década perdida”.

Hoje, pela inspiração divina que iluminou a cabeça dos eleitores brasileiros, não há muito o que temer. A não ser que se deixem influenciar pela campanha catastrofista orquestrada pela velha mídia. Aí, até Nostradamus vai parecer fichinha.

Fim do Mundo

NOSTRADAMUS

Autoria e interpretação: Eduardo Dusek

Naquela manhã
Eu acordei tarde, de bode
Com tudo que sei
Acendi uma vela
Abri a janela
E pasmei

Alguns edifícios explodiam
Pessoas corriam
Eu disse bom dia
E ignorei

Telefonei
Pr’um toque tenha qualquer
E não tinha
Ninguém respondeu
Eu disse: “Deus, Nostradamus
Forças do bem e da maldade
Vudu, calamidade, juízo final
Então és tu?”

De repente na minha frente
A esquadria de alumínio caiu
Junto com vidro fumê
O que fazer? Tudo ruiu
Começou tudo a carcomer
Gritei, ninguém ouviu
E olha que eu ainda fiz psiu!

O dia ficou noite
O sol foi pro além
Eu preciso de alguém
Vou até a cozinha
Encontro Carlota, a cozinheira, morta
Diante do meu pé, Zé
Eu falei, eu gritei, eu implorei:
“Levanta e serve um café
Que o mundo acabou!”

* * *

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O mundo não deve acabar hoje: a conversão do calendário maia pode estar incorreta

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http://cadeomeupincel.files.wordpress.com/2012/12/03_calendario_maia.png?w=500&h=432

Se você acredita que o mundo vai acabar em 2012, é hora de começar a repensar suas ideias. Os temores apocalípticos de que o mundo chegará ao fim em 2012 se baseiam no fato de que o calendário maia termina em 2012, da mesma forma que o nosso ano termina em 31 de dezembro, por exemplo.

Porém, uma nova crítica publicada em um livro afirma que o calendário dos maias pode não terminar em 21 de dezembro de 2012, e, por consequência, o mundo também não. E se o calendário não termina em dezembro de 2012, ninguém sabe quando ele realmente termina – ou se já não terminou.

O calendário maia foi convertido para o calendário gregoriano atual através de um cálculo chamado GMT constante, nomeado pelas siglas dos três últimos pesquisadores maias. Grande parte do trabalho deles fixou datas recuperadas de documentos coloniais que foram escritos na língua maia em alfabeto latino.

Mais tarde, o GMT constante foi reforçado por um linguista e antropólogo americano que utilizou dados de uma tabela de Vênus (espécie de calendário maia), um almanaque que projeta datas relativas aos movimentos de Vênus.

Com esses estudos, os pesquisadores acreditaram ter bastante certeza do cálculo do GMT constante.

Agora, o livro argumenta que as conversões aceitas de datas do calendário maia para o calendário moderno podem estar erradas em cerca de 50 ou 100 anos. Isso mudaria o suposto e exagerado apocalipse de 2012 para décadas à frente, ou para décadas à trás, além de por em dúvida datas de eventos históricos da civilização maia.

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Segundo o autor da crítica, o trabalho de conversão realizado até agora está longe de ser irrefutável. No livro, ele explica porque a aceitação da tabela de Vênus depende da confiabilidade dos dados que corrobora, e afirma que os dados históricos são ainda menos confiáveis do que a própria tabela, e tudo isso põe em dúvida as datas maias estabelecidas.

O autor não tem nenhuma resposta quanto ao que seria a conversão correta do calendário, preferindo concentrar-se nas razões pelas quais a interpretação de datas atual pode estar errada. Ou seja, qual a data certa do fim do mundo, ninguém sabe, mas podemos ficar tranquilos – não parece ser em 2012.[LiveScience]

http://hypescience.com

Obesidade pode ser causada por bactéria

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http://www.patricinhaesperta.com.br/wp-content/uploads/2012/05/302855-peso.png

Contrariando o senso comum, existem casos de obesidade em que dietas pouco calóricas e rotinas de exercícios físicos aparentemente não fazem qualquer diferença. Segundo estudo feito por pesquisadores da China, o segredo para perder peso (nesses casos) seria combater uma bactéria específica, chamada enterobacter.

Ao longo de 23 semanas, um voluntário com obesidade mórbida (175 kg) se submeteu a uma dieta de grãos inteiros, substâncias probióticas e carboidratos não digestivos, feita justamente para inibir a proliferação da enterobacter em seu organismo. Seguindo essa dieta e sem fazer exercícios físicos, o homem perdeu 51 kg, mais do que normalmente se perde após uma cirurgia de redução de estômago (49 kg). Antes do processo, a enterobacter correspondia a 35% da flora intestinal e, depois, chegou a níveis “indetectáveis”.

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Outra parte do estudo foi conduzida com ratos criados para não ganhar peso com facilidade. Mesmo sem se exercitar e sendo submetidos a dietas ricas em carboidratos, eles não ganhavam peso. Contudo, aqueles que receberam uma injeção de enterobacter engordaram em pouco tempo.

Embora outros estudos já tenham mostrado um vínculo entre bactérias e obesidade, o pesquisador Liping Zhao descreve os resultados desta pesquisa como “a última peça de evidência que faltava de que bactérias causam obesidade”. O própio Zhao perdeu mais de 20 kg em dois anos após uma dieta que regulava sua flora intestinal.

Em futuras pesquisas, a equipe espera poder “identificar mais bactérias que induzem obesidade em várias populações humanas”.

[New Scientist] [Daily Mail UK] [Nature]http://hypescience.com

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As 10 fotografias brasileiras mais famosas de todos os tempos: a lista das listas

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Car­los Wil­li­an Lei­te  |  car­loswil­li­an@uol.com.br | @revistabula
Para se chegar ao resul­tado fiz uma compilação de exposições, reportagens, listas publicadas por sites especializados em fotografia, es­por­tes, cultura pop, política e história. O objetivo de minha pesquisa era identificar quais são as 10 fotografias brasileiras mais famosas de todos os tempos. Participaram do levantamento as publicações: “Uni­verso Online”, “Arquivo Pú­blico do Estado de São Paulo”, “Folha de S. Paulo”, “O Es­tado de S. Paulo”, revista “Placar” revista “Isto é”, revista “Veja”, “Jornal do Brasil”, “O Globo”, “World’s Famous Photos”, “Al Fotto”, “Images e Visions”. Abaixo, em ordem classificatória, as 10 fotografias selecionadas baseadas nas pu­blicações pesquisadas.
1 — O coração do Rei (1970)

Fotografia feita em 30 de setembro de 1970, durante o jogo Brasil 2 x México 1, no estádio do Maracanã, Rio de Janeiro. Na imagem,  o suor na camiseta de Pelé forma desenho de um coração. A versão que a foto teria sido simulada já foi desmentida dezenas de vezes. “Ainda hoje há quem me pergunte se não foi Photoshop, sempre tenho de explicar que isso nem existia naquela época”, afirma Luiz Paulo Machado. Fotografia: Luiz Paulo Machado

2 — A piscada de Ayrton Senna (1989)

Fotografia feita em 26 de março de 1989, durante o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, no Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Na fotografia, Ayrton Senna pisca o olho para o chefe de equipe da McLaren, Ron Dennis,  sinalizando que estava pronto para correr. Fotografia: Evandro Teixeira

3 — Serra Pelada gold mine (1986)

Fotografia feita em abril de 1986, no garimpo de Serra Pelada, no sul do Estado do Pará. Serra Pelada se tornou mundialmente conhecida por ter abrigado a maior  corrida do ouro da era moderna, onde foram extraídas, oficialmente, 30 toneladas de ouro. Fotografia: Sebastião Salgado

4 — A garota de Ipanema (1960)

Fotografia feita em março de  em 1960 pelo fotógrafo francês Milan Alram, na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Dois anos depois, a garota da foto, Eneida Menezes Paes Pinto Pinheiro (Helô Pinheiro), seria imortalizada  por Vinícius de Moraes e Tom Jobim na canção “Garota de Ipanema”, uma das músicas mais executadas no mundo. Fotografia: Milan Alram

5 — O suicídio de Vladimir Herzog (1975)

A fotografia, que tornou-se um símbolo da repressão promovida pela ditadura militar,  foi feita em 25 de outubro de 1975 nas dependências do DOI-CODI (Destacamento de Operações de Informações — Centro de Operações de Defesa Interna), em São Paulo. Na fotografia,  o jornalista Vladimir Herzog é encontrado enforcado com um cinto. Mais de três décadas depois, o fotógrafo Silvaldo Leung Vieira, autor do registro, afirmou, em entrevista a “Folha de S. Paulo”, ter sido usado pela ditadura para forjar uma cena de suicídio. Fotografia: Silvaldo Leung Vieira

6 — Leila Diniz grávida na praia (1971)


Fotografia feita em 15 de agosto de 1971 na ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro.  A imagem de Leila Diniz de biquíni — grávida de seis meses — escandalizou o Brasil e virou um clássico da iconografia feminina no país. A fotografia, na ocasião, despertou a ira dos conservadores. Fotografia: Joel Maia

7 — Falcão comemorando o empate contra a Itália (1982)

Fotografia feita em 5 de julho de 1982, no estádio Sarriá, em Barcelona, Espanha. Paulo Roberto Falcão comemora o gol de empate contra a Itália, na Copa do Mundo de 1982. A seleção brasileira, considerada uma das melhores da história das copas e favorita ao título, acabaria sendo desclassificada por 3 x 2. O jogo ficou conhecido como o Massacre do Sarriá. Fotografia: J.B. Scalco

8 — Janis Joplin no Rio (1970)

Fotografia feita em fevereiro de 1970, na cidade do Rio de Janeiro, onde  Janis Joplin passou 10 dias acompanhada pelo pelo fotógrafo Ricky Ferreira e pelo cantor Serguei.  “Creio que a viagem ao Brasil não foi uma boa experiência para ela. Foi muito maltratada. Acho que eles pensavam que a superstar Janis Joplin era mais uma das belezas do cenário hollywoodiano”, afirma o fotógrafo. Fotografia: Ricky Ferreira

9 — JK e a inauguração de Brasília (1960)

Fotografia feita em 21 de abril de 1960.  Gervásio Baptista, repórter fotográfico da revista “Manchete”, tinha ido a Brasília com a missão de fazer a foto de uma edição especial sobre a inauguração da nova capital. A fotografia, na subida da rampa do Palácio do Planalto, com Juscelino Kubitschek acenando com a cartola correu o mundo e virou um dos símbolos da cidade. Fotografia: Gervásio Baptista

10 — Passeata dos Cem Mil (1968)

Fotografia foi feita em de 26 de junho de 1968, na cidade do Rio de Janeiro, durante uma manifestação popular de prot